24 Argumentos em Favor dos Modelos Científicos de inundação Global (GFMs) e da Terra Jovem

  • November 2024

Resumo: Apresentamos 24 argumentos genéticos, paleontológicos, geológicos , físicos, bioquímicos, arqueológicos e filosóficos, que fundamentam o criacionismo terra jovem.

Palavras chaves: entropia, degeneração, mutações, evolução, criacionismo, design inteligente, crispr cas9, mtDNA, geocronologia, uniformismo, catastrofismo, radiações, datações, carbono 14, tecidos moles, t-rex, fósseis, mutações deletérias.

Seguem os 24 argumentos:

1. Entropia Genética: Aumento da entropia genética ao longo do tempo (Durrett e Schmidt, 2008; [1] Sanford e Basener[2]; Baumgardner [3]; Crabtree, 2010-13[4]; Lynch[5],Sodré GB Neto [6] et e tal[7][8][9] com destaque a diminuição do tamanho do cérebro[10] desde o Pleistosceno (que para criacionistas são as camadas sedimentares finais da grande catástrofe que transformaram o mundo o estragando onde os sres humanos sofreram picos de radiação que determinou uma queda brusca em sua longevidade e tamanho do cérebro, já que relações neurais são muito frágeis, como menciona o grande cientista Gerald Crabtree, Scopus 111.

“o tamanho absoluto quanto o relativo do cérebro diminuíram desde o fim do Pleistoceno ( Schwidetzky, 1976 ; Wiercinski, 1979 ; Beals et al., 1984 ; Henneberg, 1988 ; Henneberg e Steyn, 1993 ; Ruff et al., 1997 ; Bailey e Geary, 2009 ; Hawks, 2011 ; Bednarik, 2014 ; Liu et al., 2014 ; Bruner e Gleeson, 2019 ). O momento preciso dessa diminuição no tamanho do cérebro, no entanto, não está claro. Alguns situaram sua origem no final do Pleistoceno, cerca de 35 mil anos atrás ( Ruff et al., 1997 ) e outros no mais recente Holoceno, cerca de 10 mil anos atrás ( Henneberg, 1988 ; Hawks, 2011 ).”[11]

Todas as espécies estão marcadas pelo acúmulo de mutações deletérias, todos os indivíduos da terra carregam acúmulo histórico de mutações deletérias e nenhum individuo carrega conjunto de mutações positivas coordenadas para a execução de um novo sistema[12][13][14][15] . Isto por si só demonstra nitidamente uma tendência de que todas as espécies estão se desgastando, degenerando e não auto organizando como ensinou a falseada (Popper) teoria da evolução. No capítulo 4 do livro “A Origem das Espécies”, intitulado “Seleção Natural”, Darwin apresenta o conceito de seleção natural como um mecanismo que pode levar à melhoria das espécies, mas admitiu também que percebeu que as modificações nas espécies não era um processo linear e que as espécies não modificam em uma direção simples de melhoria ou aprimoramento. Apesar da teoria da evolução se comportar com posições ambíguas e diferentes entre si, quanto a melhorismo versus neutralismo, e se corrigir quanto ao “melhorismo” que tomou conta da mentalidade evolutiva, onde alguns historiadores da ciência julgam que o contexto europeu de industrialismo e progresso da humanidade inspirou a aceitação e concepção da teoria da evolução, demonstraremos aqui uma direção degenerativa e não o neutralismo contingencial[16][17] sem direção, muito menos o melhorismo que inspirou ficções científicas como a famosa série de filmes “x-man” que inclusive devido ao ator Hugg Jackman ter tido cancer de pele, a série de filmes eliminou Volverine, talvez prevendo a possibilidade de sua morte ou incapacitação , talvez se adaptando a realidade, até porque mutações em geral geram doenças e quase nunca super poderes. A historia geocronológica da vida como se estabeleceu dentro do modelo de tempo darwinista, continua hoje refletindo melhorismo, pois continuam defendendo a capacidade do inorgânico se tornar orgânico (biopoese) e do mais simples poder se tornar mais complexo, com novos sistemas e novos arquétipos. Assim somos levados a crer numa tendência média melhorista da evolução supostamente ocorrida na historia registrada nos fósseis mais antigos até chegar nos fósseis mais atuais. Ensinam ainda que essa melhora teria sido ocasionado por forças cegas naturais, principalmente seleção natural. Porem, em contraste com esta suposta historia dos seres vivos, os bancos de dados genéticos hoje apresentam observações globais de degeneração (até alarmantes) que caracterizam um acúmulo assustador e apocalíptico de mutações deletérias na humanidade com ” um amplo espectro de variação genética, no total, mais de 88 milhões de variantes (84,7 milhões de polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs), 3,6 milhões de inserções/exclusões curtas (indels) e 60.000 variantes estruturais.” [18][19]

Descobertas atualizadas em 2023 do banco de dados do htps://www.mitomap.org, são ainda mais ameaçadoras da humanidade , pois revelaram altas taxas de acúmulo de mutações genéticas no mtDNA[20] gerando intensa relação com surgimento de câncer [21][22], e que o mtDNA com seus poucos 37 genes e 16.500 pb (pares de bases), ou seja, nos seus 33.000 nucleotídeos, já se relataram ocorrência de 20 a 27 mil mutações, sendo 93,5% destas são SNPs ou SNVs (single nucleotide polymorphisms/variants), ou seja, se encontra cada vez mais preparado para se auto destruir, ou nos destruir caso não haja testes antes dos cruzamentos entre humanos o que nos lembra outra ficção científica, muito mais próxima a realidade que X-man, chamada GATACCA . Isto, além de nos alarmar quanto ao iminente cenário apocalíptico no próximo futuro, caso nada for feito no sentido de corrigir pelo menos trechos essenciais pela tecnica CRISPR CAS 9-13 e semelhantes, também demonstra claramente que a genética da vida no passado estava sem mutações a pouquíssimo tempo atrás, o que nos remete a ideia de paraíso criacionista.

Defenderemos aqui “pouquíssimo tempo” devido centenas de razões, entre elas, os tecidos orgânicos nos fósseis encontrados os quais desbancaram por completo datações de milhões de anos destes, de alta escala de tempo como verdadeiros (por mais que milhares de artigos cientificos tentem em vão justificar esta preservação de orgânicos por milhões de anos, transformando a ciência mais em uma stand up de comédia[23][24][25][26][27][28], que um lugar de assuntos da realidade (real idade). As taxas altas verificadas e picos mutacionais em periodo recentes entre 2000 a 6000 atrás[29][30][31], pois a humanidade vem se degenerando a passos largos, sob altas taxas[32], perdendo inclusive tamanho do cérebro[33], acumulando mutações nas populações[34] e em nossa vida como indivíduos, nos nossos espermas[35][36], quanto maior for a idade[37][38][39], pois a entropia e degeneração ocorre em quaisquer sistemas[40], sobretudo complexos como é o sistema informacional [40] [41]genético[42] acumulando defeitos , doenças, aumento global de câncer[43] e fragilidades pelas mutações, cada vez mais[44], e destacamos o fator causal genético e proteômico[45] atuando em conjunto com fatores ambientais e de estilo de vida , no aumento exponencial de 50% do diabetes nos últimos 10 anos, diminuindo a saúde humana em 11% nos entre o ano 1990 e 2000[46]; o que nos leva a calcular , diante de picos documentados e altas taxas mutacionais[19][32], que o homem esteve perfeito a pouquíssimo tempo.

2. Mutação Genética: Taxa de mutação genética mais alta do que a taxa de seleção natural (Kondrashov, 1998).[47]

3. Degeneração Genômica: Perda de genes funcionais ao longo do tempo (Lynch e Conery, 2003). Argumentos Fósseis[48]

4. Fósseis Jovens: Descobertas de fósseis com restos orgânicos (Schweitzer et al., 2005). [49]

5. Falta de Fósseis Intermediários: Ausência de fósseis intermediários entre espécies (Darwin, 1859).[50]

6. Rapididade da Especiação: Especiação rápida, contradizendo a evolução gradual (Grant, 2001). Argumentos Bioquímicos[51]

7. Complexidade Bioquímica: Complexidade das vias bioquímicas, sugerindo design inteligente (Behe, 1996). [52]

8. Irredutibilidade: Estruturas biológicas complexas, como o olho, não funcionam se uma parte estiver faltando (Behe, 1996). [53]

9. Código Genético: Universalidade do código genético, sugerindo uma origem comum (Crick, 1961[54]). Argumentos Cosmológicos 
10. Origem do Universo: A teoria do Big Bang sugere uma singularidade inicial (Hawking, 2005). Precisando portanto de causa eficiente incluindo sua ordenação rápida já que o telescopio james webb fotografou galaxias já prontas [55]no suposto  inicio do universo por esta teoria  
11. Constantes Universais: Valores precisos de constantes físicas permitem a vida (Davies, 2006[56]). 
12. Fim e Propósito: A existência de condições favoráveis à vida implica um propósito (Lennox, 2016[57]). Argumentos Filosóficos

13. Causalidade: Tudo que começa a existir tem uma causa (Aristóteles, 350 a.C[58].).

14. Suficiência: A explicação mais simples é preferível (Ockham, 1300[59]).

15. Consciência: A consciência humana sugere uma origem não material (Penrose, 1994[60]). Argumentos Estatísticos

16. Probabilidade de Mutação: Baixa probabilidade de mutações benéficas (Kimura, 1968).[61]

17. Taxa de Mutação: Taxa de mutação mais alta do que a taxa de seleção natural (Kondrashov, 1998)[62].

18. Distribuição de Mutações: Distribuição desigual de mutações em genomas (Lynch, 2010[63]). Argumentos Paleontológicos

19. Fósseis de Transição: Ausência de fósseis de transição entre espécies (Darwin, 1859[50])

20. Rapididade da Extinção: Extinção rápida de espécies, contradizendo a evolução gradual (Raup, 1991[64]).

21. Maioria das Pedras que tem tendência de debastar e estarem redondas com o tempo, ainda estão pontiagudas ou com arestas como evidência de terra jovem e acidente global recente (Sodré, 2024) [65][66]

22. Ausência de desbaste em rochas impactadas por cachoeiras e encostas (Sodré 2017)[67]

23. Formação sedimentar entre cambriano ao pleistosceno indica nítido catastrofismo e não períodos , com ausência de formações que exigem tempo intercamadas (Sodré, 2009[68])

24. C14 em fósseis e diamantes desbancaram datações de altas escalas e as reduziram a classificação de fruto de desonestidade onde excluem resultados que não se afinarem ao modelo de tempo darwinista[69][70] [71][72][73][74][75][76]

No artigo Teoria da degeneração das espécies temos um resumo:[6]

Richard Milton, que mesmo não sendo defensor do movimento científico criacionismo da terra jovem, aponta, no entanto, que a prontidão em rejeitar datas radiométricas, exceto aquelas que fornecem “valores esperados”, é o motivo pelo qual vários métodos radiométricos podem ser considerados convergentes nas “eras” que “medem” (Milton, 1997, p. 49): “Assim, as datas publicadas sempre obedecem a datas preconcebidas e nunca as contradizem. Se todas as datas rejeitadas fossem recuperadas da cesta de lixo e adicionadas às datas publicadas, os resultados combinados mostrariam que as datas produzidas são a dispersão que se esperaria apenas pelo acaso” (Milton, 1997, p. 51) Milton, Richard. 1997. Shattering the myths of darwinism. Park Street Press, Rochester, VT.[41]

Em geral, as datas no ‘parque correto’ são consideradas corretas e são publicadas, mas aquelas em desacordo com outros dados raramente são publicadas… (Mauger, 1977, p. 37). In general, dates in the `correct ball park’ are assumed to be correct and are published, but those in disagreement with other data are seldom published…(Mauger, 1977, p. 37) MAUGER, Richard L. K-Ar ages of biotites from tuffs in Eocene rocks of the Green River, Washakiw and Uinta Basins[42].[43] Contributions to Geology, Wyoming University. 15(1):17, 1977.

“A aparente convergência de resultados de datação radiométrica é mais uma quimera do que realidade porque “muitas determinações de idade que não concordam com as escalas de tempo atualmente aceitas são simplesmente rejeitadas como erradas…” (Paul, 1980, p. 184) PAUL, Christopher RC. The natural history of fossils.[44] Holmes and Meier, New York, 1980.

Esse artigo em particular tem excelentes tabelas e referências bibliográficas mostrando discrepâncias nas datações[45]

A própria técnica radiométrica desbanca estas datações como podemos ver em:[46]

“Ossos de dinossauro foram datados por radiocarbono (carbono-14). As datas variam de 22.000 a 39.000 anos antes do presente”

Referências

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