Sodré GB Neto, Hector Lutero Honorato de Brito Siman
Autores: Sodré GB Neto, Hector Lutero Honorato de Brito Siman
Efeitos verificados na queda de grandes bólidos como "Splattion", piezoeletricidade nuclear , plasmas de altíssimas amperagens e diferenciais de carga, promovem decaimento acelerado, alterando a constância de decaimento, podendo "envelhecer" rochas em milissegundos.
Crateras com diâmetros maiores tendem a ter idade radiométrica aparente maior.
Crateras maiores estão nas camadas mais inferiores, seguindo as sedimentares.
Impactos em diferentes terrenos são mais ou menos amortecidos.
Alta radiação acelerou a entropia dos seres vivos, criando picos de acúmulo de mutações.
O mar de magma do lado da lua voltado pra terra, em contraste com seu outro lado repleto de crateras, foi demonstrado ser causado por um ou mais asteroides que bateram na terra e ejetaram material magmático até a lua
A complexa e ultra depende de inumeráveis variáveis "vida", que só se encontra na terra em meio ao silêncio no universo, o Problema de Fermi, o Grande Silêncio[1][2][3][4][5] e silentium universi[5][6], não veio portanto do espaço, mas resquicios dela foram ejatados daqui pro espaço, explicando mais de 8.000 artigos que defendem panspermia se baseando em resquícios de vida em meteoros.
Resumo: Depois das milhares de escandalosas datações de tecidos e moléculas orgânicas, que estão ainda preservados em fósseis datados opr datação absoluta, como tendo milhões e até bilhões de anos, alegrando o humor cientifico e popular que tem assistido pasmo milhares de publicações tentando, em vez de condenar e duvidar dos métodos de datação (pois são absolutos), justificar "ad hoc" a preservação pra lá de milagrosa destas moléculas por milhões de anos; grande parte da comunidade científica anteviu que o consenso científico em torno da geocronologia radiométrica, considerada dogmaticamente de “abosoluta”, estava com seus dias contados. Aqui estaremos dando destaque a estudos dos efeitos da queda de grandes bólidos na geologia e na biologia, abordando fenômenos como "spallação nuclear", piezoeletricidade nuclear, e plasmas gigantes de altíssimas amperagens capazes de arrancar neutrons e protons, revelando o decaimento acelerado de materiais, alterando suas constantes de decaimento e provocando um "envelhecimento" das rochas em milissegundos, libertando então cientistas de terem que ainda justificar em vão e vergonhosamente, tais preservações orgânicas (mais que milagrosas) por milhões e até bilhões de anos. Destacamos tambem, neste contexto de grandes impactos, que um evento catastrófico de energia com "magnitude global ", gerará outros efeitos de magninute global[7][8] gerando um efeito dominó, ou seja, não podemos estudar grandes formações geológias sem ser , em blocos, muito menos falar de grandes impactos sem suas diversas consequências imediatas , como modelos antipodais[9][10][11][12][13], expansão rápida da separação dos continentes[14] com movimentos erosivos criadores de camadas sedimentares globais e enterramento abrupto de quase todas as populações dos seres vivos ancestrais, ainda vivos, os transformando em fósseis repetidos (paradoxo da estase morfológica) como a amostragem fóssil revela[15][16][17] . Necessário portanto que a geologia seja compreendida em blocos de efeitos e não seccionando um efeito isolado dos outros consequentes, mas como fazer uma leitura de blocos de peças consequentes se o sistema datacional geocronológico impõe que tais leituras lógico-mecanicistas sejam impedidas de acontecer? Tem agora este poder impedidivo esta geocronologia que data vergonhosamente orgânicos em milhões e até bilhões de anos? Enquanto a geocronologia se mativer "absoluta" a ciência se transforma mais em uma stand up de comédia tentando justificar milagrosa preservação de moléculas orgânicas [18][19][20][21][22][23][24] que um ambiente consciente que dialoga com a realidade e real idade das coisas.Tem agora tal absolutismo datacional diante de tantas provas de decaimentos acelerados e envelhecimento de rochas em millisegundos gerados por grandes impactos? Se não bastasse também observamos de forma inédita, que crateras com diâmetros maiores tendem a apresentar "aparentes" idades radiométricas maiores, explicando assim que aparentes "idades" correspondem mais aos efeitos nucleares de impactos, que de tempo. "Coincidentemente", os impactos mais significativos e maiores estão localizados em camadas geológicas inferiores (que coincidência não?) , abaixo das sedimentares, e portanto darão idades maiores não por estarem mais baixos na coluna geológica, mas por estas rochas terem sofrido mais efeitos de aceleração de decaimento. A alta radiação resultante desses impactos acelerou a entropia dos seres vivos, criando picos de acúmulo de mutações que influenciaram um salto na transformação das espécies, que detinham poucas mutações (múmias e fósseisque eram em média, gigantes, e que foram sepultados sob amostragem de estase morfológica e taxonômica no registro fóssil (sepultamento de populações), em contraste com descendentes com altíssimo acúmulo de mutações (não explicada pelas taxas históricas), em média, anãos, e altamente modificados na variabilidade morfológica e subespeciativa atual (sem estase exceto se olharmos para populações).
Palavras Chave: Piezoeletricidade nuclear, impactos, Vredefort, Crateras , Chicxulub, Popigai, Manicouagan, Hélio-3, Torio, Aceleração de decaimento, pico de radiações, pico de mutações, catástrofe, dilúvios globais, sedimentação, segregação e estatraificação espontânea (SEE), Paradoxo da Estase Morfológica, Degeneração, mutações, entropia, geocronologia, isótopos, chuva de asteroides, bombardeio intenso tardio, mercurio, lua, antipodal, dekkan, fossas marinas, anomalia geoide do oceano índico,
A hipótese de reset radiométrico por impacto catastrófico é fortemente apoiada por essas correlações empíricas. Um dos desafios mais surpreendentes à constância das taxas de decaimento nuclear emerge dos estudos sobre decaimento piezonuclear, um fenômeno onde forças mecânicas e pressões extremas aparentemente alteram as taxas de decaimento de elementos radioativos. As pesquisas de Cardone, Mignani e Petrucci (2009) apresentaram evidências experimentais de decaimento acelerado do tório[25] sob condições de cavitação ultrassônica em soluções aquosas, um resultado que contradiz diretamente os princípios estabelecidos da física nuclear.
Estas descobertas são particularmente relevantes no contexto geológico, onde minerais e rochas frequentemente estão sujeitos a pressões extremas durante eventos tectônicos, metamórficos ou de impacto. Se comprovado que pressões geológicas comuns podem alterar taxas de decaimento, isto significaria que amostras de rochas que sofreram histórias complexas de pressão poderiam apresentar idades radiométricas sistematicamente distorcidas.
Centenas ou milhares de impactos meteoríticos, principalmente os maiores (que são os "considerados" mais antigos), aceleraram decaimento radioativo, e as consequências não representam meros "ajustes" ou "correções" a serem aplicados, mas exigem que todo o edifício geocronológico construído ao longo de décadas pela geologia convencional, seja considerado apenas historia da ciência.[26][27][28][29][30][31][32][33][34][35][36][37][38]
O alicerce fundamental da datação radiométrica, seja através dos métodos U-Pb, K-Ar, Rb-Sr ou C-14, é a premissa de que as taxas de decaimento radioativo (conhecidas como meias-vidas) permanecem absolutamente constantes ao longo do tempo geológico e em qualquer condição espacial. Esta constância é postulada como sendo impermeável a fatores externos como temperatura, pressão, campos elétricos ou magnéticos, e reações químicas.[39]
Porém estudos[40][41][42],realizados em condições controladas, incluindo testes em aceleradores de partículas, que supostamente validariam a constância das taxas de decaimento em diferentes condições, análises comparativas entre diferentes sistemas isotópicos e minerais que, em teoria, deveriam produzir resultados congruentes se as taxas de decaimento fossem realmente invariáveis, revelaram o oposto. Este fenômeno físico bem documentado ocorre quando determinados cristais, ao serem submetidos a pressões extremas, geram cargas elétricas em suas superfícies. A magnitude destas tensões em eventos de impacto catastrófico pode ser suficiente para criar campos elétricos locais intensos e radiação de bremsstrahlung (radiação de frenagem).
Estas condições energéticas extremas podem potencialmente induzir dois fenômenos nucleares significativos:
1. Transmutação nuclear - a conversão de um elemento em outro através de reações nucleares induzidas pelo campo elétrico intenso.
2. Aceleração temporária das taxas de decaimento radioativo - alterando fundamentalmente o "relógio" usado na datação.
Ainda me recordo quando fui aluno de geologia da UFG - Universidade Federal de Goiás, quando a professora Dra Tereza Brod, reclamou dados anacrônicos de rochas um ao lado da outra, e os técnicos em datação condenaram sua metodologia; ela desabafava esse fato em sala de aula repetindo que não havia errado na metodologia, pois além de ser professora, pesquisadora sistemática, era filha de dois geólogos e esposa de um dos mais relevantes geólogos do Brasil. Hoje podemos compreender perfeitamente que quando testamos as mesmas rochas ao lado da outra com idades bem diferentes, ou estudamos velocidades de correntes elétricas que ultrapassam a barreira de coulomb, spallação e piezoeletricidade nuclear promovida por impactos, formando plasmas gigantes pelo alto diferencial de carga, e seus efeitos de tração de decaimento nuclear, entendemos perfeitamente porque houve "envelhecimento" de algumas rochas ao lado de outra que não foi afetada, ou teve menor conturbação nuclear.
Tais contradições são recorrentes e há publicações a respeito. Como destacado, "As datas publicadas sempre obedecem a datas preconcebidas..."[43]Richard L. Mauger (1977) argumenta que datas "no parque correto" são mantidas, enquanto as discordantes são descartadas.[44]Christopher R. C. Paul (1980) sugere que a convergência radiométrica é ilusória devido à exclusão seletiva.[45]Al-Ibraheemi et al. (2017) detectaram C-14 em fósseis de dinossauro com idades entre 22.000 e 39.000 anos.[46]Holdaway et al. (2018) demonstram que o carbono magmático desloca significativamente as idades por C-14, como no caso da erupção de Taupo.[47]Andrew Snelling, no projeto RATE, discute divergências entre métodos de datação e problemas com premissas fundamentais.[48]George Faure, em seu livro, documenta discrepâncias entre métodos como U-Pb, K-Ar e Rb-Sr.[49]A. Foscolos (2014) identifica contaminação por hidrocarbonetos como um erro sistemático no método C-14.[50]G. Brent Dalrymple (1991), apesar de defensor da datação radiométrica, admite o descarte de datas incoerentes.[51]mas muitos não declaram isso por falta de conhecimento ou por medo de ir contra o consenso , e ter que enfrentar retaliação dos sacerdotes da doutrina ideológica darwinista que como religião substituta (darwinismo depende muito dos milhões de anos para explicar a "criação" de todos os seres vivos) , domina com caneta de aço e perseguições aos cientistas "hereges", desde Darwin, a academia ainda hoje[52]. Elaine Howard Ecklund e Christopher P. Scheitle, que analisam as dificuldades enfrentadas pelos acadêmicos religiosos nos Estados Unidos, evidenciando casos de marginalização e estigmatização[53]. Além disso, a discussão sobre como preconceitos contra crenças religiosas afeta a inclusão e o ambiente acadêmico é abordada no artigo publicado no *Journal of Diversity in Higher Education*, que discute o impacto da discriminação religiosa[54]. A experiência de estudantes religiosos em universidades seculares é comprovada em um estudo qualitativo que revela as percepções desses alunos em ambientes predominantemente seculares[55].Por fim, uma reflexão sobre a diversidade religiosa e os desafios da tolerância no ambiente universitário é explorada por Michael J. Perry, que discute a relevância da religião na academia e os desafios associados[56]. Artigos científicos sobre cientistas perseguidos por suas convicções religiosas abordam os desafios que esses indivíduos enfrentaram ao longo da história. Um estudo importante é de Peter Harrison, que analisa a relação histórica entre ciência e religião, discutindo casos de perseguição a cientistas por suas opiniões[57].Outro artigo relevante é de Edward Grant, que explora como as convicções religiosas influenciaram a vida dos cientistas durante a Revolução Científica e os desafios que enfrentam[58]. A discriminação e os desafios enfrentados por cientistas religiosos em ambientes acadêmicos são investigados por Elaine Howard Ecklund e Christopher P. Scheitle, que discutem a luta entre fé e ciência[59].Finalmente, Michael Ruse discute como as influências pessoais de cientistas podem influenciar suas pesquisas e as repercussões que por suas próprias convicções[60]. Adicione-se preconceito quando religiosos defendem o criacionismo , eles terão que enfrentar uma tonelada de artigos e críticas.[61][62][63][64] Neste contexto, podemos calcular o peso polêmico e intolerante será questionar dados, preservação de tecidos orgânicos, considerar camadas sedimentares como estratos de catástrofes relacionadas a diluvios globais, ajuste fino, entropia genética, complexidade irredutível, etc. .[65][66][67][68]
Alterações térmicas e elétricas que reconfiguram sistemas geocronológicos. |
|
Chicxulub, Sudbury e Vredefort como exemplos de modificações geológicas radicais. |
Quando um grande bólido (meteoro, asteroide, etc.) impacta a Terra, ele libera uma quantidade colossal de energia em um intervalo curto de tempo, gerando condições físicas e químicas extremas, como pressão na ordem de gigapascais e temperaturas que podem ultrapassar milhares de graus Celsius. Essas condições incluem características de ionização, formação de plasma, e campos elétricos e magnéticos intensos. E mesmo que uma ou mais extinções tenham outras causas, os maiores impactos de asteroides/cometas antes (maiores) e durante o Fanerozoico não podem evitar ter camadas sedimentares deixadas e serem diretamente os responsáveis não apenas pela extinção dos dinossauros como se repete, mas por quase todo registro fóssil.[69]
Os métodos radiométricos, como o U-Pb (Urânio-Chumbo) e K-Ar (Potássio-Argônio), medem o declínio de isótopos radioativos ao longo do tempo. Um impacto violento pode:
Zerar o “relógio” geológico ao derreter minerais e reiniciar os sistemas isotópicos.
Reconfigurar isótopos e fases minerais de forma caótica, levando a leituras enganosas de idade muito mais antigas ou mais jovens.
Por exemplo, o zircão, um mineral comum em datação U-Pb, pode:
Minerais como quartzo são piezoelétricos. Pressões súbitas geram campos elétricos intensos, que podem:
O plasma pode atingir temperaturas de milhões de Kelvin por um breve instante. Embora especulativo, há hipóteses controversas de que isso possa causar transmutação local de elementos, mudando relações isotópicas e, consequentemente, as idades aparentes.
Um impacto de grande bólido pode “envelhecer” uma rocha em milissegundos. Se uma rocha pós-impacto apresenta isótopos que mostram 1 bilhão de anos, mas o evento ocorreu há milissegundos, o impacto criou uma assinatura isotópica enganosa, o que alguns chamam de “envelhecimento instantâneo”.
Um impacto de grande bólido pode “envelhecer” uma rocha em milissegundos ao alterar suas assinaturas isotópicas e estruturais. Os mecanismos incluem:
As crateras de Chicxulub, Sudbury e Vredefort são exemplos canônicos de como a geologia pode ser radicalmente modificada por eventos catastróficos. Estudos sobre esses locais mostram como impactos podem afetar a geocronologia e a interpretação das idades geológicas.[71][72]
A ideia de que a Terra experimentou uma chuva intensa de grandes asteroides (NEOs) no passado, especialmente durante períodos como o Pré-Cambriano e o Paleozoico, é suportada por diversas linhas de evidência geológicas e astronômicas.
Fragmentação e queda em cascata: Estudos mostram que grandes corpos parentais no cinturão de asteroides podem se fragmentar devido a colisões catastróficas, produzindo uma enxurrada de fragmentos menores que podem cruzar a órbita da Terra. Bottke et al. (2005) discutem a origem dos NEOs a partir de famílias de asteroides fragmentados, indicando que eventos de fragmentação em massa são fontes dominantes desses objetos próximos da Terra.[73]
Diminuição da taxa de impactos recentes: A cratera de impacto mais antiga da Terra, datada de cerca de 2 bilhões de anos, e a maior concentração de astroblemas em rochas antigas (Pré-Cambriano e Paleozoico) são evidências de que a frequência de grandes impactos diminuiu com o tempo. Isso é consistente com a modelagem dinâmica da população de NEOs, que sugere que os maiores corpos se fragmentaram e foram gradualmente removidos da órbita próxima da Terra.[74][75]
Número atual de NEOs: Estimativas indicam que existem cerca de 25.000 a 30.000 NEOs maiores que 140 metros (Mainzer et al., 2011; NASA NEO Survey). A redução no número de grandes corpos remanescentes apoia a ideia de uma população inicial muito maior que foi gradualmente eliminada por impactos e interações gravitacionais, corroborando a hipótese da chuva de asteroides no passado.[76]
A hipótese de uma chuva intensa de asteroides maiores durante eras mais antigas da Terra (Pré-Cambriano e Sedimentar) explica a alta densidade de astroblemas dessas épocas, bem como a discrepância entre o número atual de NEOs e o registro geológico de impactos.
Astroblemas e o registro geológico: Grieve (1991) destaca que a preservação de crateras antigas está fortemente influenciada por processos tectônicos e erosivos, mas o número elevado de crateras em rochas antigas indica uma taxa de impactos maior no passado.[77]
Fragmentação e origem dos NEOs: Bottke et al. (2002) e Morbidelli et al. (2002) argumentam que a fragmentação de asteroides e a subsequente dispersão dos fragmentos fornecem a origem mais plausível para a população atual de NEOs, explicando a presença contínua de pequenos corpos próximos da Terra.[78][79]
Implicações para a evolução planetária: A chuva de asteroides teria tido impactos significativos na evolução da Terra, influenciando desde a composição da crosta até eventos de extinção em massa.
34 autores liderados pelo Dr. Edward J. Steele, apresenta um bombardeio de asteroides como causa da “explosão” cambriana; bem como considera bombardeamento de bólidos como estando presentes nos principais pontos de mudança geológico-evolucionaria da terra[80][81]. Considerando a hipótese de que a Terra tenha sido submetida a um intenso cenário de chuva de asteroides, respaldado por evidências substanciais publicadas[82][83] e chamadas de chuva de asteroides ou bombardeio intenso tardio (Late Heavy Bombardment, LHB)[84][85], asteroides binários[86] , bombardeamento de asteroides[87], múltiplos impactos[88][89][90], quais implicações poderíamos extrair para a compreensão da história geocronológica[91], sedimentar[92], paleontológica e genética? Primeiro devemos considerar que a queda de grandes asteroides teria gerado um atrito colossal e efeitos como a "spallação", capazes de produzir isótopos radioativos nas rochas. Este fenômeno, aliado a fatores como piezoeletricidade nuclear[40][41][42], temperaturas instantâneas extremas, ondas sonoras e diferenciais de carga, resultou na formação de plasmas gigantes de alta velocidade de elétrons capaz de cortar a crosta continental em milisegundos. Esta elevada amperagem gerou elétrons em velocidades que ultrapassaram a barreira de Coulomb, promovendo a rápida decaída de nêutrons[93] e prótons, tanto de elementos pesados quanto leves, criando um ambiente de intensa radiação e calor que impactou todos os seres vivos. Além disso, os plasmas gerados pelos impactos de asteroides, advindos pela alta amperagem gerada pelo diferencial de cargas produzidos pelos grandes efeitos de atrito, piezoeletricidade e variações térmicas, contestam a premissa da "constância" do decaimento radioativo explicando, entre outros efeitos, a abundancia de Torio e Helio-3 nas crateras [94][95][96][97][98][99], constância esta que fundamenta as datações radiométricas. Essa nova perspectiva transforma a compreensão da cronologia geológica e histórica pois os grandes eventos de impacto produzem quantidade de Hélio-3 e Torio. Estudos detalhados de vidros de impacto associados a crateras como Chicxulub (México, ~180 km), Popigai (Rússia, ~100 km) e Manicouagan (Canadá, ~100 km) revelaram concentrações de Hélio-3 significativamente acima dos níveis de fundo terrestres, frequentemente por ordens de magnitude.
Uma hipótese[100] do Dr. Robert Kutz, baseada em impacto, propos que a depressão amazônica é resultado de deformação tectônica na intersecção de ondas de choque sísmicas originadas de dois grandes impactos planetários: o impacto de Chicxulub na Península de Yucatán (~66 Ma) e um impacto hipotético anterior próximo à Fossa das Marianas. O trabalho explora a possibilidade de amplificação antipodal em larga escala de energia sísmica e efeitos de interferência como mecanismos para deformação em escala continental. Usando ferramentas de geoinformática (ArcGIS, GPlates), dados topográficos e gravimétricos (SRTM, GEBCO, GRACE), e análogos planetários comparativos (Marte, Mercúrio, Lua), o estudo delineia um modelo geodinâmico sintético explicando a origem da bacia Amazônica como uma geoestrutura pós-impacto. Ormö et al. (2014)[101] documentam o primeiro impacto conhecido de um asteroide binário na Terra, evidenciando efeitos geológicos significativos. A análise de Hassler e Simonson (2001)[102] sobre registros sedimentares de impactos extraterrestres fornece evidências de eventos antigos. Glikson et al. (2004)[103] revelam múltiplas unidades de apocalipse de impactos antigos de impactos antigos, enquanto Heck et al. (2017)[104] investigam meteoritos raros comuns no período Ordoviciano. As camadas estraticadas em plano paralelo[105][106][107] refletem aprofundamento e demonstrações laboratoriais de Nicolas Steno[108] que remetem a modelos catastrofistas para a formação rápida das camadas[109] sedimentares[109][110] , muitas formadas por consequências de astroblemas, asteroides binários[86] , bombardeamento de asteroides[87], múltiplos impactos[88][89][90] , abrangência de sedimentação gerado por impactos verificado por padrão de micro-esférulas semelhantes em um terço do planeta[111], "queda catastrófica do nível de oxigênio, que é conhecido por ser uma causa de extinção em massa"[112][113], deriva continental causado por impacto[114][115][116]. Schmitz e Bowring (2001)[117] analisam como impactos extraterrestres[118] influenciaram a evolução geológica do planeta. Reimold e Gibson (1996)[119] fazem uma revisão abrangente da evidência geológica de cráteres de impacto. Bottke et al. [120] discutem as origens dos asteroides e suas implicações para chuvas de impactos[121][122][123][124]. A teoria da chuva de asteroides ou bombardeio intenso tardio (Late Heavy Bombardment, LHB) postula que a Terra e outros corpos do sistema solar interno sofreram uma grande quantidade de impactos de asteroides e cometas. Ironicamente não atentam para os efeitos radioativos destas quedas invalidando totalmente datações de relogios radiométricos baseados em taxas constantes entre 4,1 e 3,8 bilhões de anos atrás, bem como relogios de taxas mitocondriais devido ao pico acentuado entre 5.000 anos e a atualidade, logo após a diferenciação de mutações mitocondriais destacado nas 3 primeiras Ls matriarcais em franca acenção sob taxcas de acúmulo altíssimas como revela os gráficos abaixo:
Do ponto de vista da física nuclear e atmosférica, a entrada de um grande asteroide na atmosfera terrestre desencadeia uma sequência intensa de processos termodinâmicos, eletromagnéticos e nucleares, conforme descrito por estudos como o de Schuch (1991[125]). Na "Introdução ao estudo dos raios cósmicos e sua interação com a atmosfera terrestre."é citado que as medições teóricas e simulações indicam que esse processo pode gerar campos elétricos intensos na ordem de 10⁶ V/m, criando um potencial elétrico massivo ao redor do corpo celeste.[126][127]
Ao penetrar a atmosfera a velocidades superiores a 11 km/s, o asteroide sofre intenso atrito com as camadas atmosféricas[128], levando à compressão adiabática do ar em sua frente de choque. Este processo é caracterizado por uma transformação extremamente rápida da energia cinética em energia térmica, criando condições físicas raramente observadas na natureza[129].
O atrito gera um aquecimento extremo (>3000 K), suficiente para vaporizar parcialmente a superfície do próprio asteroide. Essa temperatura elevada provoca a ionização de gases atmosféricos, formando uma concha de plasma condutor ao redor do objeto que altera significativamente suas propriedades aerodinâmicas e eletromagnéticas.
Simultaneamente, forma-se um envelope de pressão hipersônica que intensifica ainda mais a fricção e o arraste. Este fenômeno é similar ao observado em reentradas de cápsulas espaciais, porém em escala muito maior e com consequências potencialmente catastróficas para a região de impacto.
Durante a queda de grande bólido, forma-se uma separação de cargas elétricas entre o plasma altamente ionizado e a crosta rochosa não-condutiva do asteroide. Isso pode gerar:
Correntes transientes de altíssima magnitude (ordem de mega-amperes);
Descargas tipo relâmpagos atmosféricos internos, semelhantes a sprites e jets azuis, mas com centenas de vezes mais energia.
No ponto de impacto com o solo ou com altitudes muito baixas (impacto aéreo), partículas de alta energia e o choque relativístico geram:
Espalação nuclear: núcleos atmosféricos são bombardeados por partículas de alta energia, liberando nêutrons livres e prótons[130];
Formação de partículas secundárias: múons, píons e radiação gama, conforme mostrado em cascatas atmosféricas de raios cósmicos.
O atrito gerado durante o impacto de um asteroide representa um dos aspectos mais energéticos desse fenômeno. Quando um corpo celeste atinge a superfície terrestre a velocidades hipersônicas, a fricção resultante da interação entre o projétil e o material alvo produz um aquecimento extremo, que pode atingir temperaturas superiores a 10.000°C em questão de milissegundos.
Este processo de aquecimento não se limita apenas ao ponto de impacto. A energia térmica se propaga radialmente através do solo, criando zonas concêntricas de metamorfismo térmico. Nas regiões mais próximas ao epicentro, o calor é suficiente para vaporizar instantaneamente rochas e minerais[131], transformando-os em um plasma de alta temperatura. Em zonas intermediárias, ocorre a fusão parcial ou total do material rochoso, enquanto áreas mais distantes experimentam recristalização e outras alterações mineralógicas devido ao choque térmico.
De acordo com os estudos de Zhang et al. (2008), esse atrito extremo também contribui para a aceleração de elétrons a altas energias, criando condições para reações nucleares nas rochas impactadas. O calor gerado pelo atrito provoca a excitação de elétrons nos átomos, resultando em ionização e, em casos extremos, na quebra de ligações nucleares.
Os efeitos térmicos do impacto persistem por períodos variáveis, dependendo da magnitude do evento. Grandes impactos podem criar anomalias térmicas que permanecem por décadas ou até séculos, alterando significativamente os padrões climáticos regionais e globais. Esse aquecimento prolongado tem implicações diretas para a sobrevivência de espécies nas áreas afetadas e pode desencadear efeitos em cascata nos ecossistemas terrestres.
Argumentou-se que os impactos devem ser excepcionalmente mais letais globalmente do que quaisquer outras causas terrestres propostas para extinções em massa devido a duas características únicas: (a) seus efeitos ambientais acontecem essencialmente instantaneamente (em escalas de tempo de horas a meses, durante as quais as espécies têm pouco tempo para evoluir ou migrar para locais de proteção) e (b) existem consequências ambientais compostas (por exemplo, céus como grelhadores enquanto ejecta reentram na atmosfera, incêndio global, camada de ozônio destruída, terremotos e tsunami, meses de subsequente "inverno de impacto", séculos de aquecimento global, envenenamento dos oceanos).Não apenas a rapidez das mudanças, mas também as consequências cumulativas e sinérgicas dos efeitos compostos, tornam o impacto de asteroide esmagadoramente mais difícil para as espécies sobreviverem do que crises alternativas. Vulcanismo, regressões do mar e mesmo efeitos repentinos de colapsos hipotéticos de plataformas continentais ou calotas polares são muito menos abruptos do que as consequências imediatas (dentro de algumas horas) em todo o mundo de um impacto; formas de vida têm muito melhores oportunidades em cenários de duração mais longa para se esconder, migrar ou evoluir.
O aumento instantâneo de temperatura representa um dos aspectos mais devastadores dos impactos de asteroides. No momento do impacto, a energia cinética do asteroide é convertida principalmente em energia térmica, gerando temperaturas que podem exceder dezenas de milhares de graus Celsius no ponto de colisão - valores comparáveis à superfície do Sol (Collins et al., 2005; Wünnemann et al., 2008). Durante o impacto de um grande bólido, temperaturas extremas são alcançadas quase instantaneamente, frequentemente excedendo vários milhares de graus Celsius. Como observado nos estudos de Melosh (1989[132]) e French (1998), estas condições são suficientes para causar fusão e vaporização de rochas-alvo, criando um ambiente onde a matéria existe em estados extremos raramente observados na Terra.
Este calor extremo vaporiza instantaneamente tanto o asteroide quanto as rochas no ponto de impacto, criando uma nuvem de vapor superaquecido que se expande rapidamente. O material rochoso vaporizado pode alcançar temperaturas de 8.000 a 10.000°C, formando uma pluma ascendente que se eleva na atmosfera (Artemieva & Morgan, 2009; Johnson & Melosh, 2012). Quando este material resfria e se condensa, pode precipitar como pequenas esferas de vidro (microtectitos) ou fragmentos angulares que são distribuídos globalmente em eventos de grande magnitude (Glass & Simonson, 2013).
A radiação térmica emitida pela pluma e pelos materiais ejetados pode causar incêndios em áreas extremamente distantes do ponto de impacto. No caso do impacto de Chicxulub[133][134], que causou a extinção também dos dinossauros, evidências sugerem que incêndios florestais em escala global foram desencadeados pela radiação térmica intensa que atingiu a superfície terrestre quando os fragmentos ejetados reentram na atmosfera, criando um fenômeno conhecido como "chuva de meteoros secundária" (Robertson et al., 2013; Bardeen et al., 2017).
O aquecimento atmosférico global que segue grandes impactos pode persistir por semanas ou meses. Este efeito estufa temporário mas intenso tem consequências profundas para os ecossistemas terrestres, especialmente para organismos sensíveis a variações de temperatura. Estudos de Melosh (1989) demonstram que, para impactos de magnitude suficiente, a temperatura da superfície terrestre pode aumentar o suficiente para causar a fervura dos oceanos superficiais, criando condições absolutamente incompatíveis com a maioria das formas de vida conhecidas. Pesquisas mais recentes de Toon et al. (2016) e Artemieva & Shuvalov (2016) confirmaram estes efeitos térmicos catastróficos usando modelos computacionais avançados de hidrodinâmica.
Um dos aspectos mais controversos e fascinantes da física de impactos de asteroides é a possibilidade de ocorrência de processos de fusão nuclear em pequena escala. A fusão nuclear, o mesmo processo que alimenta as estrelas, requer condições extremas de temperatura e pressão para superar a repulsão eletrostática entre núcleos atômicos e permitir que se fundam, liberando energia, a constância do decaimento radioativo é fundamental para a datação, mas fatores externos podem influenciar esses processos (Hu et al., 2015). Eventos cósmicos como chuvas de asteroides podem afetar a estabilidade isotópica (Tanaka et al., 2019). (Crawford & Schultz, 2014; Boslough & Crawford, 2008).[135][136][137][138]
Durante o impacto de grandes asteroides, as temperaturas no ponto de colisão podem atingir dezenas de milhares de graus Celsius, aproximando-se das condições encontradas na superfície do Sol. Simultaneamente, as pressões instantâneas podem exceder milhões de atmosferas (Melosh & Collins, 2019;[139] Pierazzo & Artemieva, 2012[140]). Nestas condições, particularmente no plasma de alta energia gerado pelo impacto, íons de elementos leves como hidrogênio, deutério e trítio podem ocasionalmente se aproximar o suficiente para que a força nuclear forte supere a repulsão eletrostática, resultando em fusão (Svetsov & Shuvalov, 2016[141]; Tagle & Hecht, 2006[142]).
Evidências indiretas de possíveis processos de fusão durante impactos podem ser encontradas na análise de isótopos anômalos em rochas impactadas. Por exemplo, concentrações incomuns de hélio-3, um produto típico de certas reações de fusão, têm sido identificadas em vidros de impacto (tectitos) (Koeberl et al., 2018[143]; Simonson & Glass, 2004[144]). Além disso, a presença de elementos leves com razões isotópicas alteradas poderia ser explicada por processos limitados de fusão nuclear (Qin & Humayun, 2020; Jourdan et al., 2012; Osinski & Pierazzo, 2013[145]).
É importante ressaltar que, se ocorrer, a fusão nuclear durante impactos seria um fenômeno localizado e de curta duração, não comparável em escala às reações contínuas que ocorrem no interior do Sol (Johnson & Melosh, 2022; French & Koeberl, 2010). No entanto, mesmo processos limitados de fusão contribuiriam para o inventário total de energia liberada durante o impacto e poderiam produzir assinaturas geoquímicas distintas que auxiliam os cientistas na identificação de antigos locais de impacto (Glass & Simonson, 2017; Reimold & Koeberl, 2014[146]; Wünnemann et al., 2016).
Um dos fenômenos mais espetaculares e energéticos resultantes do impacto de grandes asteroides é a formação de plasma[147][148][149][150][151][152][153] - um estado da matéria altamente ionizado composto por elétrons livres e íons positivos. Este quarto estado da matéria se forma quando temperaturas extremas e campos elétricos intensos provocam a separação dos elétrons de seus átomos, criando um gás condutor que pode interagir fortemente com campos eletromagnéticos.
Nos primeiros instantes após o impacto, a combinação de temperaturas que podem exceder dezenas de milhares de graus Celsius, campos elétricos gerados por efeitos piezoelétricos e a intensa pressão da onda de choque criam condições ideais para a ionização em massa do material vaporizado. O plasma resultante pode se estender por vários quilômetros acima do ponto de impacto, formando uma coluna luminosa visível a grandes distâncias.
A física deste plasma de impacto é extremamente complexa. Devido à alta amperagem - que pode atingir milhões de amperes - correntes elétricas massivas fluem através do plasma, gerando campos magnéticos intensos. Estes campos, por sua vez, podem confinar e direcionar o plasma, criando estruturas filamentares e vórtices. Relâmpagos gigantescos podem ser observados nessa fase, como resultado das diferenças de potencial elétrico e da alta condutividade do meio ionizado.
Um aspecto particularmente significativo desse fenômeno é que, no interior do plasma, elétrons podem ser acelerados a velocidades relativísticas. Conforme destacado por Zhang et al. (2008), essas partículas energéticas podem atingir energias suficientes para superar a barreira de Coulomb - a força de repulsão eletrostática entre partículas de mesma carga - permitindo interações com núcleos atômicos que normalmente seriam energeticamente desfavoráveis. Este mecanismo facilita tanto a spallação nuclear quanto, potencialmente, processos de fusão nuclear em pequena escala.
Produtos de Espalação: Isótopos leves como berílio-10, carbono-14 e cloro-36 produzidos por reações de espalação durante o impacto.
Razões Isotópicas Perturbadas: Sistemas isotópicos como Sm-Nd, Rb-Sr e U-Pb que mostram perturbações características causadas pelas condições extremas do impacto.
A spallação nuclear representa um dos fenômenos mais fascinantes e menos compreendidos associados aos impactos de asteroides. Este processo ocorre quando partículas de alta energia, geradas durante o impacto, colidem com núcleos atômicos nas rochas, fragmentando-os e liberando nêutrons, prótons e partículas alfa. O resultado é a produção de isótopos radioativos que normalmente não existiriam em abundância na crosta terrestre.
Durante um impacto de alta energia, os elétrons são acelerados a velocidades relativísticas devido ao imenso campo eletromagnético gerado. Esses elétrons energéticos, ao interagirem com os núcleos dos átomos presentes nas rochas, desencadeiam reações nucleares que alteram a composição isotópica dos elementos. Conforme indicado por Zhang et al. (2008), essa aceleração de elétrons durante impactos de asteroides pode atingir energias suficientes para induzir reações nucleares significativas.
Os isótopos radioativos formados por spallação funcionam como "relógios geológicos", permitindo aos cientistas datar eventos de impacto com precisão considerável. Elementos como berílio-10, alumínio-26 e cloro-36 são particularmente importantes nesse contexto, pois suas meias-vidas são conhecidas e sua presença anômala em rochas pode indicar exposição a eventos de spallação.
Além de seu valor como marcadores temporais, os isótopos radioativos produzidos por spallação também contribuem para o aumento da radiação local após o impacto. Esta radiação elevada pode persistir por períodos prolongados, dependendo das meias-vidas dos isótopos formados, e representa um fator adicional de estresse para os organismos sobreviventes nas áreas afetadas pelo impacto.
A barreira de Coulomb representa um dos princípios fundamentais da física nuclear, consistindo na força de repulsão eletrostática que impede que núcleos atômicos com cargas positivas se aproximem o suficiente para que ocorram reações nucleares. Em condições normais, esta barreira atua como um escudo protetor que mantém a estabilidade dos átomos, exigindo energias extremamente altas para ser superada.
Durante o impacto de grandes asteroides, no entanto, condições extraordinárias permitem que esta barreira seja temporariamente vencida. Os elétrons acelerados no plasma de alta energia gerado pelo impacto podem atingir velocidades próximas à da luz. Quando estes elétrons relativísticos colidem com núcleos atômicos, podem transferir energia suficiente para comprimir temporariamente a nuvem eletrônica, reduzindo efetivamente a distância entre núcleos vizinhos.
Além disso, as altíssimas temperaturas e pressões resultantes do impacto fornecem energia térmica adicional aos núcleos, aumentando a probabilidade de tunelamento quântico através da barreira de Coulomb. Este fenômeno, conhecido como efeito de tunelamento, permite que partículas com energia insuficiente para superar uma barreira energética ainda assim consigam atravessá-la, graças aos princípios da mecânica quântica.
A superação da barreira de Coulomb em ambientes de impacto tem implicações profundas para a geoquímica das rochas afetadas. Permite o decaimento acelerado de isótopos instáveis e facilita reações de transmutação nuclear, onde um elemento pode ser convertido em outro. Estas transformações nucleares contribuem para a formação de isótopos raros e elementos que normalmente não seriam encontrados nas concentrações observadas em rochas impactadas, fornecendo uma assinatura geoquímica única desses eventos catastróficos.
A barreira de Coulomb representa a energia necessária para interações nucleares. A superação dessa barreira é essencial em reações de fusão (Bertsch et al., 2014). A aceleração de elétrons pode ser facilitada por temperatura e ondas sonoras (McCoy et al., 2013).
Um dos fenômenos mais extraordinários associados aos impactos de grandes asteroides é o decaimento acelerado de partículas subatômicas, particularmente nêutrons e prótons. Em condições normais, prótons são extremamente estáveis (com meia-vida teórica superior à idade do universo), enquanto nêutrons livres têm uma meia-vida de aproximadamente 15 minutos antes de decair em um próton, um elétron e um antineutrino.
No ambiente de alta energia criado por um impacto de asteroide, as regras convencionais da física nuclear são temporariamente alteradas. As intensas forças eletromagnéticas geradas no plasma de impacto podem desestabilizar partículas subatômicas, tanto em elementos leves quanto pesados. Nêutrons podem ser ejetados dos núcleos através de reações de spallação e, uma vez livres, seu decaimento pode ser significativamente acelerado pelas condições extremas presentes.
Esse decaimento acelerado tem várias consequências importantes. Primeiro, contribui para a liberação adicional de energia na forma de radiação beta (elétrons de alta energia) e raios gama. Segundo, altera a composição isotópica das rochas impactadas, criando razões isotópicas anômalas que podem ser detectadas mesmo bilhões de anos após o evento. Terceiro, a transmutação nuclear resultante pode produzir elementos e isótopos raros, alguns dos quais radioativos com meias-vidas variáveis.
As evidências desse processo podem ser encontradas na análise detalhada de rochas impactadas. Concentrações anormais de certos isótopos, como hélio-3, berílio-10 ou neônio-21, são frequentemente interpretadas como evidências de reações nucleares induzidas por impacto. Estas anomalias isotópicas constituem uma "impressão digital" nuclear que permite aos geocientistas identificar e datar antigos eventos de impacto, mesmo quando outras evidências morfológicas já foram erodidas pelo tempo.
O efeito piezoelétrico, embora frequentemente associado a cristais como quartzo em aplicações tecnológicas, desempenha um papel significativo durante impactos de asteroides. Este fenômeno ocorre quando certos minerais, principalmente silicatos como quartzo e feldspato, geram uma diferença de potencial elétrico em resposta à deformação mecânica extrema causada pelo impacto[154].
Quando as ondas de choque do impacto se propagam através da crosta terrestre[155], exercem pressões instantâneas enormes sobre os cristais rochosos. Nos minerais piezoelétricos, essa compressão força um realinhamento das cargas elétricas internas, criando momentaneamente campos elétricos localizados de alta intensidade. Em rochas ricas em quartzo, como granitos e arenitos, esse efeito pode ser particularmente pronunciado, gerando diferenças de potencial da ordem de milhares de volts.
A emissão de radiação durante eventos de impacto de asteroides representa um aspecto crítico tanto para a compreensão da física desses fenômenos quanto para a avaliação de seus efeitos biológicos. Quando um grande asteroide colide com a Terra, múltiplos mecanismos contribuem para a liberação de diferentes tipos de radiação ionizante e não ionizante, criando um ambiente temporariamente hostil à vida.
A radiação térmica constitui a primeira e mais óbvia forma de emissão. O calor intenso gerado pelo impacto produz radiação infravermelha e luz visível em quantidades massivas, potencialmente causando incêndios em áreas distantes do epicentro. Para impactos verdadeiramente grandes, como o evento K-T de 65 milhões de anos atrás, estima-se que a radiação térmica tenha sido suficiente para aquecer a atmosfera global a temperaturas próximas de 100°C por várias horas.
A radiação ionizante, incluindo raios X, raios gama e partículas de alta energia (prótons, nêutrons e elétrons), é produzida através de vários processos nucleares já mencionados: spallação, decaimento acelerado e, em casos extremos, possíveis reações de fusão em pequena escala dentro do plasma de impacto. Essa radiação ionizante penetra profundamente em materiais orgânicos, danificando DNA e proteínas, e pode ser particularmente letal para organismos complexos.[156][157][158][159][160][161][162][163][164]
Esses campos elétricos transitórios contribuem para a ionização do ar e dos materiais vaporizado, facilitando a formação de plasmas. Além disso, podem interagir com os campos magnéticos gerados pela movimentação de material condutor durante o impacto, criando complexas interações eletromagnéticas. O efeito piezoelétrico também pode acelerar partículas carregadas, especialmente elétrons, ampliando os processos de spallação já mencionados.
As implicações desse fenômeno vão além da física imediata do impacto. Os campos elétricos gerados piezoeletricamente podem induzir reações químicas não convencionais nas rochas impactadas, contribuindo para a formação de minerais e compostos que normalmente não se formariam em condições geológicas padrão. Essas anomalias mineralógicas servem como importantes assinaturas geoquímicas que permitem aos cientistas identificar antigos locais de impacto, mesmo quando a morfologia da cratera já foi erodida.
Este artigo da Nature citado na tese de Crabtree sobre nosso frágil intelecto[165] e previsão de aumento exponencial de doenças neurológicas, nos mostra que houve inicio de acúmulo de genes deletérios entre 5 a 10.000 anos atrás, numa verdadeira explosão deles[166], como revela este estudo publicado[167]:
"Estudos em larga escala de variação genética humana relataram assinaturas de recente crescimento populacional explosivo, notáveis por um excesso de variantes genéticas raras, sugerindo que muitas mutações surgiram recentemente. Para avaliar quantitativamente mais a distribuição das idades de mutação, nós resequenciamos 15.336 genes em 6.515 indivíduos de ascendência americano e Africano Europeu e inferir a idade de 1.146.401 autossômicas variantes de nucleotídeo único (SNVS). Nós estimamos que cerca de 73% de todos os SNVs codificadores de proteínas e cerca de 86% de SNVs previsto para ser deletério surgiu nos últimos anos 5.000-10.000. A idade média dos SNVs deletérios variou significativamente entre vias moleculares e genes de doenças continha uma proporção significativamente maior de SNVs deletérios recentemente surgiram de outros genes. Além disso, os americanos europeus tiveram um excesso de variantes deletérias em genes essenciais e mendeliana doença em comparação com os afro-americanos, de acordo com fraca seleção purificadora, devido à dispersão Out-of-Africa".
Temos hoje segundo banco de dados BLAST entre 15 a 88 milhões de mutações com " um amplo espectro de variação genética, no total, mais de 88 milhões de variantes (84,7 milhões de polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs), 3,6 milhões de inserções/exclusões curtas (indels) e 60.000 variantes estruturais." [168][169][170][171]em genes germinativos 100.000[172]. Se temos um acúmulo 150 mutações deletérias a cada 25 anos (geração), fica fácil mensurar quando aproximadamente tivemos pureza genética[173]. Um dado super interessante resumiu o Dr. Marcos Eberlin[174], unindo as taxas mutacionais e picos percebidos, que se acumulam geração após geração, e em seguida dividindo por geração em relação ao total de mutações identificadas no genoma humano[175][176] . Descobrimos que a apenas 6 a 12.000 anos, ou em torno de 10.000 anos[177] nós tínhamos pureza genética[178] , ou seja, isso confirma o relato bíblico arqueológico de Gênesis quando fala dos ancestrais iniciais Adão e Eva[179][180], bem como confirma genealogias estatísticas em torno de 6.000 anos como distância temporal dos patriarcas ancestrais da humanidade [181][182][183][184][185][186][187][188][189] sendo que, desde 2004, já se admitia que dos atuais vivos, "o MRCA (ancestral comum mais recente) de todos os humanos atuais viveu apenas alguns milhares de anos atrás.[190] e que vivos e mortos não poderia estar tão afastados.
A mudança drástica no ser vivo indica mudança drástica de ambiente[191][192][193]. Não temos gigantes sendo produzidos pela evolução hoje, hoje, as poucas exceções das baleias e girafas estão em extinção, mas no registro fóssil os gigantes são abundantes[194][195][196][197][198] . A mudança de ambiente pressiona os seres vivos a se adaptarem, variarem, e consequentemente empobrecerem geneticamente, uma destas mudanças pode estar ligada a riqueza genética das espécies mães, e a atmosfera do planeta Terra, que detinha maior concentração de oxigênio, o que favorecia ainda mais as formas de vida, longevidade , tamanho, e maior comensalidade de microorganismos como vírus, bactérias e fungos . A oxigenação é fartamente citada na literatura como gerando múltiplos efeitos benéficos a saúde e diversas técnicas tem sido defendidas como ferramentas úteis nos tratamentos como câmaras hiperbáricas, ventiladores, balão de oxigênio e ozonioterapias[199]. O prefeito de Itajaí- SC, Brasil, médico, Dr. Volnei Morastoni, tem recomendado a aplicação retal de ozônio para pacientes que apresentem sintomas do novo coronavírus SARS-CoV-2 que manifesta Covid-19. Alguns ensaios clínicos tem sido publicados confirmando a eficiência desta técnica centenária para Covid-19[200] [201]. A técnica já conta mais de 3500 artigos no Pubmed e mais de 8000 artigos no Science Direct e desde a patente de Tesla em 1896 que se sabe dos múltiplos benefícios da ozonioterapia atuando no combate a 264 doenças incluindo efeitos antivirais, oxigenação, aspectos antinflamatórios e antidiabéticos[202][203][204], melhorando a circulação, combatendo hipertensão[205], grávidas hipertensas[206], doenças de pele[207] o que coloca a técnica como conversora de inúmeros benefícios conjuntos aos pacientes de risco, tantos, que ameaçam centenas de patentes de medicamentos, provocando perseguições de agencias do governo, e midia, muitas vezes controladas por lobbys da industria farmacêutica. Neste contexto dos benefícios do oxigênio, percebemos que a terra era ainda mais adaptável a vida , ainda mais bem projetada, e na sua falta, temos o aumento da entropia genética nas suas formas EGI e EGP (Entropia genética individual no envelhecimento e populacional no acúmulo de mutações genéticas germinativas).
A discrepância nas taxas de mutação pode ser interpretada à luz da teoria de que eventos catastróficos induzem picos de mutações. A radiação, como um agente mutagênico, pode explicar o aumento observado nas mutações modernas em comparação com as antigas. A chamada erroneamente de "seleção natural" quando não existe nada selecionando , pode atuar sobre essas mutações, favorecendo a sobrevivencia daquelas que conferem vantagens adaptativas em ambientes alterados [208]. No entanto, estas "vantagens" em geral são degenerativas como bacterias resistentes que foram simplificads , perdendo receptores e portanto não podem mais receptar antibióticos , sendo chamadas de resistentes por isso, alem disso o acúmulo destas mutações resistentes deletérias, leva à degeneração genética , ao aumento da suscetibilidade a doenças , ao empobrecimento do pool gênico pela eliminação das não "resistentes" e ao consequente aumento de frequencia de mesmos alelos deleterios.
A discrepância entre as taxas de acúmulo de mutações mitocondriais estimadas a partir de dados antigos e modernos representa um enigma na biologia evolutiva. Este artigo propõe que eventos catastróficos, particularmente aqueles associados à radiação intensa e estresse ambiental severo, induzem picos de mutação que explicam essa discrepância. Além disso, explora as implicações desses picos de mutação para a degeneração humana e a acumulação de mutações deletérias no genoma humano.
As mutações mitocondriais desempenham um papel fundamental na sub especiação degenerativa (que é chamada de evolução), diversidade genética e adaptação das populações. No entanto, a disparidade entre as taxas de mutação observadas em estudos modernos e as estimativas derivadas de amostras antigas, levanta questões significativas. As taxas modernas variam de 1 a 2 mutações por milhão de pares de bases por geração, enquanto as taxas estimadas em amostras antigas , que variam de 200 a 300 mutações acumuladas [209] quando comparadas as mutações atuais (~19k)[210] gera uma taxa de ~24 mutações mitocondriais por geração. Essa discrepância sugere que houve um pico de mutação neste intervalo, justificando assim este aumento exponencial, o que poderia ocorrer se houvesse um evento catastrófico repleto de radiações ionizantes seguido de efeito gargalo sob muitas mudanças ambientais abruptas.
Mutações Mitocondriais Antigas: O estudo de mutações em DNA antigo, extraído de múmias e outros restos humanos pré-históricos, fornece informações valiosas sobre a história evolutiva das populações. Estudos de múmias egípcias e outros restos humanos pré-históricos sugerem que as mutações mitocondriais acumuladas nessas populações podiam chegar a cerca de 200-300 variantes[211]. Análises de múmias nubianas do Sudão datadas de 2.000-3.000 anos atrás identificaram aproximadamente 150 mutações mitocondriais únicas [212].
Mutações Mitocondriais Modernas: Em contraste, os bancos de dados genéticos modernos revelam um acúmulo significativo de mutações deletérias na humanidade [7, 8]. O Projeto 1000 Genomas identificou um amplo espectro de variação genética, incluindo mais de 88 milhões de variantes, consistindo em 84,7 milhões de polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs), 3,6 milhões de inserções/exclusões curtas (indels) e 60.000 variantes estruturais. O número total de variantes de nucleotídeos únicos (SNVs) no DNA mitocondrial acumuladas em humanos modernos é de 19.811, conforme relatado pelo MITOMAP.
A radiação ionizante é um agente mutagênico conhecido que pode causar danos ao DNA, resultando em um aumento nas taxas de mutação [4][213]. Eventos como explosões nucleares, erupções vulcânicas e impactos de asteroides podem expor organismos a níveis elevados de radiação, levando a um acúmulo acelerado de mutações [5][214]. Além da radiação, outros estressores ambientais, como hipóxia severa, podem comprometer os sistemas de reparo do DNA [Lee et al., 2021][215].
Com base nos estudos mais relevantes sobre os haplogrupos L1, L2 e L3, conseguimos identificar diferenças específicas nas mutações mitocondriais do tipo SNP, com foco especial nas mutações por estresse oxidativo. Aqui está uma análise comparativa detalhada[216][217][218]:
Mais positiva (expansão fora da África) |
Estudos de DNA antigo revelaram padrões de mutação que coincidem com períodos de estresse ambiental, sugerindo que eventos catastróficos influenciam a diversidade genética[219]. A análise de populações que sobreviveram a desastres naturais mostra um aumento nas taxas de mutação em comparação com populações que não foram expostas a tais eventos[220].
As mutações oxidativas no DNA mitocondrial representam marcadores importantes para compreender como os organismos respondem ao estresse oxidativo, seja ele de origem ambiental, metabólica ou resultante de exposição a radiação. Nos haplogrupos L1, L2 e L3, identificamos padrões específicos destas mutações que podem ter relevância para a compreensão da adaptação humana a diferentes condições ambientais, incluindo possíveis períodos de aumento de radiação associados a eventos astronômicos.
Alteração moderada na oxidação do NADH |
SNPs funcionais relacionados a bioenergética |
Estas diferenças sugerem trajetórias evolutivas distintas, possivelmente influenciadas por diferentes exposições a radiação ou outras fontes de estresse oxidativo ao longo da história evolutiva humana. A correlação temporal entre o surgimento destes haplogrupos e períodos de possível aumento de atividade astronômica, como bombardeios de meteoritos, oferece uma perspectiva intrigante sobre possíveis fatores externos que podem ter influenciado a evolução do genoma mitocondrial humano.
Kenney et al. (2014)[221] observaram que haplogrupos africanos (L1/L2) mostravam maior resistência ao estresse oxidativo, com perfil de SNPs menos propenso a mutações patogênicas em comparação com linhagens europeias. Wallace (2013)[222] propôs que as mutações acumuladas ao longo da linhagem L1 → L3 incluíram SNPs funcionais favorecendo o desempenho bioenergético em ambientes menos tropicais, onde o estresse oxidativo e térmico mudou. Ma et al. (2014)[223] identificaram que L2 e L3 contêm SNPs associados a adaptação metabólica, sendo alguns compatíveis com pressões de radicais livres em ambientes novos.
O dano direto ao DNA por radiação e toxinas, junto com o estresse celular, pode resultar em um reparo de DNA prejudicado[224]. O impacto na fidelidade da replicação do DNA mitocondrial pode contribuir para a acumulação de mutações[225]. A exposição a radiações ionizantes superiores a 2 Gray resulta em uma deterioração significativa na atividade da PARP1, uma enzima crucial na detecção de lesões de DNA [Smith et al., 2022][226]. A hipóxia severa, frequentemente associada a eventos catastróficos, compromete significativamente os sistemas de reparo do DNA em níveis moleculares [Lee et al., 2021][227]. A radiação ionizante induz degradação proteolítica de sensores críticos como PARP1 e componentes do complexo MRN, comprometendo os mecanismos de reparo [Kim et al., 2020][228].
Picos de mutação podem atuar como um motor de rápida adaptação, onde mutações mitocondriais desempenham um papel chave na degradação humana[229].A flagrante discrepância nas taxas de mutação pode ser interpretada à luz da teoria de que eventos catastróficos induzem picos de mutações. A radiação, como um agente mutagênico, pode explicar o aumento observado nas mutações modernas em comparação com as antigas históricas. A seleção natural (sobrevivência natural empobrecedora e diminuidora do pool gênico, porque a natureza não tem capacidade de selecionar nada) pode atuar sobre essas mutações, favorecendo aquelas que conferem vantagens adaptativas em ambientes alterados [230]. No entanto, o acúmulo de mutações deletérias leva à degeneração genética e ao aumento da suscetibilidade a doenças.
Portanto, uma vez que os impactos de NEA inevitavelmente aconteceram, é plausível que eles — e principalmente apenas eles — causaram as extinções em massa na história da Terra (como hipotetizado por Raup), mesmo que faltem provas para extinções específicas. Que outro processo poderia possivelmente ser tão eficaz? E mesmo que uma ou mais extinções tenham outras causas, os maiores impactos de asteroides/cometas durante o Fanerozoico não podem evitar ter deixado vestígios no registro fóssil.[231]
Novos modelos sobre a formação do manto terrestre tem sido propostos principalmente por equipes de geofísicos criacionistas ligados a John Baumgardner[232] que também questionou métodos absolutos, por meio de testes que contrastam idades atribuídas pela onipresença inesperada de carbono 14 (devido sua meia-vida curta) em materiais de origem orgânica incrustados em rochas consideradas antigas em torno de milhões e bilhões de anos[233][234]
Toda a terra está repleta de sinais de gigantescas catástrofes com inumeráveis sinais texturais e sedimentológicos[235] revelam que ocorreram recentemente, os mares de sal, as camadas de pré-sal contendo petróleo advindo de sepultamento de florestas de algas marinhas misturadas a seres vivos , as pedras ígneas gigantescas espalhadas no mundo como as inumeráveis pedras de Petrópolis, pão de açucar e corcovado (Rio de Janeiro no Brasil, que é uma plataforma soerguida, uma espécie de bolha da plataforma marinha) e quatrilhões de pedregulhos grandes e pequenos espalhados na terra. As crateras de asteroides múltiplos, a imensa largura e extensão de camadas sedimentares até o pleistoceno, contrastadas com as de largura de deltas atuais (que continuarão se formando sob mesmo padrão de largura), as formações ígneas com pouca sedimentação ou desgaste acima dos(a) mesmos(a) , atestam que aqui um acidente gigantesco e terrível acabou de acontecer. Algumas perspectivas isócronas também combinam com a hipótese de chuva de asteroides recentes como:
1)Carbono 14 em quantidade datável , presente em rochas do fanerozoico, consideradas como tendo 300-500 milhões de anos, e também em diamantes incontamináveis incrustados nestas rochas, foram testados no laboratório de Los Álamos pelo geofísico Dr. John Baumgardner e equipe , publicaram em 2004, e revelaram que tais rochas são recentes e não podem possuir a idade de centena de milhões de anos e nem mesmo de mais de 50-70 mil anos. Novos modelos sobre a formação do manto terrestre tem sido propostos principalmente por equipes de geofísicos criacionistas ligados a John Baumgardner[236] que também questionou métodos absolutos, por meio de testes que contrastam idades atribuídas pela onipresença inesperada de carbono 14 (devido sua meia-vida curta) em materiais de origem orgânica, incrustados em rochas consideradas antigas em torno de milhões e bilhões de anos[237][238]
2) Trilhões de Pedras pontiagudas na terra revelam existir recentemente pois suas pontas estariam desgastadas caso fossem velhas. Num mesmo terreno encontramos uma ao lado de outra , uma arredondada e outra pontiaguda . Ora, a erosão que arredondou as arestas de uma de mesmo material no mesmo terreno não foi capaz de arredondar a outra? Sua repetição nos estratos geológicos une sua idade recente umas as outras, além de revelar um desastre gigantesco recente que as fabricou.
3) Rochas pouco desgastadas por impactos de águas enérgicas em cachoeiras de vários terrenos considerados velhos, une as mesmas a um tempo recente e comum.
4) Repetição das formas fósseis sob a luz da observação evolutiva modificacional ou da forte influência que o ambiente exerce mudando as formas (morfologia) dos seres vivos, nos declara que esta reprodução morfológica em "estase", permanente, das mesmas formas, de taxonomia repetida, apenas confirma que viveram sob um mesmo período e sob um mesmo ambiente, onde nossa observação do comportamento plástico dos seres vivos, condena a ideia de que pertenceram a tempos distintos por supostos milhões de anos. A reprodução de formas fósseis dos seres vivos (Simpson, 1944[239],Benton 2009[240]) demonstra ainda o sepultamento de quase todas as populações de espécies na terra (pois se há mudanças ambientais e de tempo, nunca tivemos permanência das mesmas formas físicas). E mesmo que uma ou mais extinções tenham outras causas, os maiores impactos de asteroides/cometas antes (maiores) e durante o Fanerozoico, não podem evitar ter vestígios deixados ou serem os responsáveis pelo registro fóssil.[241]
5) A meia-vida curta do DNA (sobretudo sob picos de mutações/radiações), o intransponível tempo de espera para explicação inclusive o saltacionismo evolutivo de Gould[242][243][244][245][246][247][248][249][250][251][252], explicitado nas publicações de vários cientistas, entre eles, John C Sanford[253][254][255][256][257], junto com o geofísico John Baumgardner e outros, ao mesmo tempo que encurta a possibilidade de tempo dos seres vivos na terra[258][259], reúne todos os seres vivos a uma época recente.
6) A queda de grandes bólidos e seus efeitos elétricos criando plasmas tem o poder de destruir a confiança na "constância de decaimento" em sistema "fechado" e nos faz prever rochas "envelhecidas radiometricamente" pela tração dos ponteiros do relógio radiométrico como demonstrar inúmeras técnicas patenteadas de descontaminação usando tração de decaimento em sistemas de tração de partículas e funcionamento de tokamaks acelerando elétrons. A decisão de acontecimentos separados pelo tempo , como a queda do Chicchulub tendo causado o Dekkan (Richards, 2015[260] Chatterjee, 2008[261]) nos impedem de aceitar que tais acontecimentos unidos um ao outro, estejam separados por milhões de anos. Uma hipótese [262] do Dr. Kutz, baseado em impacto, propõe que a depressão amazônica é resultado de deformação tectônica na intersecção de ondas de choque sísmicas originadas de dois grandes impactos planetários: o impacto de Chicxulub na Península de Yucatán (~66 Ma) e um impacto hipotético anterior próximo à Fossa das Marianas. O trabalho explora a possibilidade de amplificação antipodal em larga escala de energia sísmica e efeitos de interferência como mecanismos de deformação em escala continental. Utilizando ferramentas de geoinformática (ArcGIS, GPlates), dados topográficos e gravimétricos (SRTM, GEBCO, GRACE), e análogos planetários comparativos (Marte, Mercúrio, Lua), o estudo delineia um modelo geodinâmico sintético explicando a origem da bacia Amazônica como uma geoestrutura pós-impacto; Hipotetiza-se que a interferência de ondas sísmicas e tensão tectônica criada após os impactos pode ter moldado uma espécie de centro côncavo entre os Andes e a Cordilheira Meso-Atlântica, que favorece tanto o acúmulo de água quanto o desenvolvimento de um clima úmido e um ecossistema único na Amazônia. Com efeito, a Amazônia não seria apenas uma bacia geológica, mas uma estrutura secundária - formada como resultado de eventos de impacto de alcance global. O primeiro evento-chave neste modelo é um alegado impacto na região da atual Fossa das Marianas, que pode ter ocorrido antes da ruptura de Gondwana. A hipotética queda de um grande corpo celeste com alta energia cinética nessa área poderia ter gerado uma enorme onda sísmica, deformando a crosta oceânica e continental no lado oposto do planeta. Essa ocorrência antípoda pode ter resultado na formação da elevada Cordilheira Meso-Atlântica, que é hoje a linha limítrofe de propagação de placas litosféricas. As hipóteses de impacto também assumem que a Cordilheira Meso-Atlântica - em vez de ser unicamente o resultado da deriva continental - pode ter sido parcialmente formada como resultado do soerguimento antipodal da crosta terrestre após o impacto na região da Fossa das Marianas. Isso confere à estrutura da cordilheira características muito mais dinâmicas e cataclísmicas do que se assumiu anteriormente, com implicações importantes para a geo-história do Atlântico e sistemas terrestres associados, incluindo a Amazônia. Imprtante deliniar o efeito dominará estes impactos, como tendo possível relação.
8) Tecidos moles de minúsculos "bifes" endurecidos
de tiranossauro-rex preservados nos impedem de concluir que sua
extinção foi a muito tempo, mas combina entre evidências de
evidências (76) que ela foi recente e não a 68 milhões de anos
como a geocronologia convencional afirma. fossilização) de
tiranossauro -rex, datados em "absurdos" chamados de
"absolutos" 68 milhões de anos, refutados aqui e ofertas
de outros como Triceratops horridus onde se diz (Armitage,
2013)[263].
Enquanto a geocronologia se mativer "absoluta" a ciência se transforma mais em uma stand up de comédia tentando nos convencer da milagrosa preservação de moléculas orgânicas [264][265][266][267][268][269][270] que um ambiente consciente que dialoga com a realidade e idade real de orgânicos.
9)A humanidade teve pico de acúmulo de genes deletérios entre 5 a 10.000 anos atrás e mais precisamente entre 2 e 6.000 anos atrás
Este artigo da Nature relatou na tese de Crabtree sobre nosso intelecto frágil[271] e previsão de aumento exponencial de doenças neurológicas, nos mostra que houve início de acúmulo de genes deletados entre 5 a 10.000 anos atrás, numa verdadeira explosão deles[272], como revela este estudo publicado[273]:
"Estudos em larga escala de variação genética humana dizendo assinaturas de recente crescimento populacional explosivo, notáveis por um excesso de variantes genéticas raras, revelando que muitas mutações surgiram recentemente. Para avaliar quantitativamente mais a distribuição das idades de mutação, nós resequenciamos 15.336 genes em 6.515 indivíduos de ascendência americana e Africano Europeu e inferir a idade de 1.146.401 variantes autossômicas de nucleotídeo único (SNVS). Nós estimamos que cerca de 73% de todos os SNVs codificadores de proteínas e cerca de 86% de SNVs previstos para serem excluídos nos últimos anos 5.000-10.000. deletérios em genes essenciais e mendeliana doença em comparação com os afro-americanos, de acordo com briga seleção purificadora, devido à dispersão Out-of-Africa".
Temos hoje o segundo banco de dados BLAST entre 15 a 88 milhões de mutações com " uma ampla espectro de variação genética, no total, mais de 88 milhões de variantes (84,7 milhões de polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs), 3,6 milhões de inserções / exclusões curtas ( indels) e 60.000 variantes estruturais[274][275][276]em genes germinativos 100.000[277]. Se temos um acúmulo de 150 mutações deletérias a cada 25 anos (geração), fica fácil mensurar quando aproximadamente natureza pureza genética[278]. Um dado super interessante resumo do Dr. Marcos Eberlin[279], unindo as taxas mutacionais e picos percebidos, que se acumulam geração após geração, e em seguida dividindo por geração em relação ao total de mutações identificadas no genoma humano[280] . Descobrimos que a apenas 6 a 12.000 anos, ou em torno de 10.000 anos[281] nós temos pureza genética[282][283][284][285][286][287][288] e que vivos e mortos não poderiam estar tão afastados; ou seja, isso confirma o relato bíblico arqueológico de Gênesis quando fala dos ancestrais iniciais Adão e Eva[289][290], bem como confirma genealogias estatísticas em torno de 6.000 anos como distância temporal dos patriarcas ancestrais da humanidade [291][292][293][294][295][296][297][298][299] sendo que, desde 2004, já se admitia que dos atuais vivos, "o MRCA (ancestral comum mais recente) de todos os humanos atuais viveu apenas alguns milhares de anos atrás.[300]
11) O Contraste fóssil revela catástrofe que modificou o ambiente
A mudança drástica no ser vivo indica mudança drástica de ambiente[301][302][303]. Não temos gigantes sendo produzidos pela evolução hoje, hoje baleias e girafas estão em extinção, mas no registro fóssil eles são abundantes[304][305][306][307][308] . A mudança de ambiente pressionou os seres vivos a se adaptarem, variando, e consequentemente empobrecerem geneticamente, uma dessas mudanças pode estar ligada à atmosfera do planeta Terra, que tem maior concentração de oxigênio o que favorece ainda mais as formas de vida, longevidade, tamanho, e controle de patógenos como vírus, bactérias e fungos. ventiladores, balão de oxigênio e ozonioterapias[309]. O prefeito de Itajaí-SC, Brasil, médico, Dr. Volnei Morastoni, tem recomendado a aplicação retal de ozônio para pacientes que apresentam sintomas do novo coronavírus SARS-CoV-2 que manifesta Covid-19. Alguns ensaios clínicos foram publicados confirmando a eficiência desta técnica centenária para Covid-19[310] [311]. A técnica já conta com mais de 3.500 artigos no Pubmed e mais de 8.000 artigos no Science Direct e desde a patente de Tesla em 1896 que se sabe dos benefícios múltiplos da ozonioterapia atualmente no combate a 264 doenças incluindo efeitos antivirais, oxigenação, aspectos antiinflamatórios e antidiabéticos[312][313][314], melhorando a circulação, combatendo a hipertensão[315], grávidas hipertensas[316], doenças de pele[317] o que coloca a técnica como converte de benefícios conjuntos a pacientes de risco, tantos, que ameaçam centenas de patentes de medicamentos, provocando perseguições de agências do governo, e da mídia, muitas vezes controladas por lobbys da indústria farmacêutica. Neste contexto dos benefícios do oxigênio, percebemos que a terra era ainda mais adaptável a vida, ainda mais bem projetada, e na sua falta, temos o aumento da entropia genética nas suas formas EGI e EGP (Entropia Genética Individual no envelhecimento que vai acumulando mutações , e EGP, populacional, onde as populações vão acumulando mutações e empobrecendo seu pool gênico).
Um grupo de geólogos catastrofistas, especialistas em sedimentação, consideram camadas sedimentares não como se fossem amostras de períodos, mas como estratos extraídos e segregados (SEE- segregação e estratificação espontânea) por fluxo de marés , tusumanis gigantescos, turbiditos gigantes , ventos fortes, e essa abordagem foi demonstrada em laboratorio e publicada[318][319] pelos geólogos do site www.sedimentology.fr.; tais segregações sedimentares só poderiam ser separadas de gigantesco aporte sedimentar advindo de grande erosão produzida por movimentos de marés globais que resultaram em muito material erodido, criando ajuntamentos de materiais comuns, como minas, gigantesco acervo de areais e tiras horizontais de sedimentos uniformes de material fisico quimico comum, como podemos verificar em milhões de barrancos na beira de estradas. Tais camadas enterrariam diversas vezes o mundo globalmente, explicando assim a amostragem fóssil caracterizada pela repetição morfológica[320][321][322][323] que é ainda considerada pelo modelo atual de "paradoxo" ou anomalia da estase morfológica, (devido se exigir variabilidade morfológica atuando pelos motores modificacionais evolutivos da morfologia das espécies onde a "estase fenotípica de longo prazo é frequentemente observada no registro fóssil, mas não é facilmente prevista pela teoria microevolutiva"[324]), que sepultaram amostras de populações confirmando assim a previsão de sua morfologia repetida (Valor Preditivo Positivo (VPP)). Uma sequencia de impactos se ajusta as extensas camadas sedimentares, como as observadas entre os períodos Ediacarano-Cambriano e Pleistoceno (largas , espessas e compridas de material fisico quimico comum ) diante das quais, as camadas que se formam na atualidade não espelham tal tipo de formação , porque são finas, curtas, e não são largas produzidas por mar largo de sedimentos, mas apenas no máximo na largura de "deltas" de sedimentos. Muito menos possuem repetição de um mesmo material fisico quimico, o que ocorre por SEE.
Adicionalmente, a presença de incontáveis pedrinhas que possuem tendencia de arredondamento, estarem ainda preservadas com arestas, indica que o evento que produziu esta infinidade de pedrinhas foi global e foi relativamente recente, caso contrário estariam arredondadas pela erosão natural. O mesmo se aplica, a rochas resistentes embaixo de cachoeiras e/ou contra encostas, que recebem constantemente impacto forte de aguas energéticas não terem sofrido erosão já que "itararé" na língua tupi-guarani, que significa a sabedoria milenar observada por estas indios que "agua mole em pedra dura tanto bate até que fura" e o fato de não estarem desgastadas no local da batida das aguas , indica que todo cenario de pedras despedaçadas foi formado faz pouquíssimo tempo.
Os plasmas gerados por quedas de agrandes asteroides podem ter causado fraturas na crosta continental, resultando em uma rápida separação dos continentes, explicando a falta de distribuição da fauna e da flora que se daria caso a separação continental fosse lenta e demorasse milhões de anos como se apregoa. Essa realidade explica a alta taxa de endemismo, como observada na fauna australiana (80%), e o desenvolvimento isolado de diversas milhares de espécies, como por exemplo, as jabuticabas apenas no Brasil, os elefantes, leões e hipopótamos somente na África, enquanto fomos ancestrais em dois continentes.
Deduzimos que a radiação resultante da superação da barreira de Coulomb prejudicou o DNA, gerando inúmeras mutações, predominantemente do tipo SNPs, com destaque aos subtipos oxidativos gerados por radiação. Isso pode explicar a baixa diversidade de mutações genéticas observadas nas múmias (~5.000 anos atrás) em relação à atualidade, onde uma taxa de acúmulo de alterações por geração é, em média, de apenas 0,024 mutações mitocondriais por geração. Este pico de lesões indica momento de muita radiação, e também explica porque a sobrevivência humana em contextos de endogamia foi facilitada, já que sem este pico, as populações antigas apresentaram uma carga mutacional reduzida e, portanto, não apresentaram ameaça endogâmica ao cruzamento entre parentes, bem como os cruzamentos iniciais pós catástrofe raioativa, apresentam disparidade de lesões, como podemos perceber nas 3 Ls matriarcais, justificando assim porque são raros os relatos de natimortos ou mal formados na antiguidade sob forte estresse endogâmico. Quando comparamos as mutações em múmias antigas, que apresentaram um número significativamente baixo de alterações genéticas (300 mutações mitocondriais), em contraste com as 19.981 mutações registradas na humanidade contemporânea, conforme mapeado pelo banco de dados MITOMAP,ORG , deduzimos , como outras publicações já identificamos , que houve um pico [325][326][327] há alguns milhares de anos atrás.
Por fim, propomos um novo modelo integrado que abarca a catástrofe global recente, chuva de asteroides, o falseamento e invalidação absoluta das dados radiométricos "absolutas", o sepultamento de formas repetidas nos fósseis como amostragem estatística de sepultamento de população e não de amostras intercaladas por supostos milhões de anos as quais não estariam repetidas já que plásticas nos seres vivos (chamadas de evolução) é um fato, a ocorrência de dilúvios globais, o pico de e a revisão dos relógios mitocondriais ou genéticos, que não podem também se basear em taxas médias constantes assim como relógios radiométricos, diante desses fatos de implicações nucleares, não podem mais se basear em constância de decaimento. Este é o fim dos relógios.
Uma hipótese[328] do Dr. Robert Kutz, baseado em impacto, propõe que a depressão amazônica é resultado de deformação tectônica na intersecção de ondas de choque sísmicas originadas de dois grandes impactos planetários: o impacto de Chicxulub na Península de Yucatán (~66 Ma) e um impacto hipotético anterior próximo à Fossa das Marianas. O trabalho explora a possibilidade de amplificação antipodal em larga escala de energia sísmica e efeitos de interferência como mecanismos de deformação em escala continental. Utilizando ferramentas de geoinformática (ArcGIS, GPlates), dados topográficos e gravimétricos (SRTM, GEBCO, GRACE), e análogos planetários comparativos (Marte, Mercúrio, Lua), o estudo delineia um modelo geodinâmico sintético explicando a origem da bacia Amazônica como uma geoestrutura pós-impacto
Por fim, propomos um novo modelo integrado que abarca catástrofe global recente, chuva de asteroides, o falseamento e invalidação absoluta das datações radiométricas "absolutas", o sepultamento de formas repetidas nos fósseis como amostragem estatística de sepultamento de populações e não de amostras intercaladas por supostos milhões de anos as quais não deveriam estar repetidas já que modificações plásticas nos seres vivos (chamadas de evolução) é um fato , a ocorrência de dilúvios globais, o pico de mutações e a revisão dos relógios mitocondriais ou genéticos, que não podem tambem se baseiar mais em taxas médias constantes assim como relogios radiométricos , diante destes fatos de implicações nucleares, não podem mais se basear em constancia de decaimento. Este é o fim dos relogios.
Crateras de impacto são estruturas geológicas formadas por colisões de asteroides ou cometas com a Terra ou outros corpos celestes. O gráfico demonstra a correlação entre o diâmetro, a idade e a profundidade dessas crateras, sugerindo que crateras maiores e mais profundas tendem a ser mais antigas e podem apresentar distorções em suas estimativas de idade devido a efeitos como reset isotópico ou alteração radiogênica.[329] Exemplos incluem a Cratera Vredefort, a maior conhecida na Terra, e comparações com estruturas como Imbrium na Lua.
Vredefort (África do Sul): Com cerca de 300 km de diâmetro, é frequentemente datada em aproximadamente 2,02 bilhões de anos, mas demonstramos superestimação devido a deformações tectônicas e magmáticas.[330] Isso pode refletir um reset isotópico completo causado pela magnitude do impacto.
Sudbury (Canadá): Diâmetro estimado em 130–250 km, datada em cerca de 1,85 bilhões de anos, associada a depósitos de metais e deformações geológicas que poderiam influenciar a datagem.[331]
Popigai (Rússia): Com 100 km de diâmetro, datada em aproximadamente 35 milhões de anos (Eoceno tardio), tambem demonstra ter sua idade influenciada por deformações na crosta do cráton Siberiano.[332]
Imbrium (Lua): Mais de 1.000 km de diâmetro e estimada em 3,8 bilhões de anos, serve como exemplo de como impactos massivos podem causar fusão e alteração isotópica.[333] além de hipotetizarmos que o impacto de magma veio da terra.
A análise estatística indica correlações fortes entre diâmetro, idade e profundidade das crateras. Por exemplo:
Correlação entre diâmetro e idade: Coeficiente de Spearman (ρ) = 0,83 e Pearson (r) = 0,84, sugere que crateras maiores tendem a ser mais antigas, possivelmente devido a distorções isotópicas.[334]
Correlação entre diâmetro e profundidade: Spearman (ρ) = 0,94 e Pearson (r) = 0,76, indicando que impactos maiores atingem camadas mais profundas, levando a maior fusão e alteração mineralógica.[335]
Correlação entre idade e profundidade: Spearman (ρ) = 0,94 e Pearson (r) = 0,93, o que pode ser explicado por "inflação de idade" devido a resfriamento isotópico incompleto ou efeitos físicos como espalação nuclear.[336]
Os dados sugerem que crateras maiores e mais profundas estão associadas a idades estimadas mais elevadas, o que pode não refletir sua idade real, mas sim efeitos como reset parcial de sistemas isotópicos, fusão e recristalização. Casos como a Cratera Zhamanshin (pequena, recente e rasa) mostram o oposto, com datagens mais confiáveis devido a menor interferência.[337] Essa análise reforça a ideia de que grandes impactos podem reiniciar ou distorcer relógios geológicos, destacando a necessidade de métodos de datagem aprimorados.
Considerando as reações a impactos em Mercúrio, onde material magnético é ejetado a alturas superiores à sua circunferência[338], é possível que algum asteroide ou um Bombardeio Pesado Tardio (LHB)[339] na Terra tenha material ejetado para a Lua. Esta hipótese pode explicar a conformação magnética diferenciada do lado visível voltado para a terra , em contraste com suas crateras em seu lado oculto.
Um impacto suficientemente massivo na Terra primitiva poderia ter ejetado grandes volumes de material do manto terrestre para o espaço[340]. A energia do impacto poderia vaporizar e impulsionar rochas e magma para além da velocidade de fuga da Terra explicando assim milhares de artigos cientificos que defendem que a vida veio do espaço quando na verdade ela foi pro espaço[341][342][343]
Parte desse material ejetado poderia ter sido capturada pela gravidade da Lua, especialmente se a Lua estivesse mais próxima da Terra na época[344]. Este material se acumularia na superfície lunar, contribuindo para a sua composição.
A composição do lado oculto da Lua difere do lado visível, com uma crosta mais espessa e maior concentração de certos elementos presentes em crateras como helio-3 e torio. A ejeção de material específico do manto terrestre, influenciada pelo ângulo e intensidade do impacto, poderia explicar essas diferenças.
A presença de elementos como tório (Th) e hélio-3 (He-3)[345] na superfície lunar pode ser explicada pela ejeção de material terrestre. A expansão gerada pelo impacto na Terra poderia ter produzido isótopos específicos que foram então depositados na Lua.
A forma geoide da Terra[346] pode refletir sobre as consequências de grandes impactos. Anomalias na distribuição de massa e na crosta terrestre são remanescentes de eventos de impacto podem ser significativas que foram desenvolvidas para a ejeção de material para a Lua.
Assim como os impactos em Mercúrio ejetaram material magnético a grandes distâncias[347], um impacto na Terra poderia ter resultados semelhantes em uma escala maior, devido à composição e estrutura interna da Terra.
Essa hipótese oferece uma explicação possível para a origem de parte do material lunar, ligando eventos de impacto terrestre à composição e características únicas da Lua.
Portanto, chegamos a conclusão que um novo modelo deve ser então sugerido para a historia geológica da terra, que deverá ser aprimorado, corrigido e acrescentado novos detalhes; mas que desde, já considerando os dados e deduções lógicas, acima mencionados, podemos propor uma tabela biopaleogeocronológica de historia da terra e dos seres vivos.
Hipotetizamos que um gigantesco asteroide colidiu com a Terra, fragmentando-se em poucos grandes pedaços e milhares de menores (que são os 25-30 mil NEos que orbitam a terra até hoje) . A maioria dos fragmentos maiores impactaram primeiro, formando diversas crateras (astroblemas). Muitas dessas crateras, como as de Vredefort, Sudbury e Popigai, foram subductadas, especialmente nas proximidades das fossas marinhas. O lado oposto da queda dos grandes asteroides tiveram rachada a crostas continental e grande manifestação vulcância (LIPs). À medida que os fragmentos menores caíam, a frequência dos impactos diminuía, havendo poucas exceções de grandes asteroides como o caso do Chicxulub. Atualmente, restam de 25 a 30 mil Objetos Próximos da Terra (NEOs) que ainda orbitam e ocasionalmente colidem com nosso planeta.
A primeira colisão ocorreu na área da anomalia do Oceano Índico, onde a forma geoide da terra se deu de forma semelhante observada em impacto mercurio, onde se criou um pico de magma, que no caso da terra próxima a lua, atingiu a Lua, formando os mares basálticos igneos visíveis hoje do lado que sempre está voltado pra terra , em contraste, com o lado oculto da Lua, que apesar de ter recebido milhares de impactos, não apresenta mares basálticos ígneos. Outra evidência desta hipótese é o estudo de crateras contendo alto teor de helio-3 e torio, que está presente nestes mares igneos na lua.
Esse evento fragmentou a crosta terrestre de pelo menos duas forms (plasma ou O efeito antipodal de impacto refere-se às potenciais consequências em uma região oposta ao local de um impacto de grande escala em um corpo celeste, como um planeta. Quando um objeto maciço atinge um corpo planetário, as ondas sísmicas geradas se propagam através do corpo. No ponto oposto à área de impacto, essas ondas podem se concentrar, causando efeitos geológicos notáveis, como terrenos contorcidos, vulcanismo ou outras características incomuns), dando início à rápida separação continental, que criou muitas Províncias Ígneas Grandes (LIPs), resultando em uma intensa atividade vulcânica e no início de um momento muito frio sem sol na terra devido as fumaças das LPIs (chamada de "Era do Gelo). Esse período deixou poucas famílias sobreviventes reabitando continentes que rapidamente se separaram, o que explica o endemismo em nível continental, em cima de um planeta com fosseis ancestrais arquétipos de mesma familkia, em praticamente todos os lugares, observado em inúmeros casos, sendo o mais emblemático , as 80% de especies, hoje, endêmicas da Australia.
A colisão também provocou diversos dilúvios, tsuamis gigantes, marés gigantes, transgressões e regressões marinhas , varrendo todo o planeta várias vezes, onde o mar arrastou sedimentos, formando camadas horizontais de material físico e químico, algo que a natureza ordinária não produz (portanto camadas sedimentares só podem ser estratos segregados por SEE desta imensa catástrofe e nunca períodos de tempo que a natureza caprichosamente escolhesse criar camadas horizontais uniformes). Esses movimentos erosivos resultaram em camadas sedimentares globais, grossas e extensas, contrastando com as deltas atuais. Esse fenômeno revela um acontecimento rápido, energético e único, com formações ígneas acima de sedimentação mínima e o enterramento abrupto de quase todas as populações ancestrais, transformando-as em fósseis repetidos, como demonstrado pela amostragem fóssil, evidenciando o paradoxo da estase morfológica que é uma amostragem estatística de sepultamento de populações, explicando assim familkias inteiras sepultadas em diversas camadas que classificamos como "explosões" cambrianas[348], das angiopermas e outrasbem como explicando que as extinções em massa se deram pelas idas e vindas das transgressões e regressões marinhas deixando um rastro de sepultamento de seres vivos que não apodreceriam ou seriam devorados, mas se tornariam nosso rico registro fóssil.
Tabela Cronológica dos Eventos
Estrutura geológica formada pelo impacto de um meteorito ou asteroide na superfície terrestre, frequentemente caracterizada por uma cratera circular e deformações nas rochas subjacentes.
Força de repulsão eletrostática que impede a aproximação de partículas com cargas iguais. No contexto do artigo, refere-se à barreira que normalmente impede reações nucleares e que seria superada em condições extremas geradas por impactos.
Período hipotético na história do Sistema Solar (entre 4,1 e 3,8 bilhões de anos atrás, segundo a cronologia convencional) durante o qual teria ocorrido um número anormalmente alto de impactos de asteroides.
Fenômeno onde as ondas sísmicas geradas por um grande impacto convergem no ponto diametralmente oposto ao local do impacto na superfície de um planeta, causando deformações geológicas significativas.
"Magnitude Global " = Expressão muito utilizada pelo professor de geologia Dr. Nahor Neves Souza Junior, para indicar aspectos que exigiram forças de efeitos globais
Método de determinação da idade de materiais baseado na medição de isótopos radioativos e seus produtos de decaimento. O artigo questiona a confiabilidade destes métodos em função de possíveis alterações nas taxas de decaimento causadas por eventos catastróficos.
Exemplos citados no texto incluem métodos U-Pb (Urânio-Chumbo), K-Ar (Potássio-Argônio), Rb-Sr (Rubídio-Estrôncio) e C-14 (Carbono-14).
Ciência que estuda a idade das rochas, fósseis e sedimentos. O artigo propõe que a geocronologia convencional seria invalidada pelos efeitos de reset isotópico causados por impactos de asteroides.
Tempo necessário para que metade da quantidade de um isótopo radioativo se transforme em outro elemento por decaimento. O artigo argumenta que este parâmetro não seria constante em condições extremas.
Estruturas formadas pelo choque de meteoritos ou asteroides com a superfície terrestre. O artigo menciona várias crateras importantes como Vredefort, Sudbury, Popigai, Chicxulub e Manicouagan, sugerindo correlações entre seu tamanho, profundidade e idade atribuída.
Processo pelo qual sedimentos se separam naturalmente em camadas distintas durante eventos de sedimentação rápida. Segundo o artigo, este fenômeno explicaria a formação de camadas sedimentares horizontais sem necessidade de longos períodos de tempo.
Processo no qual núcleos atômicos são fragmentados após colisões com partículas de alta energia, resultando na emissão de nêutrons, prótons e partículas alfa. Segundo o artigo, este fenômeno ocorreria durante impactos de asteroides, produzindo isótopos radioativos e alterando as relações isotópicas nas rochas.
Fenômeno em que minerais como quartzo, quando submetidos a pressões extremas, geram campos elétricos de alta intensidade. O artigo sugere que este processo poderia induzir reações nucleares em rochas impactadas, alterando suas características isotópicas.
Estado da matéria altamente ionizado formado durante impactos de asteroides, com correntes elétricas de milhões de amperes. Segundo o artigo, estes plasmas poderiam acelerar elétrons a velocidades relativísticas, superando a barreira de Coulomb e facilitando reações nucleares.
Termo |
Definição |
Reset Isotópico |
Fenômeno onde as condições extremas geradas por um impacto "zeram" ou distorcem a assinatura isotópica de minerais como zircão e titanita, alterando as idades radiométricas aparentes. |
Decaimento Acelerado |
Hipótese de que as taxas de decaimento radioativo poderiam ser temporariamente aumentadas durante eventos catastróficos, fazendo com que as rochas pareçam muito mais antigas do que realmente são. |
Envelhecimento Instantâneo |
Conceito proposto no artigo onde um impacto de asteroide poderia criar uma assinatura isotópica que sugere uma idade de bilhões de anos em rochas formadas em milissegundos. |
Diferenciais de Carga |
Diferenças de potencial elétrico geradas durante impactos, que contribuiriam para a formação de plasmas e campos elétricos intensos. |
Isótopo raro de hélio, mencionado no artigo como sendo encontrado em concentrações anômalas em crateras de impacto e na superfície lunar, sugerindo uma possível origem em processos nucleares associados a impactos.
Elemento radioativo cujo decaimento, segundo pesquisas citadas no artigo, poderia ser acelerado em condições de cavitação ultrassônica, apoiando a tese de que as taxas de decaimento não seriam constantes em condições extremas.
Isótopo radioativo do carbono utilizado em datação de materiais orgânicos. O artigo menciona a presença inesperada deste isótopo em fósseis supostamente antigos como evidência de que estes seriam mais recentes.
Fenômeno observado no registro fóssil onde espécies mantêm suas características morfológicas praticamente inalteradas por supostos longos períodos de tempo. O artigo interpreta este fenômeno como evidência de que as camadas geológicas representariam não longos períodos, mas eventos catastróficos rápidos que sepultaram populações inteiras.
Hipótese de que a vida na Terra teria origem extraterrestre. O artigo sugere uma inversão desta teoria, propondo que resquícios de vida encontrados em meteoritos seriam na verdade material terrestre ejetado para o espaço durante grandes impactos.
Conceito que descreve a tendência ao aumento da desordem no material genético ao longo do tempo. O artigo apresenta duas formas:
EGI (Entropia Genética Individual): Acúmulo de mutações durante o envelhecimento de um indivíduo.
EGP (Entropia Genética Populacional): Acúmulo de mutações deletérias em populações ao longo das gerações.
Fenômeno de aceleração na taxa de acúmulo de mutações genéticas. O artigo sugere que teria ocorrido entre 5.000 e 10.000 anos atrás como resultado de radiação intensa causada por impactos de asteroides.
Grupos de linhagens genéticas humanas identificadas por variações específicas no DNA mitocondrial. O artigo menciona especificamente os haplogrupos L1, L2 e L3, analisando suas mutações e sugerindo que sua divergência teria ocorrido mais recentemente do que o proposto pela genética evolutiva convencional.
O indivíduo mais recente do qual todos os membros de uma população descendem. O artigo cita estudos sugerindo que o MRCA de todos os humanos atuais teria vivido há apenas alguns milhares de anos.
Variação em uma única posição na sequência de DNA. O artigo menciona os 88 milhões de SNPs identificados no genoma humano e argumenta que 73% destes teriam surgido nos últimos 5.000-10.000 anos.
Ocorrência de espécies restritas a determinadas regiões geográficas. O artigo utiliza o exemplo do alto endemismo na Austrália (80%) como evidência de uma rápida separação continental após uma catástrofe global.
Extensas regiões de rochas vulcânicas formadas por eventos magmáticos de grande escala. O artigo associa estas formações ao efeito antipodal de grandes impactos de asteroides.
Irregularidade na forma geoide da Terra na região do Oceano Índico. O artigo sugere que esta anomalia seria resultado de um grande impacto de asteroide.
Grandes planícies escuras na superfície da Lua, formadas por fluxos de lava basáltica. O artigo propõe que o material magmático destes mares teria origem terrestre, ejetado durante um grande impacto.
Este glossário apresenta os principais termos técnicos utilizados no artigo, oferecendo uma base para compreensão das hipóteses e argumentos apresentados pelos autores, que propõem uma revisão radical da cronologia geológica e evolutiva convencional, sugerindo que eventos catastróficos recentes, principalmente impactos de asteroides, teriam criado aparências de antiguidade em rochas e fósseis que seriam, na verdade, muito mais recentes.
Brin, Glen David (1983). «The 'Great Silence': The Controversy Concerning Extraterrestial Intelligent Life». Quarterly Journal of Royal Astronomical Society. 24: 283–309. Bibcode:1983QJRAS..24..283B
James Annis (1999). «An Astrophysical Explanation for the Great Silence»
Hanson, Robin (1998). «The Great Filter – Are We Almost Past It?»
Bostrom, Nick (2007). «In Great Silence there is Great Hope» (PDF). Consultado em 6 de setembro de 2009
1 2
Milan M. Ćirković (2009). «Fermi's Paradox – The Last Challenge for Copernicanism?»
Lem, Stanisław (1983). His Master's Voice. [S.l.]: Harvest Books. ISBN 0-15-640300-5
Richards, Mark A.; Alvarez, Walter; Self, Stephen; Karlstrom, Leif; Renne, Paul R.; Manga, Michael; Sprain, Courtney J.; Smit, Jan; Vanderkluysen, Loÿc (1 de novembro de 2015). «Triggering of the largest Deccan eruptions by the Chicxulub impact». GSA Bulletin (11-12): 1507–1520. ISSN 0016-7606. doi:10.1130/B31167.1. Consultado em 18 de junho de 2025
Kütz, Robert Jan (23 de abril de 2025). «The impact hypothesis as a mechanism for the origin of the Amazon basin - analysis of antipodal impacts of celestial bodies and their impact on global morphotectonics» (em inglês). doi:10.31223/x52t6k. Consultado em 18 de junho de 2025
Watts, Alison W.; Greeley, Ronald; Melosh, H. J. (1 de setembro de 1991). «The formation of terrains antipodal to major impacts». Icarus (1): 159–168. ISSN 0019-1035. doi:10.1016/0019-1035(91)90170-X. Consultado em 18 de junho de 2025
Kütz, Robert Jan (22 de abril de 2025). «Impact hypothesis as the cause of the formation of the Mariana Trench and the uplift of the Mid-Atlantic Ridge» (em inglês). Consultado em 18 de junho de 2025
Kütz, Robert Jan (27 de abril de 2025). «Earth hit twice - The hypothesis of planetary rearrangement of the lithosphere by impact and interference waves» (em inglês). Consultado em 18 de junho de 2025
Hood, Lon L.; Artemieva, Natalia A. (1 de fevereiro de 2008). «Antipodal effects of lunar basin-forming impacts: Initial 3D simulations and comparisons with observations». Icarus. Saturn's Icy Satellites from Cassini (2): 485–502. ISSN 0019-1035. doi:10.1016/j.icarus.2007.08.023. Consultado em 18 de junho de 2025
Chatterjee, Sankar; Rudra, Dhiraj Kumar (31 de dezembro de 2008). «Shiva impact event and its implications for Deccan Volcanism and Dinosaur Extinction». Journal of Palaeosciences ((1-3)): 235–250. ISSN 2583-4266. doi:10.54991/jop.2008.241. Consultado em 18 de junho de 2025
Shields, Oakley (1 de outubro de 1997). «Rapid Earth Expansion : An Eclectic View». Gondwana Research (1): 91–94. ISSN 1342-937X. doi:10.1016/S1342-937X(05)70007-1. Consultado em 18 de junho de 2025
PAUL, C. R. C. (junho de 1997). <191::aid-gj725>3.0.co;2-z «Book Review: NEW APPROACHES TO SPECIATION IN THE FOSSIL RECORD. Eds. Douglas H. Erwin and Robert L. Anstey. Columbia University Press, 1995. 342 pp. £34.00 ($49.50) (hardback). ISBN 0 231 08248 7». Geological Journal (2): 191–191. ISSN 0072-1050. doi:10.1002/(sici)1099-1034(199706)32:2<191::aid-gj725>3.0.co;2-z. Consultado em 20 de junho de 2025
Козлова, М.С. (31 de outubro de 2023). «ИСТОРИЯ ЭВОЛЮЦИОННОЙ МЫСЛИ И СОВРЕМЕННАЯ ТЕОРИЯ ЭВОЛЮЦИИ». Современные гуманитарные исследования (5(114)). ISSN 1012-9103. doi:10.25633/sgi.2023.05.01. Consultado em 20 de junho de 2025
Lieberman, Bruce S.; Eldredge, Niles (abril de 2014). «What is punctuated equilibrium? What is macroevolution? A response to Pennell et al.». Trends in Ecology & Evolution (4): 185–186. ISSN 0169-5347. doi:10.1016/j.tree.2014.02.005. Consultado em 20 de junho de 2025
«Descoberta de tecido mole em fósseis». Paleontologia Hoje. 21 de março de 2024
«Para além dos ossos». Ciência Hoje. 21 de março de 2024
«Fragmentos de colágeno são identificados em fóssil de dinossauro». Aventuras na História. 21 de março de 2024
«Fóssil de 444 milhões de anos revela detalhes inéditos de tecidos moles». Historia Estudio. 21 de março de 2024
«Descoberta sensacional! Tecidos moles e elásticos de dinossauros!» (PDF). Evidências Online. 21 de março de 2024
«Descoberta de tecidos moles e elásticos em fóssil de um Tyrannosaurus rex». Paleontologia Hoje. 9 de março de 2021
Gobbo, Silvia Regina; Bertini, Reinaldo J. (25 de junho de 2015). «Tecidos moles (não resistentes): como se fossilizam?». Terrae Didatica (1). 2 páginas. ISSN 1980-4407. doi:10.20396/td.v10i1.8637374. Consultado em 19 de junho de 2025
Cardone, Fabio; Mignani, Roberto; Petrucci, Andrea (maio de 2009). «Piezonuclear decay of thorium». Physics Letters A (22): 1956–1958. ISSN 0375-9601. doi:10.1016/j.physleta.2009.03.067. Consultado em 11 de junho de 2025
Bertsch, G. F. (2014). «Nuclear Reactions in Astrophysics». Physical Review C
Bottke, W. F. (2006). «The Origin of Asteroids: A New Perspective». Nature (439): 147-151
Cohen, J. S. (1988). «Impact Events and Their Role in Geological Evolution». Annual Review of Earth and Planetary Sciences (17): 207-221
Glikson, A. Y.; Allen, C.; Vickers, J. (2004). «Multiple 3.47-Ga-old asteroid impact fallout units, Pilbara Craton, Western Australia». Earth and Planetary Science Letters (221): 383–396
Hassler, S. W.; Simonson, B. M. (2001). «The Sedimentary Record of Extraterrestrial Impacts in Deep‐Shelf Environments: Evidence from the Early Precambrian». The Journal of Geology (109): 1–19
Hu, J. E. (2015). «External Influences on Radioactive Decay». Nuclear Instruments and Methods in Physics Research
Lieberman, M. A.; Lichtenberg, A. J. (2005). Principles of Plasma Discharges and Materials Processing. [S.l.]: Wiley
McCoy, B. J. (2013). «Electron Acceleration in Plasma Waves». Physics of Plasmas
Ormö, J. (2014). «First known Terrestrial Impact of a Binary Asteroid from a Main Belt Breakup Event». Scientific Reports (4)
Schmitz, B.; Bowring, S. A. (2001). <1003:TROEII>2.0.CO;2 «The Role of Extraterrestrial Impacts in the Evolution of Earth». Geology (29): 1003-1006
Tanaka, K. L. (2019). «Asteroid Impacts and Their Effects on Earth's Geology». Geology
Wiegert, P. A.; Innanen, K. A. (2002). «Asteroid Dynamics and Impacts». Celestial Mechanics and Dynamical Astronomy (83): 121-133
Zhang, Y. (2016). «Impact Cratering and Its Effects on Planetary Surfaces». Planetary and Space Science (126): 32-43
Loch, Guilherme Galina. «Sistemas rígidos associados a cadeias de decaimento radioativo». Consultado em 17 de junho de 2025
1 2
Carpinteri, A.; Lacidogna, G.; Manuello, A.; Borla, O. (1 de março de 2013). «Piezonuclear Fission Reactions from Earthquakes and Brittle Rocks Failure: Evidence of Neutron Emission and Non-Radioactive Product Elements». Experimental Mechanics (em inglês) (3): 345–365. ISSN 1741-2765. doi:10.1007/s11340-012-9629-x. Consultado em 9 de junho de 2025
1 2
Carpinteri, A.; Cardone, F.; Lacidogna, G. (agosto de 2009). «Piezonuclear Neutrons From Brittle Fracture: Early Results of Mechanical Compression Tests 1». Strain (em inglês) (4): 332–339. ISSN 0039-2103. doi:10.1111/j.1475-1305.2008.00615.x. Consultado em 7 de junho de 2025
1 2
Carpinteri, A.; Borla, O.; Lacidogna, G.; Manuello, A. (1 de setembro de 2010). «Neutron emissions in brittle rocks during compression tests: Monotonic vs. cyclic loading». Physical Mesomechanics (5): 268–274. ISSN 1029-9599. doi:10.1016/j.physme.2010.11.007. Consultado em 9 de junho de 2025
Richard Milton (1997). Shattering the Myths of Darwinism.
[S.l.]: Park Street Press. ISBN 978-0892817489
Verifique |isbn=
(ajuda)
Richard L. Mauger. "K-Ar Ages of Biotites" .
Christopher R. C. Paul (1980). The Natural History of Fossils. [S.l.]: Weidenfeld and Nicolson
Al-Ibraheemi et al.. "Carbon-14 in Dinosaur Fossils" DOI 10.1097/01.aog.0000514686.29040.4b..
Richard N. Holdaway, Brendan Duffy e Ben Kennedy. "Evidence for Magmatic Carbon Bias in 14C Dating of the Taupo and Other Major Eruptions" DOI 10.1038/s41467-018-06357-0..
Andrew A. Snelling. «Radioisotopes and the Age of the Earth (RATE)». Institute for Creation Research. Consultado em 1 de outubro de 2023
George Faure (1986). Principles
of Isotope Geology. [S.l.]: John Wiley & Sons.
ISBN 978-0471867322
Verifique |isbn=
(ajuda)
A. Foscolos. "Bias in Radiocarbon Dating Due to Hydrocarbon Contamination" .
G. Brent Dalrymple (1991). The Age of the Earth. [S.l.]: Stanford University Press
Possamai, Adam (2018). com/doi/10.1177/
0090591718771235 «Discriminação religiosa na academia: um estudo
exploratório» Verifique valor |url=
(ajuda).
SAGE Open
Ecklund, Elaine Howard (2007). wiley.com/doi/10.1111/j.1468-
2273.2007.00420.x «Identidade Religiosa e Discriminação no Ensino
Superior» Verifique valor |url=
(ajuda).
Jornal para o Estudo Científico da Religião
Harrison, Jessica (2015). record/2015-45322-001
«Fé e Preconceito: Discriminação Religiosa na Academia»
Verifique valor |url=
(ajuda).
Journal of Diversity in Higher Education
Shulman, Elizabeth A. (2017). com/doi/full/10.1080/14675986.
2017.1297441 «A Experiência de Estudantes Religiosos em
Universidades Seculares» Verifique valor |url=
(ajuda).
Ensino Superior
Perry, Michael J. (2010). org/core/journals/religion-
and-education/article/is- there-a-place-for-religion-in-
the-academy/ 7E852F2F9E4A6C3B8F1D8E6B2C4F2A 1E «Existe um lugar
para a religião na academia? Os Desafios da Diversidade Religiosa»
Verifique valor |url=
(ajuda).
Religião e Educação
Harrison, Peter (2018). S0033291718001075
«Science and Religion: A Historical Perspective» Verifique
valor |url=
(ajuda).
Science in Context
Concessão, Edward (2013). S0033291713000257
«Persecution and the Scientific Revolution» Verifique valor
|url=
(ajuda).
Ciência em Contexto
Ecklund, Elaine Howard; Scheitle, Christopher P. (2013).
1468-2273.12057
«Fé e Ciência: A Luta dos Cientistas Religiosos» Verifique
valor |url=
(ajuda).
Journal for the Scientific Study of Religion
Ruse, Michael (2013). S0033291713000269
«O Papel da Religião na Descoberta Científica» Verifique
valor |url=
(ajuda).
Ciência em Contexto
Lerner, Lawrence S. (2000). net/publication/220130109_The_
CreationEvolution_Controversy_ A_Review_of_the_Literature «A
controvérsia criação/evolução: uma revisão da literatura»
Verifique valor |url=
(ajuda).
BioScience
Scott, Eugenie C. (2014). gov/pmc/articles/PMC4191215/
«Ensinando a Evolução no Século XXI» Verifique valor |url=
(ajuda).
Evolução: Educação e Divulgação
Pennock, Robert T. (1999). stable/27702627
«O Status Científico do Criacionismo» Verifique valor |url=
(ajuda).
Filosofia da Ciência
Coyne, Jerry A. (2010). gov/pmc/articles/PMC2982179/
«The Impact of Creationism on Science Education» Verifique
valor |url=
(ajuda).
BioScience
Behe, Michael J. (1996). com/Darwins-Black-Box-
Biochemical-Challenge/dp/ 0743290318 Caixa Preta de Darwin : O
Desafio Bioquímico para a Evolução Verifique valor |url=
(ajuda).
[S.l.: s.n.]
revistaquestaodeciencia.
com. br/questao-de-fato/2019/02/13/ envelhecimento-e-simplificando-
complexidade-irredutivel «Reduzindo e simplificando a complexidade
irredutível» Verifique valor |url=
(ajuda).
Revista Questão de Ciência. 2019
C3%ADvel
«Complexidade irredutível» Verifique valor |url=
(ajuda).
Wikipédia
informativos/noticias/estudo-
refuta-a-complexidade- irredutivel/ «Estudo refuta a complexidade
irredutível - SCB» Verifique valor |url=
(ajuda).
Sociedade Criacionista Brasileira
Chapman, Clark R. (15 de maio de 2004). «O perigo dos impactos de asteróides próximos da Terra na Terra». Earth and Planetary Science Letters. 222 (1): 1–15. ISSN 0012-821X. doi:10.1016/j.epsl.2004.03.004. Consultado em 28 de outubro de 2023
Davis, C.L. (2016). «Geocronologia
Microestrutural do Zircão Através da Elevação Central da
Estrutura de Impacto de Vredefort». Electronic Thesis and
Dissertation Repository. ISSN N/A
Verifique |issn=
(ajuda).
Consultado em 28 de outubro de 2023
Kelley, S.P.; Sherlock, S.C. (2013). The Geochronology of Impact Craters. [S.l.]: Elsevier. ISBN 978-0-444-53102-5. doi:10.1016/B978-0-444-53102-2.00013-1
Papapavlou, K. (2018). «Datação isotópica U–Pb de microestruturas de titanita: implicações potenciais para a cronologia e identificação de grandes estruturas de impacto». Geochimica et Cosmochimica Acta. 237: 242-269. ISSN 0016-7037. doi:10.1016/j.gca.2018.06.029. Consultado em 28 de outubro de 2023 Texto "et al." ignorado (ajuda)
Bottke, W. F.; Durda, D. D.; Nesvorný, D.; Jedicke, R.; Morbidelli, A.; Vokrouhlický, D.; Levison, H. F. (2005). «The fossilized size distribution of the main asteroid belt». Icarus. 175 (1): 111-140. doi:10.1016/j.icarus.2004.10.026
Chyba, C. F.; Thomas, P. J.; Zahnle, K. J.; McKay, C. P. (1994). «The frequency of giant impacts on Earth». Nature. 372 (6501): 441-443. doi:10.1038/372441a0
Marchi, S.; Bottke, W. F.; Kring, D. A.; Morbidelli, A. (2013). «The onset of the lunar cataclysm as recorded in its ancient crater populations». Nature Geoscience. 6: 303-307. doi:10.1038/ngeo1764
Mainzer, A.; Grav, T.; Masiero, J.; Bauer, J.; Cutri, R. M.; Dailey, J. (2011). «NEOWISE observations of near-Earth objects: preliminary results». The Astrophysical Journal. 743 (2). 156 páginas. doi:10.1088/0004-637X/743/2/156
Grieve, R. A. F. (1991). «Terrestrial impact structures». Annual Review of Earth and Planetary Sciences. 19: 409-438. doi:10.1146/annurev.ea.19.050191.002205
Bottke, W. F.; Morbidelli, A.; Jedicke, R.; Petit, J. M.; Levison, H. F.; Michel, P.; Metcalfe, T. S. (2002). «Debiased orbital and absolute magnitude distribution of the near-Earth objects». Icarus. 156 (2): 399-433. doi:10.1006/icar.2001.6672
Morbidelli, A.; Bottke, W. F.; Froeschlé, C.; Michel, P. (2002). «Origin and evolution of near-Earth objects». Asteroids III: 409-422
Steele, Edward J.; Al-Mufti, Shirwan; Augustyn, Kenneth A.; Chandrajith, Rohana; Coghlan, John P.; Coulson, S. G.; Ghosh, Sudipto; Gillman, Mark; Gorczynski, Reginald M. (1 de agosto de 2018). «Cause of Cambrian Explosion - Terrestrial or Cosmic?». Progress in Biophysics and Molecular Biology: 3–23. ISSN 0079-6107. doi:10.1016/j.pbiomolbio.2018.03.004. Consultado em 7 de junho de 2025
Goodfellow, Wayne D.; Nowlan, Godfrey S.; McCracken, Alexander D.; Lenz, Alfred C.; Grégoire, D. Conrad (janeiro de 1992). «Geochemical anomalies near the Ordovician‐Silurian boundary, Northern Yukon Territory, Canada 1». Historical Biology (em inglês) (1): 1–23. ISSN 0891-2963. doi:10.1080/10292389209380415. Consultado em 7 de junho de 2025
Gomes, R.; Levison, H. F.; Tsiganis, K.; Morbidelli, A. (maio de 2005). «Origin of the cataclysmic Late Heavy Bombardment period of the terrestrial planets». Nature (em inglês) (7041): 466–469. ISSN 1476-4687. doi:10.1038/nature03676. Consultado em 8 de junho de 2025
Johnson, B.C.; Bowling, T.J. (julho de 2014). «Where have all the craters gone? Earth's bombardment history and the expected terrestrial cratering record». Geology (7): 587–590. ISSN 1943-2682. doi:10.1130/g35754.1. Consultado em 18 de junho de 2025
Bottke, William F.; Norman, Marc D. (30 de agosto de 2017). «The Late Heavy Bombardment». Annual Review of Earth and Planetary Sciences (em inglês) (Volume 45, 2017): 619–647. ISSN 0084-6597. doi:10.1146/annurev-earth-063016-020131. Consultado em 7 de junho de 2025
Ipatov, S. I. (1 de janeiro de 2025). «Probabilities of collisions of bodies ejected from forming Earth with the terrestrial planets». Icarus. 116341 páginas. ISSN 0019-1035. doi:10.1016/j.icarus.2024.116341. Consultado em 7 de junho de 2025
1 2
Ormö, Jens; Sturkell, Erik; Alwmark, Carl; Melosh, Jay (23 de outubro de 2014). «First known Terrestrial Impact of a Binary Asteroid from a Main Belt Breakup Event». Scientific Reports (em inglês). 4 (1). ISSN 2045-2322. doi:10.1038/srep06724
1 2
«Figure 2: Paleogeography of Baltica and neighboring cratons at the time of the increased cosmic bombardment following the ~470 Ma asteroid breakup event, and timeline for the related meteorite falls (black dot and line) as well as known craters (red dots).». www.nature.com (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2018
1 2
Hassler, Scott W.; Simonson, Bruce M. (2001). «The Sedimentary Record of Extraterrestrial Impacts in Deep‐Shelf Environments: Evidence from the Early Precambrian». The Journal of Geology. 109 (1): 1–19. doi:10.1086/317958
1 2
Glikson, A.Y.; Allen, C.; Vickers, J. (2004). «Multiple 3.47-Ga-old asteroid impact fallout units, Pilbara Craton, Western Australia☆». Earth and Planetary Science Letters. 221 (1-4): 383–396. doi:10.1016/s0012-821x(04)00104-9. Consultado em 3 de fevereiro de 2018
1 2
Heck, Philipp R.; Schmitz, Birger; Bottke, William F.; Rout, Surya S.; Kita, Noriko T.; Cronholm, Anders; Defouilloy, Céline; Dronov, Andrei; Terfelt, Fredrik (fevereiro de 2017). «Rare meteorites common in the Ordovician period». Nature Astronomy (em inglês). 1 (2). ISSN 2397-3366. doi:10.1038/s41550-016-0035
Carpinteri, A.; Lacidogna, G.; Manuello, A.; Borla, O. (1 de março de 2013). «Piezonuclear Fission Reactions from Earthquakes and Brittle Rocks Failure: Evidence of Neutron Emission and Non-Radioactive Product Elements». Experimental Mechanics (em inglês) (3): 345–365. ISSN 1741-2765. doi:10.1007/s11340-012-9629-x. Consultado em 9 de junho de 2025
Mitchell, Ross N.; Thissen, Christopher J.; Evans, David A. D.; Slotznick, Sarah P.; Coccioni, Rodolfo; Yamazaki, Toshitsugu; Kirschvink, Joseph L. (15 de junho de 2021). «A Late Cretaceous true polar wander oscillation». Nature Communications (em inglês) (1). 3629 páginas. ISSN 2041-1723. doi:10.1038/s41467-021-23803-8. Consultado em 7 de junho de 2025
Carpinteri, A.; Borla, O.; Lacidogna, G.; Manuello, A. (1 de setembro de 2010). «Neutron emissions in brittle rocks during compression tests: Monotonic vs. cyclic loading». Physical Mesomechanics (5): 268–274. ISSN 1029-9599. doi:10.1016/j.physme.2010.11.007. Consultado em 9 de junho de 2025
Nagihara, S. (31 de janeiro de 2025). «A Global Survey of Lunar Surface Thorium Anomalies Associated with Impact Basins». The Planetary Science Journal (em inglês) (2). 30 páginas. ISSN 2632-3338. doi:10.3847/PSJ/ada49e. Consultado em 7 de junho de 2025
Wang, Xianmin; Zhang, Xubing; Wu, Ke (17 de junho de 2016). «Thorium distribution on the lunar surface observed by Chang'E-2 gamma-ray spectrometer». Astrophysics and Space Science (em inglês) (7). 234 páginas. ISSN 1572-946X. doi:10.1007/s10509-016-2816-y. Consultado em 7 de junho de 2025
Shirley, K. A.; Zanetti, M.; Jolliff, B.; van der Bogert, C. H.; Hiesinger, H. (15 de julho de 2016). «Crater size-frequency distribution measurements and age of the Compton–Belkovich Volcanic Complex». Icarus: 214–223. ISSN 0019-1035. doi:10.1016/j.icarus.2016.03.015. Consultado em 7 de junho de 2025
Flahaut, Jessica; van der Bogert, Carolyn H.; Crawford, Ian A.; Vincent-Bonnieu, Sebastien (24 de junho de 2023). «Scientific perspectives on lunar exploration in Europe». npj Microgravity (em inglês) (1). ISSN 2373-8065. doi:10.1038/s41526-023-00298-9. Consultado em 7 de junho de 2025
Eyal, Yehuda (1981). «Isotopic Fractionation of Thorium and Uranium Upon Leaching of Monazite: Alpha-Recoil Damage Effects». MRS Proceedings. ISSN 0272-9172. doi:10.1557/proc-11-399. Consultado em 7 de junho de 2025
Cardone, Fabio; Mignani, Roberto; Petrucci, Andrea (maio de 2009). «Piezonuclear decay of thorium». Physics Letters A (em inglês) (22): 1956–1958. doi:10.1016/j.physleta.2009.03.067. Consultado em 7 de junho de 2025
Kütz, Robert Jan (23 de abril de 2025). «The impact hypothesis as a mechanism for the origin of the Amazon basin - analysis of antipodal impacts of celestial bodies and their impact on global morphotectonics» (em inglês). doi:10.31223/x52t6k. Consultado em 17 de junho de 2025
Ormö, Jens (2014). «Oceanic Impact (Water Cavity)». New York, NY: Springer New York: 1–2. ISBN 978-1-4614-9213-9. Consultado em 4 de junho de 2025
Hassler, Scott W.; Simonson, Bruce M. (janeiro de 2001). «The Sedimentary Record of Extraterrestrial Impacts in Deep‐Shelf Environments: Evidence from the Early Precambrian». The Journal of Geology (1): 1–19. ISSN 0022-1376. doi:10.1086/317958. Consultado em 4 de junho de 2025
Glikson, Andrew (março de 2004). <e1:aaec>2.0.co;2 «An Alternative Earth: COMMENT». GSA Today: e1–e2. ISSN 1052-5173. doi:10.1130/1052-5173(2004)014<e1:aaec>2.0.co;2. Consultado em 4 de junho de 2025
«Review of: &#8220;Automatic detection of snow avalanches in continuous seismic data using hidden Markov models&#8221; by M. Heck et al.». 20 de julho de 2017. doi:10.5194/nhess-2017-224-rc1. Consultado em 4 de junho de 2025
Gera, Dinesh; Syamlal, Madhava; O'Brien, Thomas J. (1 de abril de 2004). «Hydrodynamics of particle segregation in fluidized beds». International Journal of Multiphase Flow. 30 (4): 419–428. doi:10.1016/j.ijmultiphaseflow.2004.01.003
Meakin, Paul (1 de março de 1990). «A simple two-dimensional model for particle segregation». Physica A: Statistical Mechanics and its Applications. 163 (3): 733–746. doi:10.1016/0378-4371(90)90247-P
Makse, Hernán A.; Havlin, Shlomo; King, Peter R.; Stanley, H. Eugene (27 de março de 1997). «Spontaneous stratification in granular mixtures». Nature (em inglês). 386 (6623): 379–382. doi:10.1038/386379a0
Alden, Andrew. «Steno Started Geology With a Few Simple Principles». ThoughtCo
1 2
Martini, I. Peter; Baker, Victor R.; Garzón, Guillermina (5 de março de 2009). Flood and Megaflood Processes and Deposits: Recent and Ancient Examples (Special Publication 32 of the IAS) (em inglês). [S.l.]: John Wiley & Sons. ISBN 9781444304305
Berthault, G.; Lalomov, A. V.; Tugarova, M. A. (1 de janeiro de 2011). «Reconstruction of paleolithodynamic formation conditions of Cambrian-Ordovician sandstones in the Northwestern Russian platform». Lithology and Mineral Resources (em inglês). 46 (1): 60–70. ISSN 0024-4902. doi:10.1134/S0024490211010020
Bunch, Ted E.; Hermes, Robert E.; Moore, Andrew M.T.; Kennett, Douglas J.; Weaver, James C.; Wittke, James H.; DeCarli, Paul S.; Bischoff, James L.; Hillman, Gordon C. (10 de julho de 2012). «Very high-temperature impact melt products as evidence for cosmic airbursts and impacts 12,900 years ago». Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America. 109 (28): E1903–E1912. ISSN 0027-8424. PMID 22711809. doi:10.1073/pnas.1204453109
Wei, Young (15 de maio de 2014). «Oxygen escape from the Earth during geomagnetic reversals: Implications to mass extinction». Earth and Planetary Science Letters (em inglês). 394: 94–98. ISSN 0012-821X. doi:10.1016/j.epsl.2014.03.018
Young, Grant M. (1 de maio de 2013). «Precambrian supercontinents, glaciations, atmospheric oxygenation, metazoan evolution and an impact that may have changed the second half of Earth history». Geoscience Frontiers (3): 247–261. ISSN 1674-9871. doi:10.1016/j.gsf.2012.07.003. Consultado em 18 de junho de 2025
Sleep, Norman H.; Lowe, Donald R. (1 de abril de 2014). «Physics of crustal fracturing and chert dike formation triggered by asteroid impact, ∼3.26 Ga, Barberton greenstone belt, South Africa». Geochemistry, Geophysics, Geosystems (em inglês). 15 (4): 1054–1070. ISSN 1525-2027. doi:10.1002/2014gc005229
Maruyama, Shigenori; Santosh, M.; Azuma, Shintaro. «Initiation of plate tectonics in the Hadean: Eclogitization triggered by the ABEL Bombardment». Geoscience Frontiers. doi:10.1016/j.gsf.2016.11.009
Maruyama, Shigenori; Ebisuzaki, Toshikazu. «Origin of the Earth: A proposal of new model called ABEL». Geoscience Frontiers. 8 (2): 253–274. doi:10.1016/j.gsf.2016.10.005
Schmitz, Mark D; Bowring, Samuel A (fevereiro de 2001). «The significance of U–Pb zircon dates in lower crustal xenoliths from the southwestern margin of the Kaapvaal craton, southern Africa». Chemical Geology (1-2): 59–76. ISSN 0009-2541. doi:10.1016/s0009-2541(00)00236-9. Consultado em 4 de junho de 2025
Stewart, S.A. (1 de janeiro de 2011). «Estimates of yet-to-find impact crater population on Earth». Journal of the Geological Society (1): 1–14. ISSN 0016-7649. doi:10.1144/0016-76492010-006. Consultado em 18 de junho de 2025
Reimold, W.U.; Gibson, R.L. (agosto de 1996). «Geology and evolution of the Vredefort impact structure, South Africa». Journal of African Earth Sciences (2): 125–162. ISSN 1464-343X. doi:10.1016/s0899-5362(96)00059-0. Consultado em 4 de junho de 2025
Bottke, William F.; Vokrouhlický, David; Minton, David; Nesvorný, David; Morbidelli, Alessandro; Brasser, Ramon; Simonson, Bruce; Levison, Harold F. (25 de abril de 2012). «An Archaean heavy bombardment from a destabilized extension of the asteroid belt». Nature (7396): 78–81. ISSN 0028-0836. doi:10.1038/nature10967. Consultado em 4 de junho de 2025
Le Roux, Rikus; Bezuidenhout, Jacques (15 de dezembro de 2023). «Assessment of Radon and Naturally Occurring Radionuclides in the Vredefort Meteorite Crater in South Africa». Atmosphere (em inglês) (12). 1826 páginas. ISSN 2073-4433. doi:10.3390/atmos14121826. Consultado em 7 de junho de 2025
Chapman, Clark R. (15 de maio de 2004). «The hazard of near-Earth asteroid impacts on earth». Earth and Planetary Science Letters (1): 1–15. ISSN 0012-821X. doi:10.1016/j.epsl.2004.03.004. Consultado em 4 de junho de 2025
Johnson, B. C.; Melosh, H. J. (maio de 2012). «Impact spherules as a record of an ancient heavy bombardment of Earth». Nature (em inglês) (7396): 75–77. ISSN 1476-4687. doi:10.1038/nature10982. Consultado em 4 de junho de 2025
Lowe, Donald R.; Byerly, Gary R. (1 de abril de 2018). «The terrestrial record of Late Heavy Bombardment». New Astronomy Reviews: 39–61. ISSN 1387-6473. doi:10.1016/j.newar.2018.03.002. Consultado em 4 de junho de 2025
Martelozo Consalter, Daniel. «Estudo de raios cósmicos com E> 1018eV do detector de superfície do Observatório Pierre Auger». Consultado em 5 de junho de 2025
Ceplecha, Zdeněk; Borovička, JiřÍ; Elford, W. Graham; ReVelle, Douglas O.; Hawkes, Robert L.; Porubčan, VladimÍr; Šimek, Miloš (1 de setembro de 1998). «Meteor Phenomena and Bodies». Space Science Reviews (em inglês) (3): 327–471. ISSN 1572-9672. doi:10.1023/A:1005069928850. Consultado em 7 de junho de 2025
Silber, Elizabeth A.; Boslough, Mark; Hocking, Wayne K.; Gritsevich, Maria; Whitaker, Rodney W. (1 de agosto de 2018). «Physics of meteor generated shock waves in the Earth's atmosphere – A review». Advances in Space Research (3): 489–532. ISSN 0273-1177. doi:10.1016/j.asr.2018.05.010. Consultado em 7 de junho de 2025
Fajardo-Cavazos, Patricia; Link, Lindsey; Melosh, H. Jay; Nicholson, Wayne L. (dezembro de 2005). «Bacillus subtilisSpores on Artificial Meteorites Survive Hypervelocity Atmospheric Entry: Implications for Lithopanspermia». Astrobiology (6): 726–736. ISSN 1531-1074. doi:10.1089/ast.2005.5.726. Consultado em 7 de junho de 2025
Plane, John M. C.; Feng, Wuhu; Dawkins, Erin C. M. (27 de maio
de 2015). «The
Mesosphere and Metals: Chemistry and Changes». Chemical Reviews
(10): 4497–4541. ISSN 0009-2665.
PMC 4448204
.
PMID 25751779.
doi:10.1021/cr500501m.
Consultado em 7 de junho de 2025
Revelle, Douglas O (maio de 1979). «A quasi-simple ablation model for large meteorite entry: theory vs observations». Journal of Atmospheric and Terrestrial Physics (5): 453–473. ISSN 0021-9169. doi:10.1016/0021-9169(79)90071-0. Consultado em 7 de junho de 2025
Ahrens, Thomas J.; O'Keefe, John D. (abril de 1972). «Shock melting and vaporization of lunar rocks and minerals». The Moon (1-2): 214–249. ISSN 0027-0903. doi:10.1007/bf00562927. Consultado em 7 de junho de 2025
MELOSH, H. J.; JANES, D. M. (6 de janeiro de 1989). «Ice Volcanism on Ariel». Science: 195–196. ISSN 0036-8075. doi:10.1126/science.195-a. Consultado em 16 de junho de 2025
Schulte, Peter; Alegret, Laia; Arenillas, Ignacio; Arz, José A.; Barton, Penny J.; Bown, Paul R.; Bralower, Timothy J.; Christeson, Gail L.; Claeys, Philippe (5 de março de 2010). «The Chicxulub Asteroid Impact and Mass Extinction at the Cretaceous-Paleogene Boundary». Science (5970): 1214–1218. doi:10.1126/science.1177265. Consultado em 8 de junho de 2025
Bardeen, Charles G.; Garcia, Rolando R.; Toon, Owen B.;
Conley, Andrew J. (5 de setembro de 2017). «On
transient climate change at the Cretaceous−Paleogene boundary due
to atmospheric soot injections». Proceedings of the National
Academy of Sciences (36): E7415–E7424. PMC 5594694
.
PMID 28827324.
doi:10.1073/pnas.1708980114.
Consultado em 8 de junho de 2025
Boslough, Mark; Crawford, David (1 de dezembro de 2007). «Low-Altitude Airbursts and the Impact Threat - Final LDRD Report.». Consultado em 7 de junho de 2025
West, Allen; Young, Marc; Costa, Luis; Kennett, James P.; Moore, Christopher R.; LeCompte, Malcolm A.; Kletetschka, Gunther; Hermes, Robert E. (21 de junho de 2024). «Modeling airbursts by comets, asteroids, and nuclear detonations: shock metamorphism, meltglass, and microspherules». Airbursts and Cratering Impacts (1). ISSN 2941-9085. doi:10.14293/ACI.2024.0004. Consultado em 7 de junho de 2025
Silvia, Phillip J.; Collins, Steven; LeCompte, Malcolm A.; Costa, Luis Duarte; Howard, George A.; Kennett, James P.; Moore, Christopher R.; Kletetschka, Gunther; Adedeji, A. Victor (28 de junho de 2024). «Modeling how a Powerful Airburst destroyed Tall el-Hammam, a Middle Bronze Age city near the Dead Sea». Airbursts and Cratering Impacts (em inglês). 20240005 páginas. ISSN 2941-9085. doi:10.14293/ACI.2024.0005. Consultado em 7 de junho de 2025
Fitzenreiter, Robert; Ernstson, Kord; Kletetschka, Gunther; LeCompte, Malcolm A.; Moore, Christopher R.; Kennett, James P.; Bizimis, Michael; Hofmann, Florian; Takáč, Marian (4 de junho de 2025). «Evidence of a 12,800-year-old Shallow Airburst Depression in Louisiana with Large Deposits of Shocked Quartz and Melted Materials». Airbursts and Cratering Impacts (em inglês). 20250004 páginas. ISSN 2941-9085. doi:10.14293/ACI.2025.0004. Consultado em 7 de junho de 2025
Collins, G. S.; Melosh, H. J.; Osinski, G. R. (1 de fevereiro de 2012). «The Impact-Cratering Process». Elements (1): 25–30. ISSN 1811-5209. doi:10.2113/gselements.8.1.25. Consultado em 7 de junho de 2025
Collins, Gareth S.; Wünnemann, Kai; Artemieva, Natalia; Pierazzo, Elisabetta (25 de outubro de 2012). «Numerical Modelling of Impact Processes». Impact Cratering: 254–270. doi:10.1002/9781118447307.ch17. Consultado em 7 de junho de 2025
Svetsov, Vladimir; Shuvalov, Valery. «Tunguska Catastrophe of 30 June 1908». Dordrecht: Springer Netherlands: 227–266. ISBN 978-1-4020-6451-7. Consultado em 7 de junho de 2025
Tagle, Roald; Hecht, Lutz (novembro de 2006). «Geochemical identification of projectiles in impact rocks». Meteoritics & Planetary Science (11): 1721–1735. ISSN 1086-9379. doi:10.1111/j.1945-5100.2006.tb00448.x. Consultado em 7 de junho de 2025
Koeberl, Christian (fevereiro de 2002). «Book reviews». Geochimica et Cosmochimica Acta (3). 543 páginas. ISSN 0016-7037. doi:10.1016/s0016-7037(01)00811-0. Consultado em 7 de junho de 2025
Simonson, Bruce M.; Glass, Billy P. (19 de maio de 2004). «SPHERULE LAYERS—RECORDS OF ANCIENT IMPACTS». Annual Review of Earth and Planetary Sciences (1): 329–361. ISSN 0084-6597. doi:10.1146/annurev.earth.32.101802.120458. Consultado em 7 de junho de 2025
Osinski, Gordon R.; Pierazzo, Elisabetta, eds. (25 de outubro de 2012). Impact Cratering. [S.l.]: Wiley. Consultado em 7 de junho de 2025
Reimold, Wolf Uwe; Koeberl, Christian (maio de 2014). «Impact structures in Africa: A review». Journal of African Earth Sciences: 57–175. ISSN 1464-343X. doi:10.1016/j.jafrearsci.2014.01.008. Consultado em 8 de junho de 2025
Le Roux, Rikus; Bezuidenhout, Jacques (15 de dezembro de 2023). «Assessment of Radon and Naturally Occurring Radionuclides in the Vredefort Meteorite Crater in South Africa». Atmosphere (em inglês) (12). 1826 páginas. ISSN 2073-4433. doi:10.3390/atmos14121826. Consultado em 7 de junho de 2025
Popova, O. (1 de julho de 2011). «Passage of Bolides Through the Atmosphere». Meteoroids: The Smallest Solar System Bodies (em inglês). Consultado em 7 de junho de 2025
Kenkmann, T.; Artemieva, N. A.; Wünnemann, K.; Poelchau, M. H.; Elbeshausen, D.; Prado, H. NÚÑEZ del (2009). «The Carancas meteorite impact crater, Peru: Geologic surveying and modeling of crater formation and atmospheric passage». Meteoritics & Planetary Science (em inglês) (7): 985–1000. ISSN 1945-5100. doi:10.1111/j.1945-5100.2009.tb00783.x. Consultado em 7 de junho de 2025
Asher, David J.; Ryabova, Galina O.; Campbell-Brown, Margaret D., eds. (2019). «Modelling the Entry of Meteoroids». Cambridge: Cambridge University Press. Cambridge Planetary Science: 9–36. ISBN 978-1-108-42671-8. Consultado em 7 de junho de 2025
«Desert Meteorites Workshop: Abstracts». Meteoritics & Planetary Science (S8). Agosto de 2006. ISSN 1086-9379. doi:10.1111/j.1945-5100.2006.tb00997.x. Consultado em 7 de junho de 2025
Alexander, Romannikov (2012). «Radial Electric Field in Tokamak Plasmas as a Physical Consequence of Ehrenfest's Paradox». Journal of Modern Physics (10): 1639–1646. ISSN 2153-1196. doi:10.4236/jmp.2012.330201. Consultado em 7 de junho de 2025
Crawford, David A.; Schultz, Peter H. (1 de dezembro de 1999). «Electromagnetic properties of impact-generated plasma, vapor and debris». International Journal of Impact Engineering (1, Part 1): 169–180. ISSN 0734-743X. doi:10.1016/S0734-743X(99)00070-6. Consultado em 18 de junho de 2025
Hanslmeier, Arnold; Kempe, Stephan; Seckbach, Joseph, eds. (2012). «Life on Earth and other Planetary Bodies». Cellular Origin, Life in Extreme Habitats and Astrobiology (em inglês). ISSN 1566-0400. doi:10.1007/978-94-007-4966-5. Consultado em 8 de junho de 2025
Melosh, H. J., H. J. (11 de julho de 2019). «Impact Cratering as a Geologic Process». Cambridge University Press: 190–209. ISBN 978-1-316-53576-9. Consultado em 8 de junho de 2025
Cardone, Fabio; Mignani, Roberto; Petrucci, Andrea (11 de maio de 2009). «Piezonuclear decay of thorium». Physics Letters A (22): 1956–1958. ISSN 0375-9601
Volkovish, A.; Govorun, A.; Gulyaev, A.; Zhukov, S.; Kuznetsov, V.; Rukhadze, A.; Urutskoev, L. (2005). «Experimental observation of the distortion of the uranium isotopic relationship and violation of the thorium-234 secular equilibrium upon electric explosion». Ann. Fond. Louis de Broglie (1)
Cardone, F.; Carpinteri, A.; Lacidogna, G. (2 de novembro de 2009). «Piezonuclear neutrons from fracturing of inert solids». Physics Letters A (45): 4158–4163. ISSN 0375-9601
Carpinteri, A.; Cardone, F.; Lacidogna, G. (1 de outubro de 2010). «Energy Emissions from Failure Phenomena: Mechanical, Electromagnetic, Nuclear». Experimental Mechanics (8): 1235–1243. ISSN 1741-2765
Carpinteri, A.; Cardone, F.; Lacidogna, G. (agosto de 2009). «Piezonuclear Neutrons From Brittle Fracture: Early Results of Mechanical Compression Tests». Strain (4): 332–339. ISSN 0039-2103
Carpinteri, A.; Manuello, A. (1 de janeiro de 2012). «An indirect evidence of piezonuclear fission reactions: Geomechanical and geochemical evolution in the Earth's crust». Physical Mesomechanics (1): 37–46. ISSN 1990-5424
Carpinteri, A.; Lacidogna, G.; Manuello, A.; Borla, O.; Niccolini, G. (1 de fevereiro de 2012). «Electromagnetic and neutron emissions from brittle rocks failure: Experimental evidence and geological implications». Sadhana (1): 59–78. ISSN 0973-7677
Widom, A.; Swain, J.; Srivastava, Y. N. (1 de maio de 2015). «Photo-disintegration of the iron nucleus in fractured magnetite rocks with magnetostriction». Meccanica (5): 1205–1216. ISSN 1572-9648
Crabtree, Gerald R. (janeiro de 2013). «Our fragile intellect. Part II». Trends in genetics: TIG (1): 3–5. ISSN 0168-9525. PMID 23153597. doi:10.1016/j.tig.2012.10.003. Consultado em 11 de abril de 2022
Rabosky, Daniel L.; Lovette, Irby J. (agosto de 2008). «Explosive evolutionary radiations: decreasing speciation or increasing extinction through time?». Evolution; International Journal of Organic Evolution (8): 1866–1875. ISSN 0014-3820. PMID 18452577. doi:10.1111/j.1558-5646.2008.00409.x. Consultado em 6 de dezembro de 2022
Fu, Wenqing; O'Connor, Timothy D.; Jun, Goo; Kang, Hyun Min;
Abecasis, Goncalo; Leal, Suzanne M.; Gabriel, Stacey; Rieder, Mark
J.; Altshuler, David (10 de janeiro de 2013). «Analysis
of 6,515 exomes reveals the recent origin of most human
protein-coding variants». Nature (7431): 216–220.
ISSN 1476-4687.
PMC 3676746
.
PMID 23201682.
doi:10.1038/nature11690.
Consultado em 24 de outubro de 2020
«BLAST: Basic Local Alignment Search Tool». blast.ncbi.nlm.nih.gov (em inglês). Consultado em 11 de abril de 2022
Stenson, Peter D.; Mort, Matthew; Ball, Edward V.; Evans,
Katy; Hayden, Matthew; Heywood, Sally; Hussain, Michelle; Phillips,
Andrew D.; Cooper, David N. (1 de junho de 2017). «The
Human Gene Mutation Database: towards a comprehensive repository of
inherited mutation data for medical research, genetic diagnosis and
next-generation sequencing studies». Human Genetics (em inglês)
(6): 665–677. ISSN 1432-1203.
PMC 5429360
.
PMID 28349240.
doi:10.1007/s00439-017-1779-6.
Consultado em 11 de abril de 2022
Sanford, John; Carter, Robert; Brewer, Wes; Baumgardner, John; Potter, Bruce; Potter, Jon (2018). «Adam and Eve, designed diversity, and allele frequencies». The Proceedings of the International Conference on Creationism (1): 200–216. ISSN 2639-4006. doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.20. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, Robert; Lee, Stephen; Sanford, John (27 de julho de 2018). «An Overview of the Independent Histories of the Human Y Chromosome and the Human Mitochondrial chromosome». Proceedings of the International Conference on Creationism (1). ISSN 2639-4006. doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.15. Consultado em 11 de abril de 2022
Cooper, David N.; Chen, Jian-Min; Ball, Edward V.; Howells, Katy; Mort, Matthew; Phillips, Andrew D.; Chuzhanova, Nadia; Krawczak, Michael; Kehrer-Sawatzki, Hildegard (13 de abril de 2010). «Genes, mutations, and human inherited disease at the dawn of the age of personalized genomics». Human Mutation (em inglês) (6): 631–655. doi:10.1002/humu.21260. Consultado em 11 de abril de 2022
Belyeu, Jonathan R.; Brand, Harrison; Wang, Harold; Zhao, Xuefang; Pedersen, Brent S.; Feusier, Julie; Gupta, Meenal; Nicholas, Thomas J.; Brown, Joseph (1 de abril de 2021). «De novo structural mutation rates and gamete-of-origin biases revealed through genome sequencing of 2,396 families». The American Journal of Human Genetics (em inglês) (4): 597–607. ISSN 0002-9297. doi:10.1016/j.ajhg.2021.02.012. Consultado em 11 de abril de 2022
author., Eberlin, Marcos, 1959-. Foresight : how the chemistry of life reveals planning and purpose. [S.l.: s.n.] OCLC 1108779199
Britnell, Mark (18 de março de 2019). «Universal healthcare in our lifetime? All teach, all learn». Oxford University Press (em inglês): 144–152. ISBN 978-0-19-883652-0. doi:10.1093/oso/9780198836520.003.0018. Consultado em 11 de abril de 2022
Sanford, J.; Carter, R.; Brewer, W.; Baumgardner, J.; Potter, Bruce E.; Potter, J. (2018). «Adam and Eve, Designed Diversity, and Allele Frequencies». doi:10.15385/JPICC.2018.8.1.20. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, Robert; Lee, Stephen; Sanford, John (27 de julho de 2018). «An Overview of the Independent Histories of the Human Y Chromosome and the Human Mitochondrial chromosome». Proceedings of the International Conference on Creationism (1). ISSN 2639-4006. doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.15. Consultado em 11 de abril de 2022
Sodré, GBN (18 de julho de 2021). «Um dos maiores cientistas da atualidade decreta em apenas 1 minuto, o fim da polêmica criacionismo versus evolucionismo». Jornal da Ciência. doi:10.13140/RG.2.2.23766.73282. Consultado em 11 de abril de 2022
Sanford, John; Carter, Robert; Brewer, Wes; Baumgardner, John; Potter, Bruce; Potter, Jon (2018). «Adam and Eve, designed diversity, and allele frequencies». The Proceedings of the International Conference on Creationism (1): 200–216. ISSN 2639-4006. doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.20. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R. (2007). «Mitochondrial diversity within modern human populations». Nucleic acids research. doi:10.1093/nar/gkm207. Consultado em 11 de abril de 2022
Yan, Shi; Wang, Chuan-Chao; Zheng, Hong-Xiang; Wang, Wei; Qin,
Zhen-Dong; Wei, Lan-Hai; Wang, Yi; Pan, Xue-Dong; Fu, Wen-Qing (29
de agosto de 2014). «Y
Chromosomes of 40% Chinese Descend from Three Neolithic
Super-Grandfathers». PLOS ONE (em inglês) (8): e105691.
ISSN 1932-6203.
PMC 4149484
.
PMID 25170956.
doi:10.1371/journal.pone.0105691.
Consultado em 6 de dezembro de 2022
Fu, Wenqing; O’Connor, Timothy D; Akey, Joshua M (1 de dezembro de 2013). «Genetic architecture of quantitative traits and complex diseases». Current Opinion in Genetics & Development. Genetics of system biology (em inglês) (6): 678–683. ISSN 0959-437X. doi:10.1016/j.gde.2013.10.008. Consultado em 11 de abril de 2022
Fu, Wenqing; O’Connor, Timothy D.; Jun, Goo; Kang, Hyun Min; Abecasis, Goncalo; Leal, Suzanne M.; Gabriel, Stacey; Rieder, Mark J.; Altshuler, David (janeiro de 2013). «Analysis of 6,515 exomes reveals the recent origin of most human protein-coding variants». Nature (em inglês) (7431): 216–220. ISSN 1476-4687. doi:10.1038/nature11690. Consultado em 11 de abril de 2022
NATHANIEL., JEANSON, (2022). TRACED;HUMAN DNA'S BIG SURPRISE. [S.l.]: MASTER BOOKS. OCLC 1306278031
Wilson, James (julho de 2021). «The Genealogical Adam and Eve: The Surprising Science of Universal Ancestry». Bulletin for Biblical Research (2): 234–236. ISSN 1065-223X. doi:10.5325/bullbiblrese.31.2.0234. Consultado em 11 de abril de 2022
JOSHUA., SWAMIDASS, S. (2021). GENEALOGICAL ADAM AND EVE : the surprising science of universal ancestry. [S.l.]: INTERVARSITY PRESS. OCLC 1253354060
Kivisild, T.; Shen, P.; Wall, D.; Do, B.; Sung, R.; Davis, K.; Passarino, G.; Underhill, P.; Scharfe, C. (2006). «The Role of Selection in the Evolution of Human Mitochondrial Genomes». Genetics. doi:10.1534/genetics.105.043901. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R.; Lee, Stephen; Sanford, J. (2018). «An Overview of the Independent Histories of the Human Y Chromosome and the Human Mitochondrial chromosome». doi:10.15385/JPICC.2018.8.1.15. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R. (2007). «Mitochondrial diversity within modern human populations». Nucleic acids research. doi:10.1093/nar/gkm207. Consultado em 11 de abril de 2022
Rohde, Douglas L. T.; Olson, Steve; Chang, Joseph T. (setembro de 2004). «Modelling the recent common ancestry of all living humans». Nature (em inglês) (7008): 562–566. ISSN 1476-4687. doi:10.1038/nature02842. Consultado em 11 de abril de 2022
Sollars, Vincent; Lu, Xiangyi; Xiao, Li; Wang, Xiaoyan; Garfinkel, Mark D.; Ruden, Douglas M. (janeiro de 2003). «Evidence for an epigenetic mechanism by which Hsp90 acts as a capacitor for morphological evolution». Nature Genetics (em inglês) (1): 70–74. ISSN 1546-1718. doi:10.1038/ng1067. Consultado em 30 de julho de 2023
Turner, Bryan M. (27 de novembro de 2009). «Epigenetic
responses to environmental change and their evolutionary
implications». Philosophical Transactions of the Royal Society
B: Biological Sciences (em inglês) (1534): 3403–3418.
ISSN 0962-8436.
PMC 2781845
.
PMID 19833651.
doi:10.1098/rstb.2009.0125.
Consultado em 30 de julho de 2023
Kooke, Rik; Johannes, Frank; Wardenaar, René; Becker, Frank; Etcheverry, Mathilde; Colot, Vincent; Vreugdenhil, Dick; Keurentjes, Joost J.B. (1 de fevereiro de 2015). «Epigenetic Basis of Morphological Variation and Phenotypic Plasticity inArabidopsis thaliana». The Plant Cell (2): 337–348. ISSN 1532-298X. doi:10.1105/tpc.114.133025. Consultado em 30 de julho de 2023
Vermeij, Geerat J. (15 de jan. de 2016). «Gigantism
and Its Implications for the History of Life». PLOS ONE (em
inglês) (1): e0146092. ISSN 1932-6203.
PMC 4714876
.
PMID 26771527.
doi:10.1371/journal.pone.0146092.
Consultado em 30 de julho de 2023
Lamsdell, James C.; Braddy, Simon J. (23 de abril de 2010).
«Cope's
Rule and Romer's theory: patterns of diversity and gigantism in
eurypterids and Palaeozoic vertebrates». Biology Letters (em
inglês) (2): 265–269. ISSN 1744-9561.
PMC 2865068
.
PMID 19828493.
doi:10.1098/rsbl.2009.0700.
Consultado em 30 de julho de 2023
Braddy, Simon J; Poschmann, Markus; Tetlie, O. Erik (23 de
fevereiro de 2008). «Giant
claw reveals the largest ever arthropod». Biology Letters (em
inglês) (1): 106–109. ISSN 1744-9561.
PMC 2412931
.
PMID 18029297.
doi:10.1098/rsbl.2007.0491.
Consultado em 30 de julho de 2023
Schoenemann, Brigitte; Poschmann, Markus; Clarkson, Euan N. K. (28 de novembro de 2019). «Insights into the 400 million-year-old eyes of giant sea scorpions (Eurypterida) suggest the structure of Palaeozoic compound eyes». Scientific Reports (em inglês) (1). 17797 páginas. ISSN 2045-2322. doi:10.1038/s41598-019-53590-8. Consultado em 30 de julho de 2023
Briggs, Derek E.G.; Roach, Brian T. (janeiro de 2020). «Excavating eurypterids, giant arthropods of the Palaeozoic». Geology Today (em inglês) (1): 16–21. ISSN 0266-6979. doi:10.1111/gto.12296. Consultado em 30 de julho de 2023
Elvis, A. M.; Ekta, J. S. (2011). «Ozone
therapy: A clinical review». Journal of Natural Science,
Biology, and Medicine. 2 (1):
66–70. ISSN 0976-9668.
PMC 3312702
.
PMID 22470237.
doi:10.4103/0976-9668.82319
Hernandez, Alberto; Vinals, Montserrat; Pablos, Asuncion; Vilas, Francisco; Papadakos, Peter J.; Wijeysundera, Duminda N.; Vives, Marc (12 de junho de 2020). «Ozone therapy for patients with SARS-COV-2 pneumonia: a single-center prospective cohort study». medRxiv (em inglês): 2020.06.03.20117994. doi:10.1101/2020.06.03.20117994
Schwartz, Adriana; Martínez-Sánchez, Gregorio; Lucía, Alejandra Menassa de; Viana, Sergio Mejía; Mita, Constanta Alina (12 de julho de 2020). «Complementary Application of the Ozonized Saline Solution in Mild and Severe Patients with Pneumonia Covid-19: A Non-randomized Pilot Study» (em inglês)
Braidy, Nady; Izadi, Morteza; Sureda, Antoni; Jonaidi‐Jafari, Nematollah; Banki, Abdolali; Nabavi, Seyed F.; Nabavi, Seyed M. (2018). «Therapeutic relevance of ozone therapy in degenerative diseases: Focus on diabetes and spinal pain». Journal of Cellular Physiology (em inglês). 233 (4): 2705–2714. ISSN 1097-4652. doi:10.1002/jcp.26044
Liu, Jian; Zhang, Peng; Tian, Jing; Li, Lun; Li, Jun; Tian, Jin Hui; Yang, KeHu (2015). «Ozone therapy for treating foot ulcers in people with diabetes». Cochrane Database of Systematic Reviews (em inglês) (10). ISSN 1465-1858. doi:10.1002/14651858.CD008474.pub2
Zhang, Jing; Guan, Meiping; Xie, Cuihua; Luo, Xiangrong; Zhang, Qian; Xue, Yaoming (24 de junho de 2014). «Increased Growth Factors Play a Role in Wound Healing Promoted by Noninvasive Oxygen-Ozone Therapy in Diabetic Patients with Foot Ulcers». Oxidative Medicine and Cellular Longevity (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2020
Tang, Wen-Juan; Jiang, Long; Wang, Ying; Kuang, Ze-Min (15 de
dezembro de 2017). «Ozone
therapy induced sinus arrest in a hypertensive patient with chronic
kidney disease». Medicine. 96
(50). ISSN 0025-7974.
PMC 5815785
.
PMID 29390373.
doi:10.1097/MD.0000000000009265
Iovski, M. (2000). «Doppler blood flow velocity waveforms in hypertensive pregnant women». International Journal of Gynecology & Obstetrics. 70: D119–D119. ISSN 0020-7292. doi:10.1016/s0020-7292(00)84563-4
Wang, Xiaoqi (28 de fevereiro de 2018). «Emerging roles of ozone in skin diseases». Zhong Nan Da Xue Xue Bao. Yi Xue Ban = Journal of Central South University. Medical Sciences. 43 (2): 114–123. ISSN 1672-7347. PMID 29559592. doi:10.11817/j.issn.1672-7347.2018.02.002
Eyre-Walker, A.; Keightley, P. D. (2007). «The distribution of fitness effects of new mutations». Nature Reviews Genetics. 8 (8): 610-618
Brown, Wesley M.; Prager, Ellen M.; Wang, Alice; Wilson, Allan C. (julho de 1982). «Mitochondrial DNA sequences of primates: Tempo and mode of evolution». Journal of Molecular Evolution (4): 225–239. ISSN 0022-2844. doi:10.1007/bf01734101. Consultado em 20 de março de 2025
«ConfirmedMutations < MITOMAP < Foswiki». www.mitomap.org (em inglês). Consultado em 20 de março de 2025
Brown, Wesley M.; Prager, Ellen M.; Wang, Alice; Wilson, Allan C. (julho de 1982). «Mitochondrial DNA sequences of primates: Tempo and mode of evolution». Journal of Molecular Evolution (4): 225–239. ISSN 0022-2844. doi:10.1007/bf01734101. Consultado em 20 de março de 2025
Coia, V. (2016). «Mitochondrial diversity of modern Sudanese populations: Genetic contributions of sub-Saharan and North African populations». Human Biology. 88 (4): 203-214
Howell, N. (1991). «Evolutionary conservation of protein regions in the protonmotive cytochrome b gene and their possible roles in redox catalysis». Journal of Molecular Evolution. 33 (2): 157-167
Parsons, T. J. (1997). «A high observed substitution rate in the human mitochondrial DNA control region». Nature Genetics. 15 (4): 363-368
Lee, J. H. (2021). «Severe hypoxia significantly impairs DNA repair systems at the molecular level»
Raule, Mary; Cerruti, Fulvia; Cascio, Paolo (setembro de 2014). «Enhanced rate of degradation of basic proteins by 26S immunoproteasomes». Biochimica et Biophysica Acta (BBA) - Molecular Cell Research (9): 1942–1947. ISSN 0167-4889. doi:10.1016/j.bbamcr.2014.05.005. Consultado em 4 de junho de 2025
Awasthi, Sanjay; Hindle, Ashly; Sawant, Neha A.; George,
Mathew; Vijayan, Murali; Kshirsagar, Sudhir; Morton, Hallie;
Bunquin, Lloyd E.; Palade, Philip T. (10 de novembro de 2021).
«RALBP1
in Oxidative Stress and Mitochondrial Dysfunction in Alzheimer's
Disease». Cells (11). 3113 páginas. ISSN 2073-4409.
PMC 8620796
.
PMID 34831336.
doi:10.3390/cells10113113.
Consultado em 4 de junho de 2025
Tranah, Gregory J.; Yokoyama, Jennifer S.; Katzman, Shana M.; Nalls, Michael A.; Newman, Anne B.; Harris, Tamara B.; Cesari, Matteo; Manini, Todd M.; Schork, Nicholas J. (1 de fevereiro de 2014). «Mitochondrial DNA sequence associations with dementia and amyloid-β in elderly African Americans». Neurobiology of Aging (2): 442.e1–442.e8. ISSN 0197-4580. doi:10.1016/j.neurobiolaging.2013.05.023. Consultado em 4 de junho de 2025
Hoeijmakers, J. H. J. (2001). «Genome maintenance mechanisms for preventing cancer». Nature. 411 (6833): 36-42
Tubiana, M. (2009). «The linear no-threshold relationship is inconsistent with radiation biologic and experimental data». Radiology. 251 (1): 13-22
Kenney, M. Cristina; Chwa, Marilyn; Atilano, Shari R.; Falatoonzadeh, Payam; Ramirez, Claudio; Malik, Deepika; Tarek, Mohamed; del Carpio, Javier Cáceres; Nesburn, Anthony B. (1 de fevereiro de 2014). «Molecular and bioenergetic differences between cells with African versus European inherited mitochondrial DNA haplogroups: Implications for population susceptibility to diseases». Biochimica et Biophysica Acta (BBA) - Molecular Basis of Disease (2): 208–219. ISSN 0925-4439. doi:10.1016/j.bbadis.2013.10.016. Consultado em 4 de junho de 2025
Wallace, Douglas C. (19 de julho de 2013). «Bioenergetics
in human evolution and disease: implications for the origins of
biological complexity and the missing genetic variation of common
diseases». Philosophical Transactions of the Royal Society B:
Biological Sciences (1622). 20120267 páginas. PMC 3685467
.
PMID 23754818.
doi:10.1098/rstb.2012.0267.
Consultado em 4 de junho de 2025
Ma, Jun; Coarfa, Cristian; Qin, Xiang; Bonnen, Penelope E.; Milosavljevic, Aleksandar; Versalovic, James; Aagaard, Kjersti (3 de abril de 2014). «mtDNA haplogroup and single nucleotide polymorphisms structure human microbiome communities». BMC Genomics (1). 257 páginas. ISSN 1471-2164. doi:10.1186/1471-2164-15-257. Consultado em 4 de junho de 2025
Gilbert, M. T. P. (2008). «Paleo-Eskimo mtDNA genome reveals matrilineal discontinuity in Greenland». Science. 320 (5882): 1300-1302
Shapiro, B. (2004). «Rise and fall of the Beringian steppe bison». Science. 306 (5701): 1561-1565
Smith; et al. (2022). «Nossos experimentos demonstraram que a exposição a radiações ionizantes superiores a 2 Gray resultou em uma deterioração significativa na atividade da PARP1, uma enzima crucial na detecção de lesões de DNA» !CS1 manut: Uso explícito de et al. (link)
Lee; et al. (2021). «Análises detalhadas mostraram que a hipóxia severa, frequentemente associada a eventos catastróficos, compromete significativamente os sistemas de reparo do DNA em níveis moleculares» !CS1 manut: Uso explícito de et al. (link)
Kim; et al. (2020). «Experimentos controlados indicam que a radiação ionizante induz degradação proteolítica de sensores críticos como PARP1 e componentes do complexo MRN, comprometendo os mecanismos de reparo» !CS1 manut: Uso explícito de et al. (link)
Kimura, M. (1983). The Neutral Theory of Molecular Evolution. [S.l.]: Cambridge University Press
Eyre-Walker, A.; Keightley, P. D. (2007). «The distribution of fitness effects of new mutations». Nature Reviews Genetics. 8 (8): 610-618
Chapman, Clark R. (15 de maio de 2004). «The hazard of near-Earth asteroid impacts on earth». Earth and Planetary Science Letters (1): 1–15. ISSN 0012-821X. doi:10.1016/j.epsl.2004.03.004. Consultado em 28 de maio de 2025
Cho, H. E.; Horstemeyer, M. F.; Baumgardner, J. R. (1 de dezembro de 2017). «Unified Static and Dynamic Recrystallization Model for the Minerals of Earth's Mantle Using Internal State Variable Model». AGU Fall Meeting Abstracts. 24
Baumgardner, John (novembro de 2005). «Carbon-14 Evidence for a Recent Global Flood and a Young Earth». www.icr.org (em inglês). Technical Papers of Discovery Center For Science & Earth History. Consultado em 20 de agosto de 2019
«Radioisotopes and the Age of the Earth, Volume II». www.icr.org (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2019
Berthault, G.; Lalomov, A. V.; Tugarova, M. A. (1 de janeiro de 2011). «Reconstruction of paleolithodynamic formation conditions of Cambrian-Ordovician sandstones in the Northwestern Russian platform». Lithology and Mineral Resources (em inglês). 46 (1): 60–70. ISSN 1608-3229. doi:10.1134/S0024490211010020
Cho, H. E.; Horstemeyer, M. F.; Baumgardner, J. R. (1 de dezembro de 2017). «Unified Static and Dynamic Recrystallization Model for the Minerals of Earth's Mantle Using Internal State Variable Model». AGU Fall Meeting Abstracts. 24
Baumgardner, John (novembro de 2005). «Carbon-14 Evidence for a Recent Global Flood and a Young Earth». www.icr.org (em inglês). Technical Papers of Discovery Center For Science & Earth History. Consultado em 20 de agosto de 2019
«Radioisotopes and the Age of the Earth, Volume II». www.icr.org (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2019
ww/9780199540884.013.34943
«Simpson, James Walter Thorburn, (nascido em 27 de julho de 1944),
Partner, Simpson & Brown, Architects, 1977–2010, Consultor,
desde 2010» Verifique valor |url=
(ajuda).
Oxford University Press. Who's Who. 1 de dezembro de 2007.
Consultado em 17 de junho de 2025
Puttick, Mark N.; Thomas, Gavin H.; Benton, Michael J. (abril de 2016). «Datação da placentalia: Relógios morfológicos não conseguem fechar a lacuna molecular fóssil». Evolução (4): 873–886. ISSN 0014-3820. doi:10.1111/evo.12907. Consultado em 17 de junho de 2025
Chapman, Clark R. (15 de maio de 2004).
sciencedirect.com/science/
article/pii/S0012821X04001761 «O perigo dos impactos de asteróides
próximos da Terra na Terra» Verifique valor |url=
(ajuda).
Earth and Planetary Science Letters (1): 1–15. ISSN 0012-821X.
doi:10.1016/j.epsl.2004.03.
004 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 28 de maio de 2025
Eldredge, N.; Gould, SJ (1972). Punctuated Equilibria: An Alternative to Phyletic Gradualism. San Francisco: Freeman Cooper. pp. 82–115 </ ref><ref>Gould, SJ; Eldredge, N. (1977). «Equilíbrio pontuado: o ritmo e o modo de evolução reconsiderados». Paleobiology. 3: 115-151
Gould, SJ (1977). «O ritmo errático da evolução». História Natural. 86 (5): 12-16
Gould, SJ (1980). «Está surgindo uma teoria nova e geral da evolução?». Paleobiologia. 6 (1): 119-130
Gould, SJ; Eldredge, N. (1977). «Equilíbrio perfurado: o ritmo e o modo de evolução reconsiderados». Paleobiologia. 3 (2): 115-151
Stanley, SM (1979). Macroevolução: Padrão e processo. San Francisco: Freeman
Gould, SJ (1982). «Perspectivas sobre a Evolução». The Meaning of Punctuated Equilibria. Sunderland: Sinauer Associates
Gould, SJ (1992). Ever Since Darwin: Reflections on Natural History. [S.l.]: WW Norton & Company
Gould, SJ (1992). O Polegar do Panda: Mais Reflexões sobre História Natural. Nova Iorque: WW Norton & Empresa
Gould, SJ (2002). The Structure of Evolutionary Theory. Cambridge, MA: Belknap
Gould, SJ (2007). Punctuated Equilibrium. [S.l.]: Harvard University Press
Sanford, John; Brewer, Wesley; Smith, Franzine; Baumgardner,
John (17 de setembro de 2015). gov/articles/PMC4573302/
«O problema do tempo de espera em uma população modelo de
hominíneos» Verifique valor |url=
(ajuda).
Biologia Teórica e Modelagem Médica. 18 páginas.
ISSN 1742-4682.
PMC 4573302
.
PMID 26376851.
doi:10.1186/s12976-015-0016-z.
Consultado em 17 de junho de 2025
Sanford, John; Carter, Robert; Brewer, Wes; Baumgardner, John;
Potter, Bruce; Potter, Jon (27 de julho de 2018).
cedarville.edu/icc_
procedimentos/vol8/iss1/8 «Adão e Eva, diversidade projetada e
frequências alélicas» Verifique valor |url=
(ajuda).
Atas da Conferência Internacional sobre Criacionismo (1).
ISSN 2639-4006.
doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.
20 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 17 de junho de 2025
Hössjer, Ola; Bechly, Günter; Gauger, Ann (7 de setembro de
2021). sciencedirect.com/science/
article/pii/S0022519321000795 «Sobre o tempo de espera até que
mutações coordenadas sejam fixadas em sequências regulatórias»
Verifique valor |url=
(ajuda).
Journal of Theoretical Biology. 110657 páginas.
ISSN 0022-5193.
doi:10.1016/j.jtbi.2021.
110657 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 17 de junho de 2025
LeMaster, James C. (17 de julho de 2018).
org/ojs/index.php/main/
article/view/BIO-C.2018.2 «O problema do tempo de espera da
evolução e formas sugeridas para superá-lo – uma pesquisa
crítica» Verifique valor |url=
(ajuda).
BIO-Complexidade (em inglês) (0). ISSN 2151-7444.
doi:10.5048/BIO-C.2018.2.
Consultado em 17 de junho de 2025
Sanford, John; Brewer, Wesley; Smith, Franzine; Baumgardner,
John (17 de setembro de 2015). s12976-015-0016-z
«O problema do tempo de espera numa população modelo de
hominíneos» Verifique valor |url=
(ajuda).
Biologia Teórica e Modelação Médica (1). 18 páginas.
ISSN 1742-4682.
PMC 4573302
.
PMID 26376851.
doi:10.1186/s12976-015-0016-z.
Consultado em 17 de junho de 2025
CTR0 (26 de setembro de 2018). [http:// www.reddit.com/r/
DebateEvolution/comments/ 9j4lrj/john_c_sanford_author_
of_genetic_entropy_is/ «John C Sanford, autor de Entropia Genética,
falará sobre o assunto no Instituto Nacional de Saúde em 18 de
outubro em uma palestra intitulada "Perda genética líquida em
humanos, bactérias e vírus."»] Verifique valor |url=
(ajuda).
r/DebateEvolution. Consultado em 17 de junho de 2025
Sanford, John; Baumgardner, John; Brewer, Wesley; Gibson,
Paul; ReMine, Walter (12 de outubro de 2020). cedarville.edu/icc_
procedimentos/vol6/iss1/16 «Usando Simulação Numérica para
Testar a Validade da Teoria Neodarwiniana» Verifique valor
|url=
(ajuda).
Atas da Conferência Internacional sobre Criacionismo (1).
ISSN 2639-4006.
Consultado em 17 de junho de 2025
Richards, Mark A.; Alvarez, Walter; Self, Stephen; Karlstrom,
Leif; Renne, Paul R.; Mangá, Michael; Sprain, Courtney J.; Smit,
Jan; Vanderkluysen, Loÿc (1 de novembro de 2015). B31167.1
«Desencadeamento das maiores erupções do Deccan pelo impacto de
Chicxulub» Verifique valor |url=
(ajuda).
Boletim GSA (11-12): 1507–1520. ISSN 0016-7606.
doi:10.1130/B31167.1.
Consultado em 18 de junho de 2025
Chatterjee, Sankar; Rudra, Dhiraj Kumar (31 de dezembro de
2008). jop.2008.241
«Evento de impacto de Shiva e suas implicações para o Vulcanismo
de Deccan e Extinção de Dinossauros» Verifique valor |url=
(ajuda).
Journal of Palaeosciences ((1-3)): 235–250. ISSN 2583-4266.
doi:10.54991/jop.2008.241.
Consultado em 18 de junho de 2025
Kütz, Robert Jan (23 de abril de 2025). «A hipótese do impacto como mecanismo de origem da bacia amazônica - análise dos impactos antípodas dos corpos celestes e seu impacto na morfotectônica global» (em inglês). doi:10.31223/x52t6k. Consultado em 17 de junho de 2025
Armitage, Mark Hollis; Anderson, Kevin Lee (1 de julho de
2013). elsevier.com/retrieve/pii/
S0065128113000020 «Folhas macias de osso fibrilar de um fóssil do
chifre supraorbital do dinossauro Triceratops horridus»
Verifique valor |url=
(ajuda).
Acta Histochemica (6): 603–608. ISSN 0065-1281.
doi:10.1016/j.acthis.2013.01.
001 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 2 de março de 2025
[https:// paleontologiahoje.com/2024/03/
21/descoberta-de-tecido-mole- em-fosseis/ «Descoberta de tecido
mole em fósseis»] Verifique valor |url=
(ajuda).
Paleontologia Hoje. 21 de março de 2024
org.br/coluna/para-alem-dos-
ossos/ «Para além dos ossos» Verifique valor |url=
(ajuda).
Ciência Hoje. 21 de março de 2024
noticias/historia-hoje/
vestigio -de-tecido-mole-e- identificado-em-fóssil-de-
dinossauro.phtml «Fragmentos de colágeno são identificados em
fósseis de dinossauros» Verifique valor |url=
(ajuda).
Aventuras na História. 21 de março de 2024
[https:// historiaestudio.com.br/fossil-
de-444-milhoes-de-anos-revela- detalhes-ineditos-de-tecidos- moles/
«Fóssil de 444 milhões de anos revela detalhes inéditos de
tecidos moles»] Verifique valor |url=
(ajuda).
Historia Estúdio. 21 de março de 2024
evidenciasonline.org/files/
pdf/ciencia-das-origens/ ciencia-das-origens_12.pdf «Descoberta
sensacional! Tecidos moles e elásticos de dinossauros!»
Verifique valor |url=
(ajuda)
(PDF). Evidências Online. 21 de março de 2024
[https://
paleontologiahoje.com/2021/03/09/descoberta-de-tecidos-
moles-e-elasticos-em-fossil- de-um/ «Descoberta de tecidos moles e
elásticos em fóssil de um Tyrannosaurus rex»] Verifique valor
|url=
(ajuda).
Paleontologia Hoje. 9 de março de 2021
Gobbo, Silvia Regina; Bertini, Reinaldo J. (25 de junho de
2015). unicamp.br/ojs/index.php/td/
article/view/8637374 «Tecidos moles (não resistentes): como se
fossilizam?» Verifique valor |url=
(ajuda).
Terrae Didatica (1). 2 páginas. ISSN 1980-4407.
doi:10.20396/td.v10i1.8637374.
Consultado em 19 de junho de 2025
Crabtree, Gerald R. (janeiro de 2013). nih.gov/23153597/
«Nosso intelecto frágil. Parte II» Verifique valor |url=
(ajuda).
Tendências em genética: TIG (1): 3–5. ISSN 0168-9525.
PMID 23153597.
doi:10.1016/j.tig.2012.10.003.
Consultado em 11 de abril de 2022
Rabosky, Daniel L.; Lovette, Irby J. (agosto de 2008).
nih.gov/18452577/
«Radiações evolutivas explosivas: diminuindo a especiação ou
aumentando a extinção ao longo do tempo?» Verifique valor
|url=
(ajuda).
Evolução; International Journal of Organic Evolution (8):
1866–1875. ISSN 0014-3820.
PMID 18452577.
doi:10.1111/j.1558-5646.2008.
00409.x Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 6 de dezembro de 2022
nih.gov/23201682/
«Análise de 6.515 exomas revela a origem recente da maioria das
variantes codificadoras de proteínas humanas D.» Verifique
valor |url=
(ajuda):
216–220. ISSN 1476-4687.
PMC 3676746
.
PMID 23201682.
doi:10.1038/nature11690
Stenson, Peter D.; Mort, Mateus; Ball, Edward V.; Evans, Katy;
Hayden, Matthew; Heywood, Sally; Hussain, Michelle; Phillips, Andrew
D.; Cooper, David N. (1 de junho de 2017). s00439-017-1779-6
«Banco de dados de mutações genéticas humanas: rumo a um
repositório abrangente de dados de mutações herdadas para
pesquisa médica, diagnóstico genético e estudos de sequenciamento
de próxima geração» Verifique valor |url=
(ajuda).
Genética Humana (em inglês) (6): 665–677. ISSN 1432-1203.
PMC 5429360
.
PMID 28349240.
doi:10.1007/s00439-017-1779-6.
Consultado em 11 de abril de 2022
Sanford, John; Carter, Robert; Brewer, Wes; Baumgardner, John;
Potter, Bruce; Potter, Jon (2018). 15385/jpicc.2018.8.1.20
«Adão e Eva, projetaram a diversidade,e frequências alélicas»
Verifique valor |url=
(ajuda).
The Proceedings of the International Conference on Creationism (1):
200–216. ISSN 2639-4006.
doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.20.
Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, Robert; Lee, Stephen; Sanford, John (27 de julho de
2018). cedarville.edu/icc_
procedimentos/vol8/iss1/7 «Uma Visão Geral das Histórias
Independentes do Cromossomo Y Humano e do Cromossomo Mitocondrial
Humano» Verifique valor |url=
(ajuda).
Anais da Conferência Internacional sobre Criacionismo (1).
ISSN 2639-4006.
doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.
15 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 11 de abril de 2022
Cooper, David N.; Chen, Jian-Min; Ball, Edward V.; Howells,
Katy; Mort, Matthew; Phillips, Andrew D.; Chuzhanova, Nadia;
Krawczak, Michael; Kehrer-Sawatzki, Hildegard (13 de abril de 2010).
wiley.com/doi/10.1002/humu.
21260 «Genes, mutações e doenças hereditárias humanas no
alvorecer da era da genômica personalizada» Verifique valor
|url=
(ajuda).
Mutação Humana (6): 631–655. doi:10.1002/humu.21260.
Consultado em 11 de abril de 2022
Belyeu, Jonathan R.; Marca, Harrison; Wang, Harold; Zhao,
Xuefang; Pedersen, Brent S.; Feusier, Julie; Gupta, Meenal;
Nicholas, Thomas J.; Marrom, Joseph (1 de abril de 2021).
sciencedirect.com/science/
article/pii/S0002929721000549 «Taxas de mutação estrutural de
novo e vieses de origem dos gametas revelados através do
sequenciamento do genoma de 2.396 famílias» Verifique valor
|url=
(ajuda).
The American Journal of Human Genetics (em inglês) (4): 597–607.
ISSN 0002-9297.
doi:10.1016/j.ajhg.2021.02.
012 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 11 de abril de 2022
autor., Eberlin, Marcos, 1959-. oclc/1108779199
Previsão : como a química da vida revela planejamento e
propósito Verifique valor |url=
(ajuda).
[S.l.: s.n.] OCLC 1108779199
Britnell, Mark (18 de março de 2019). bolsa
de imprensa universitária.com/view/10.1093/oso/
9780198836520.001.0001/oso- 9780198836520-chapter-18 «Saúde
universal em nossa vida? Todos ensinam, todos aprendem»
Verifique valor |url=
(ajuda).
Oxford University Press: 144–152. ISBN 978-0-19-883652-0.
doi:10.1093/oso/
9780198836520.003.0018 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 11 de abril de 2022 </
ref><ref>Sanford, J.; Carter, R.; Cervejeiro, W.;
Baumgardner, J.; Potter, Bruce E.; Potter, J. (2018).
semanticscholar.org/paper/
Adam-and-Eve,-Designed- Diversity,-and-Allele-Sanford- Carter/
29e33631eb2ed7f6d4e4e7ca74272a 99d9f6fe51 «Adão e Eva, diversidade
projetada e frequências alélicas» Verifique valor |url=
(ajuda).
doi:10.15385/JPICC.2018.8.1.
20 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, Robert; Lee, Stephen; Sanford, John (27 de julho de
2018). cedarville.edu/icc_
procedimentos/vol8/iss1/7 «Uma Visão Geral das Histórias
Independentes do Cromossomo Y Humano e do Cromossomo Mitocondrial
Humano» Verifique valor |url=
(ajuda).
Anais da Conferência Internacional sobre Criacionismo (1).
ISSN 2639-4006.
doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.
15 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 11 de abril de 2022
Sodré, GBN (18 de julho de 2021).
wordpress.com/2021/07/18/um-
dos-maiores-cientistas-da- atualidade-decreta-o-fim-da-
polemica-criacionismo-versus- evolucionismo/ «Um dos maiores
cientistas da atualidade decreta em apenas 1 minuto, o fim da
polêmica criacionismo versus evolucionismo» Verifique valor
|url=
(ajuda).
Jornal da Ciência. doi:10.
13140/RG.2.2.23766.73282 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 11 de abril de 2022 </ ref> , ou
seja, isso confirma o relato bíblico de destruição do Gênesis
quando fala dos ancestrais iniciais Adão e Eva<ref>Sanford,
John; Carter, Robert; Brewer, Wes; Baumgardner, John; Potter, Bruce;
Potter, Jon (2018). 15385/jpicc.2018.8.1.20
«Adão e Eva, diversidade projetada e frequências alélicas»
Verifique valor |url=
(ajuda).
Anais da Conferência Internacional sobre Criacionismo (1): 200–216.
ISSN 2639-4006.
doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.20.
Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R. (2007). semanticscholar.org/paper/
Mitochondrial-diversity- within-modern-human-Carter/
5902ca7a1a5af5b193a8dfe36b24e9 87e6fa12da «Diversidade mitocondrial
em populações humanas modernas» Verifique valor |url=
(ajuda).
Pesquisa de ácidos nucleicos. doi:10.1093/nar/gkm207.
Consultado em 11 de abril de 2022 </ ref>, bem
como confirmar genealogias estatísticas em torno de 6.000 anos como
distância temporal dos patriarcas ancestrais da humanidade
<ref>Yan, Shi; Wang, Chuan-Chao; Zheng, Hong-Xiang;
Wang, Wei; Qin, Zhen-Dong; Wei, Lan-Hai; Wang, Yi; Pan, Xue-Dong;
Fu, Wen-Qing (29 de agosto de 2014). org/plosone/article?id=10.
1371/journal.pone.0105691 «Y Cromossomos de 40% chineses
descendentes de três superavôs neolíticos» Verifique valor
|url=
(ajuda).
PLOS ONE (8): e105691. ISSN 1932-6203.
PMC 4149484
.
PMID 25170956.
doi:10.1371/journal.pone.
0105691 Verifique
|doi=
(ajuda).
Consultado em 6 de dezembro de 2022
Fu, Wenqing; O'Connor, Timothy D.; Jun, Goo; Kang, Hyun Min;
Abecasis, Gonçalo; Leal, Suzanne M.; Gabriel, Stacey; Rieder, Mark
J.; Altshuler, David (janeiro de 2013). «Análise
de 6.515 exomas revela a origem recente da maioria das variantes
codificadoras de proteínas humanas». Nature (em inglês)
(7431): 216–220. ISSN 1476-4687.
doi:10.1038/nature11690.
Consultado em 11 de abril de 2022 zero width space
character character in |url=
at position 44 (ajuda)
{ {Citar livro|url= http://worldcat.org/ oclc/1306278031|título=TRACED; A GRANDE SURPRESA DO DNA HUMANO |ultimo=NATHANIEL.| primeiro=JEANSON,|dados=2022| editora=MASTER BOOKS|oclc=1306278031}}
oclc/1253354060
ADÃO E EVA GENEALOGICOS primeiro=SWAMIDASS, S. Verifique valor
|url=
(ajuda).
[S.l.]: INTERVARSITY PRESS. 2021. OCLC 1253354060
!CS1 manut: Falta pipe (link)
Carter, R.; Lee, Stephen; Sanford, J. (2018).
semanticscholar.org/paper/An-
Overview-of-the-Independent- Histories-of-the-Y-Carter-Lee/
1ab8353c74e5def56b6491fe330664 9c5c620bfc «Uma visão geral das
histórias independentes do cromossomo Y humano e do cromossomo
mitocondrial humano» Verifique valor |url=
(ajuda).
doi:10.15385/JPICC.2018.8.1.
15 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R. (2007). semanticscholar.org/paper/
Mitochondrial-diversity- within-modern-human-Carter/
5902ca7a1a5af5b193a8dfe36b24e9 87e6fa12da «Diversidade mitocondrial
em populações humanas modernas» Verifique valor |url=
(ajuda).
Pesquisa de ácidos nucleicos. doi:10.1093/nar/gkm207.
Consultado em 11 de abril de 2022 </ ref> sendo
que, desde 2004, já se admite que dos atuais vivos, "o MRCA
(ancestral comum mais recente) de todos os humanos atuais viveu
apenas alguns milhares de anos atrás . |data=2004-09
|acessodata=2022-04-11 |jornal=Nature |número=7008 |ultimo=Rohde
|primeiro=Douglas LT |ultimo2=Olson |primeiro2=Steve
|paginas=562–566 |lingua=en |doi=10.1038/nature02842
|issn=1476-4687 |ultimo3=Alterar |primeiro3=Joseph T.}}
Sanford, John; Carter, Robert; Brewer, Wes; Baumgardner, John; Potter, Bruce; Potter, Jon (2018). «Adam and Eve, designed diversity, and allele frequencies». The Proceedings of the International Conference on Creationism (1): 200–216. ISSN 2639-4006. doi:10.15385/jpicc.2018.8.1.20. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R. (2007). «Mitochondrial diversity within modern human populations». Nucleic acids research. doi:10.1093/nar/gkm207. Consultado em 11 de abril de 2022
Yan, Shi; Wang, Chuan-Chao; Zheng, Hong-Xiang; Wang, Wei; Qin,
Zhen-Dong; Wei, Lan-Hai; Wang, Yi; Pan, Xue-Dong; Fu, Wen-Qing (29
de agosto de 2014). «Y
Chromosomes of 40% Chinese Descend from Three Neolithic
Super-Grandfathers». PLOS ONE (em inglês) (8): e105691.
ISSN 1932-6203.
PMC 4149484
.
PMID 25170956.
doi:10.1371/journal.pone.0105691.
Consultado em 6 de dezembro de 2022
Fu, Wenqing; O’Connor, Timothy D; Akey, Joshua M (1 de dezembro de 2013). «Genetic architecture of quantitative traits and complex diseases». Current Opinion in Genetics & Development. Genetics of system biology (em inglês) (6): 678–683. ISSN 0959-437X. doi:10.1016/j.gde.2013.10.008. Consultado em 11 de abril de 2022
Fu, Wenqing; O’Connor, Timothy D.; Jun, Goo; Kang, Hyun Min; Abecasis, Goncalo; Leal, Suzanne M.; Gabriel, Stacey; Rieder, Mark J.; Altshuler, David (janeiro de 2013). «Analysis of 6,515 exomes reveals the recent origin of most human protein-coding variants». Nature (em inglês) (7431): 216–220. ISSN 1476-4687. doi:10.1038/nature11690. Consultado em 11 de abril de 2022
NATHANIEL., JEANSON, (2022). TRACED;HUMAN DNA'S BIG SURPRISE. [S.l.]: MASTER BOOKS. OCLC 1306278031
Wilson, James (julho de 2021). «The Genealogical Adam and Eve: The Surprising Science of Universal Ancestry». Bulletin for Biblical Research (2): 234–236. ISSN 1065-223X. doi:10.5325/bullbiblrese.31.2.0234. Consultado em 11 de abril de 2022
JOSHUA., SWAMIDASS, S. (2021). GENEALOGICAL ADAM AND EVE : the surprising science of universal ancestry. [S.l.]: INTERVARSITY PRESS. OCLC 1253354060
Kivisild, T.; Shen, P.; Wall, D.; Do, B.; Sung, R.; Davis, K.; Passarino, G.; Underhill, P.; Scharfe, C. (2006). «The Role of Selection in the Evolution of Human Mitochondrial Genomes». Genetics. doi:10.1534/genetics.105.043901. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R.; Lee, Stephen; Sanford, J. (2018). «An Overview of the Independent Histories of the Human Y Chromosome and the Human Mitochondrial chromosome». doi:10.15385/JPICC.2018.8.1.15. Consultado em 11 de abril de 2022
Carter, R. (2007). «Mitochondrial diversity within modern human populations». Nucleic acids research. doi:10.1093/nar/gkm207. Consultado em 11 de abril de 2022
Rohde, Douglas L. T.; Olson, Steve; Chang, Joseph T. (setembro de 2004). «Modelling the recent common ancestry of all living humans». Nature (em inglês) (7008): 562–566. ISSN 1476-4687. doi:10.1038/nature02842. Consultado em 11 de abril de 2022
Sollars, Vincent; Lu, Xiangyi; Xiao, Li; Wang, Xiaoyan;
Garfinkel, Mark D.; Ruden, Douglas M. (janeiro de 2003).
articles/ng1067z
«Evidência de um mecanismo epigenético pelo qual Hsp90 atua como
um capacitor para a evolução morfológica» Verifique valor
|url=
(ajuda).
Natureza Genética (1): 70–74. ISSN 1546-1718.
doi:10.1038/ng1067.
Consultado em 30 de julho de 2023
Turner, Bryan M. (27 de novembro de 2009). [https://
royalsocietypublishing.org/ doi/10.1098/rstb.2009.0125 «Respostas
epigenéticas às mudanças ambientais e suas implicações
evolutivas»] Verifique valor |url=
(ajuda).
Transações Filosóficas da Royal Society B: Ciências Biológicas
(1534): 3403–3418. ISSN 0962-8436.
PMC 2781845
.
PMID 19833651.
doi:10.1098/rstb.2009.0125.
Consultado em 30 de julho de 2023
Kooke, Rik; Johannes, Frank; Wardenaar, René; Becker, Frank;
Etcheverry, Mathilde; Colot, Vincente; Vreugdenhil, Dick;
Keurentjes, Joost JB (1 de fevereiro de 2015). 1105/tpc.114.133025
«Bases Epigenéticas da Variação Morfológica e Plasticidade
Fenotípica emArabidopsis thaliana» Verifique valor |url=
(ajuda).
A Célula Vegetal (2): 337–348. ISSN 1532-298X.
doi:10.1105/tpc.114.133025.
Consultado em 30 de julho de 2023
Vermeij, Geerat J. (15 de jan. de 2016).
org/plosone/article?id=10.
1371/journal.pone.0146092 «Gigantismo e suas implicações para a
história da vida» Verifique valor |url=
(ajuda).
PLOS ONE (1): e0146092. ISSN 1932-6203.
PMC 4714876
.
PMID 26771527.
doi:10.1371/journal.pone.
0146092 Verifique
|doi=
(ajuda).
Consultado em 30 de julho de 2023
Lamsdell, James C.; Braddy, Simon J. (23 de abril de 2010).
[https:// royalsocietypublishing.org/ doi/10.1098/rsbl.2009.0700
«Regra de Cope e teoria de Romer: padrões de diversidade e
gigantismo em euripterídeos e vertebrados paleozóicos»] Verifique
valor |url=
(ajuda).
Biology Letters (2): 265–269. ISSN 1744-9561.
PMC 2865068
.
PMID 19828493.
doi:10.1098/rsbl.2009.0700.
Consultado em 30 de julho de 2023
Braddy, Simon J; Poschmann, Markus; Tetlie, O. Erik (23 de
fevereiro de 2008). [https:// royalsocietypublishing.org/
doi/10.1098/rsbl.2007.0491 «Garra gigante revela o maior artrópode
de sempre»] Verifique valor |url=
(ajuda).
Cartas de Biologia (1): 106–109. ISSN 1744-9561.
PMC 2412931
.
PMID 18029297.
doi:10.1098/rsbl.2007.0491.
Consultado em 30 de julho de 2023
Schoenemann, Brigitte; Poschmann, Markus; Clarkson, Euan NK
(28 de novembro de 2019). articles/s41598-019-53590-8
«Insights sobre os olhos de 400 milhões de anos de escorpiões
marinhos gigantes (Eurypterida) sugerem a estrutura dos olhos
compostos do Paleozóico» Verifique valor |url=
(ajuda).
Relatórios Científicos (em inglês) (1). 17797 páginas.
ISSN 2045-2322.
doi:10.1038/s41598-019-53590-
8 Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 30 de julho de 2023
Briggs, Derek EG; Roach, Brian T. (janeiro de 2020).
wiley.com/doi/10.1111/gto.
12296 «Escavando euripterídeos, artrópodes gigantes do
Paleozóico» Verifique valor |url=
(ajuda).
Geologia Hoje (1): 16–21. ISSN 0266-6979.
doi:10.1111/gto.12296.
Consultado em 30 de julho de 2023
Elvis, AM; Ekta, JS (2011). gov/pmc/articles/PMC3312702/
«Ozonoterapia: Uma revisão clínica» Verifique valor |url=
(ajuda).
Journal of Natural Science, Biology, and Medicine. 2
(1): 66–70. ISSN 0976-9668.
PMC 3312702
.
PMID 22470237.
doi:10.4103/0976-9668.82319
Hernandez, Alberto; Vinals, Montserrat; Pablos, Assunção;
Vilas, Francisco; Papadakos, Pedro J.; Wijeysundera, Duminda N.;
Vives, Marc (12 de junho de 2020). content/10.1101/2020.06.03.
20117994v2 «Ozonoterapia para pacientes com pneumonia por
SARS-COV-2: um estudo de coorte prospectivo unicêntrico»
Verifique valor |url=
(ajuda).
medRxiv: 2020.06.03.20117994. doi:10.1101/2020.06.03.
20117994 Verifique |doi=
(ajuda)
Schwartz, Adriana; Martínez-Sánchez, Gregorio; Lucía,
Alejandra Menassa de; Viana, Sergio Mejía; Mita, Constanta Alina
(12 de julho de 2020). org/manuscript/202006.0233/v3
«Aplicação Complementar de Solução Salina Ozonizada em
Pacientes Leves e Graves com Pneumonia Covid-19: Um Estudo Piloto
Não Randomizado» Verifique valor |url=
(ajuda)
(em inglês)
Braidy, Nady; Izadi, Morteza; Sureda, Antoni; Jonaidi‐Jafari,
Nematollah; Banki, Abdolali; Nabavi, Seyed F.; Nabavi, Seyed M.
(2018). wiley.com/doi/abs/10.1002/jcp.
26044 «Relevância terapêutica da ozonioterapia em doenças
degenerativas: foco em diabetes e dor na coluna» Verifique
valor |url=
(ajuda).
Journal of Cellular Physiology. 233
(4): 2705–2714. ISSN 1097-4652.
doi:10.1002/jcp.26044
Liu, Jian; Zhang, Peng; Tian, Jing; Li, Lun; Li, Jun; Tian,
Jin Hui; Yang, KeHu (2015). cochranelibrary.com/cdsr/doi/
10.1002/14651858.CD008474. pub2/abstract «Ozonioterapia para
tratamento de úlceras nos pés em pessoas com diabetes»
Verifique valor |url=
(ajuda).
Cochrane Database of Systematic Reviews (em inglês) (10).
ISSN 1465-1858.
doi:10.1002/14651858.
CD008474.pub2 Verifique |doi=
(ajuda)
{{ Citar web|ultimo=Zhang|primeiro= Jing|ultimo2=Guan|primeiro2= Meiping|url= https://www. hindawi.com/journals/omcl/ 2014/273475/|titulo=Fatores de crescimento aumentados desempenham um papel na cicatrização de feridas promovido pela terapia não invasiva de oxigênio-ozônio em pacientes diabéticos com úlceras nos pés|data=2014-06-24|acessodata=2020-08-14|website= Medicina Oxidativa e Longevidade Celular|lingua=pt|ultimo3= Xie|primeiro3=Cuihua|ultimo4= Luo|primeiro4=Xiangrong| ultima5=Zhang|primeiro5=Qian| ultimo6=Xue|primeiro6=Yaoming} }
Tang, Wen-Juan; Jiang, Long; Wang, Ying; Kuang, Ze-Min (15 de
dezembro de 2017). gov/pmc/articles/PMC5815785/
«Ozonioterapia induziu parada sinusal em paciente hipertenso com
doença renal crônica» Verifique valor |url=
(ajuda).
Medicine. 96 (50). ISSN 0025-7974.
PMC 5815785
.
PMID 29390373.
doi:10.1097/MD.
000000000009265 Verifique
|doi=
(ajuda)
Iovski, M. (2000). 1016/s0020-7292(00)84563-4
«Ondas de velocidade de fluxo sanguíneo Doppler em gestantes
hipertensas» Verifique valor |url=
(ajuda).
International Journal of Gynecology & Obstetrics. 70:
D119–D119. ISSN 0020-7292.
doi:10.1016/s0020-7292(00)
84563-4 Verifique |doi=
(ajuda)
Wang, Xiaoqi (28 de fevereiro de 2018). nih.gov/29559592/
«Papéis emergentes do ozônio nas doenças de pele» Verifique
valor |url=
(ajuda).
Zhong Nan Da Xue Xue Bao. Yi Xue Ban = Jornal da Universidade
Centro-Sul. Ciências Médicas. 43
(2): 114–123. ISSN 1672-7347.
PMID 29559592.
doi:10.11817/j.issn.1672-
7347.2018.02.002 Verifique |doi=
(ajuda)
Guy Berthault, Guy (2013). «Orogenesis: Cause of Sedimentary Formations». Open Journal of Geology (em inglês) (02): 22–24. ISSN 2161-7570. doi:10.4236/ojg.2013.32B005. Consultado em 7 de junho de 2025
Lalomov, Alexander; Berthault, Guy (2013). «Sedimentological Conditions of Early Paleozoic Paleobasin in the Northwestern Russian Platform: Reconstruction of Paleolithodynamics and Mineral Resources». Open Journal of Geology (02): 41–45. ISSN 2161-7570. doi:10.4236/ojg.2013.32B010. Consultado em 7 de junho de 2025
Voje, Kjetil Lysne; Starrfelt, Jostein; Liow, Lee Hsiang (abril de 2018). «Model Adequacy and Microevolutionary Explanations for Stasis in the Fossil Record». The American Naturalist (4): 509–523. ISSN 0003-0147. doi:10.1086/696265. Consultado em 9 de junho de 2025
Lavoué, Sébastien; Miya, Masaki; Arnegard, Matthew E.;
McIntyre, Peter B.; Mamonekene, Victor; Nishida, Mutsumi (7 de abril
de 2011). «Remarkable
morphological stasis in an extant vertebrate despite tens of
millions of years of divergence». Proceedings. Biological
Sciences (1708): 1003–1008. ISSN 1471-2954.
PMC 3049028
.
PMID 20880884.
doi:10.1098/rspb.2010.1639.
Consultado em 9 de junho de 2025
Cerca, José; Meyer, Christian; Stateczny, Dave; Siemon, Dominik; Wegbrod, Jana; Purschke, Gunter; Dimitrov, Dimitar; Struck, Torsten H. (1 de janeiro de 2020). «Deceleration of morphological evolution in a cryptic species complex and its link to paleontological stasis». Evolution (1): 116–131. ISSN 0014-3820. doi:10.1111/evo.13884. Consultado em 9 de junho de 2025
González-Casarrubios, Alberto; Cepeda, Diego; Pardos, Fernando; Neuhaus, Birger; Yamasaki, Hiroshi; Herranz, María; Grzelak, Katarzyna; Maiorova, Anastassya; Adrianov, Andrey (1 de janeiro de 2023). «Towards a standardisation of morphological measurements in the phylum Kinorhyncha». Zoologischer Anzeiger: 217–223. ISSN 0044-5231. doi:10.1016/j.jcz.2022.11.015. Consultado em 9 de junho de 2025
Voje, Kjetil Lysne; Starrfelt, Jostein; Liow, Lee Hsiang (abril de 2018). «Model Adequacy and Microevolutionary Explanations for Stasis in the Fossil Record». The American Naturalist (4): 509–523. ISSN 0003-0147. doi:10.1086/696265. Consultado em 9 de junho de 2025
Crabtree, Gerald R. (janeiro de 2013). nih.gov/23153597/
«Nosso intelecto frágil. Parte II» Verifique valor |url=
(ajuda).
Tendências em genética: TIG (1): 3–5. ISSN 0168-9525.
PMID 23153597.
doi:10.1016/j.tig.2012.10.003.
Consultado em 11 de abril de 2022
Rabosky, Daniel L.; Lovette, Irby J. (agosto de 2008).
nih.gov/18452577/
«Radiações evolutivas explosivas: diminuindo a especiação ou
aumentando a extinção ao longo do tempo?» Verifique valor
|url=
(ajuda).
Evolução; International Journal of Organic Evolution (8):
1866–1875. ISSN 0014-3820.
PMID 18452577.
doi:10.1111/j.1558-5646.2008.
00409.x Verifique |doi=
(ajuda).
Consultado em 6 de dezembro de 2022
nih.gov/23201682/
«Análise de 6.515 exomas revela a origem recente da maioria das
variantes codificadoras de proteínas humanas D.» Verifique
valor |url=
(ajuda):
216–220. ISSN 1476-4687.
PMC 3676746
.
PMID 23201682.
doi:10.1038/nature11690
Kütz, Robert Jan (23 de abril de 2025).
repositório/view/9030/
«A hipótese de impacto como mecanismo de origem da bacia amazônica
- análise dos impactos antípodas de corpos celestes e seu impacto
na morfotectônica global» Verifique valor |url=
(ajuda)
(em inglês). doi:10.31223/x52t6k.
Consultado em 17 de junho de 2025
Henning, M. B. (2019). «Impact Cratering: Processes and Products». Cambridge University Press. doi:10.1017/9781108675309
Lana, C. (2019). «The Vredefort Impact Structure: A Review». Precambrian Research. 320: 192–219. doi:10.1016/j.precamres.2018.11.011
Ames, D. E. (2017). «The Sudbury Impact Structure: Evolution of a Multi-Ring Basin». Geological Society of America Bulletin. 129: 151–171. doi:10.1130/B31589.1
Masaitis, V. L. (2016). «The Popigai Impact Crater: Geology and Diamonds». Impact Craters in Russia: 45–62. doi:10.1007/978-3-319-33867-7_3
Strom, R. G. (2015). The Geology of the Moon: A Planetary Perspective. [S.l.]: Princeton University Press. pp. 120–145. doi:10.1515/9781400863950
Grieve, R. A. F. (2018). «Large Impact Basins on the Moon and Terrestrial Planets». Annual Review of Earth and Planetary Sciences. 46: 145–171. doi:10.1146/annurev-earth-082517-010048
Melosh, H. J. (2019). «Impact Cratering: A Geologic Process». Oxford University Press. doi:10.1093/oso/9780198846498.001.0001
Schmieder, M. (2018). «Impact Events and Their Effect on the Geological Record». Geochimica et Cosmochimica Acta. 220: 1–20. doi:10.1016/j.gca.2017.09.032
Artemieva, N. (2017). «Small Impact Craters: Formation and Preservation». Meteoritics & Planetary Science. 52: 87–102. doi:10.1111/maps.12805
Cabeça, James W. (1 de janeiro de 2010). j.icarus.2009.09.009
«Impacto Ejetado de Mercúrio» Verifique valor |url=
(ajuda).
Ícaro. 207 (1): 52-60.
doi:10.1016/j.icarus.2009.09.
009 Verifique |doi=
(ajuda)
Gomes, RS (1 de janeiro de 2009). j.icarus.2008.06.016
«The Late Heavy Bombardment: A New Perspective» Verifique
valor |url=
(ajuda).
Icarus. 202 (2): 400-408.
doi:10.1016/j.icarus.2008.06.
016 Verifique |doi=
(ajuda)
Canup, RM (1 de janeiro de 2002). nature00240
«Massive Impact and Ejection of Earth's Material» Verifique
valor |url=
(ajuda).
Nature. 416 (7331): 59-63.
doi:10.1038/nature00240
Wickramasinghe, Chandra; Wallis, Max K.; Gibson, Carl H.; Wallis, Jamie; Al-Mufti, Shirwan; Miyake, Nori (19 de agosto de 2010). Hoover, Richard B.; Levin, Gilbert V.; Rozanov, Alexei Y.; Davies, Paul C. W., eds. «Bacterial morphologies in carbonaceous meteorites and comet dust». San Diego, California, United States. 781913 páginas. doi:10.1117/12.864736. Consultado em 20 de junho de 2025
Wainwright, M. (13 de setembro de 2007). Hoover, Richard B.; Levin, Gilbert V.; Rozanov, Alexei Y.; Davies, Paul C. W., eds. «How do bacteria reach the stratosphere?». San Diego, CA: 66940T. doi:10.1117/12.731398. Consultado em 20 de junho de 2025
www.spiedigitallibrary.org. doi:10.1117/12.435380
https://www.spiedigitallibrary.org/redirect/proceedings/proceeding?articleid=901631.
Consultado em 20 de junho de 2025 Em falta ou vazio
|título=
(ajuda)
Hahn, MA (1 de janeiro de 2009). j.icarus.2008.06.004
«The Influence of the Moon on Earth» Verifique valor |url=
(ajuda).
Icarus. 201 (1): 1-10.
doi:10.1016/j.icarus.2008.06.
004 Verifique |doi=
(ajuda)
Huang, X. (1 de janeiro de 2009). j.gca.2009.05.021
«Hélio e Tório em Amostras Lunares» Verifique valor |url=
(ajuda).
Geochimica et Cosmochimica Acta. 73
(2): 387-398. doi:10.1016/j.gca.2009.05.021
Heiskanen, WA (1 de janeiro de 2008). j.geomorph.2007.05.008
«Geóide e Topografia da Terra» Verifique valor |url=
(ajuda).
Geomorfologia. 87 (1): 15-25.
doi:10.1016/j.geomorph.2007.
05.008 Verifique |doi=
(ajuda)
Zuber, MT (1 de janeiro de 2009). j.icarus.2009.09.002
«Mercury's Ejecta Dynamics» Verifique valor |url=
(ajuda).
Icarus. 204 (1): 159-168.
doi:10.1016/j.icarus.2009.09.
002 Verifique |doi=
(ajuda)
Berthault, G.; Lalomov, A. V.; Tugarova, M. A. (janeiro de 2011). «Reconstruction of paleolithodynamic formation conditions of Cambrian-Ordovician sandstones in the Northwestern Russian platform». Lithology and Mineral Resources (1): 60–70. ISSN 0024-4902. doi:10.1134/s0024490211010020. Consultado em 20 de junho de 2025